Depois da consulta
costumeira ao blogue, descemos a tomar o café do costume, demos uma volta para
arejar dos ventos corruptos deste Portugalinho, e voltámos a casa para seguir a
tomada de posse de Jair Bolsonaro, através da televisão.
A televisão do Estado
não lhe deu importância alguma. Fosse um corrupto de esquerda e teria o tempo
de antena que quisesse. Seguimos pela SIC, mas … as comentadoras e comentadores
eram todos do tempo de Lula e Dilma! Ressalve-se o comentário sério do coronel Fernando Montenegro.
Reconhecemos que não
seguimos o processo desta eleição com a melhor das atenções. Mas segui-mo-lo com
algum cuidado. O Brasil teve sempre uma relação próxima com Portugal, e com
Angola. Nas estantes do nosso pai constavam autores como Guimarães Rosa e
Euclides da Cunha, e daí sorvemos cultura brasileira com 12 anos de idade.
Do que ouvimos do
discurso do presidente Jair, destacamos o combate à corrupção e a atribuição de
cargos a pessoas competentes. E isso chega para manter uma nação próspera. O resto vem depois, sem ideologias ou clientelas. Os valores acima de tudo; só os valores contribuem para Justiça, Educação e Saúde para todos (e não só para alguns!). O bem geral acima de tudo!
O presidente Marcelo ouviu, esperemos que aquilo que ouviu não caia em saco roto.
O presidente Marcelo ouviu, esperemos que aquilo que ouviu não caia em saco roto.


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