Em post recente escrevi
que me encontrava em terras de Leiria e do Marquês, e disse bem só que ao falar
de Pombal nada disse além da pastelaria DIOGO. Pois é, mas o fato na verdade
foi que D. Maria I após a morte do pai, o Rei D. José não teve dúvidas em degradar
para Pombal aquele marquesinho que fez das dele enquanto primeiro-ministro do
Reino de Portugal. E se fez muita coisa boa, também em tirania ganhou pontos a
todos os seus anteriores pares. Sobre este tema já escrevi algures e até
adaptei uns versos onde citava:
“Para quê tanta prosápia,
Tanta maldade,
senhor?!
Se no nascer e morrer,
Temos o mesmo
valor….”
A isto se sujeitam, como
temos visto, aqueles que no comando, ou morrem de morte natural, ou mais tarde
a justiça cuida deles, quando mais tarde outros assumirem as rédeas do poder.
Cá no íntimo até concordo, pois é uma forma de pôr os tiranos em sobreaviso,
assim como os mal-intencionados, que se julgam donos do mundo, quando sobem ao
poleiro da governação. E desta maneira fica explicada a razão do título que dei
ao post: Um passeio por terras de Leiria e do Marquês….

Sem comentários:
Enviar um comentário