quinta-feira, 12 de abril de 2018

Portugal, um país de corruptos

  
Falecido Medina Carreira e desaparecido o Doutor Pulido Valente, nunca mais se falou profundamente em corrupção na aldeia lusa. Como se tudo estivesse bem. Quando não está. Sobretudo nesta legislatura. De vez em quando ainda aparece José Gomes Ferreira a tocar no assunto.
Consultado o BOLETIM ESTATÍSTICO TEMÁTICO da Policia Judiciária - ESTATÍSTICAS SOBRE CORRUPÇÃO (2007-2016), verifica-se um crescimento acentuado na corrupção.
O boletim inicia assim: O PRESENTE DOCUMENTO PRETENDE RETRATAR, DE FORMA INTEGRADA E TRANSVERSAL, OS DADOS ESTATÍSTICOS REFERENTES AO FENÓMENO DA CORRUPÇÃO, ENTRE OS ANOS DE 2007 E 2016, DISPONÍVEIS NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DAS ESTATÍSTICAS DA JUSTIÇA (SIEJ).
Harry G. FrankfurtSegundo um gráfico apresentado no Observador em que sintetiza os níveis de corrupção, fundamentado nos dados deste boletim, o que se verifica? Que Portugal, embora situado geograficamente na Europa (na sua cauda), não ultrapassa, em termos culturais e sociais, geografias territoriais, como as do Burkina Faso! Porquê? Porque é um país que não tem emenda. A um período de Alta Corrupção, surge um ciclo de correcção, e logo a seguir outro período de Alta Corrupção. Vejamos. Segundo este gráfico que analisa o período de 2011 a 2016 verifica-se o seguinte: Depois da Alta Corrupção do tempo de Sócrates e do seu bando, a corrupção abrandou. Até diminuiu ligeiramente. A partir de meados de 2014 até 2016, subiu abruptamente – para o dobro!

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