Vá que se não lembraram de meter o Opus Dei
neste sarilho jornalístico que de vez em quando roda para confundir quem deseja
viver em paz consigo e em sociedade. Mas também compreendemos que quem tem por
profissão fazer noticia precisa de arranjar assunto - tem essa função - para
divulgar e matéria que desperte interesse
nos seus leitores. A VISÃO no seu nº 1299, de 25/1718, fez-me essa franqueza ao trazer a publico uma reportagem
que diz haver quem dentro da Igreja se oponha e desafie o Papa Francisco.
Li com atenção tudo quanto se conta ali, mas à partida quero adiantar que não
acredito no relato dos intervenientes até porque é mais que sabido que em
matéria que não for dogmática os cristão têm toda a liberdade de opinar sem que
isso choque ou ponha em causa a unidade e obediência a quem quer que ocupe a
cátedra de São Pedro. O que se verifica aqui é que tem vindo a surgir uns
certos "praticantes" que querem à força que a Igreja se adapte a eles
e meta os ensinamentos de Jesus Cristo na gaveta. Não pode ser, nem isso passa
ou alguma vez passou pela cabeça de Papa Francisco, um santo que devemos amar e
respeitar. Adaptar ao tempo e às circunstâncias o que pode ser feito é lógico e
saudável, agora mexer no que Jesus ditou ninguém o faz. Ainda quanto aos que criticam
as missas em latim lembro que se para a maioria dos fieis não terá
interesse, faz muito jeito para os
cristãos com certa formação cultural e doutrinal, quando em viagem por um pais
que não sabem a língua que nele se fala. Eu falo por mim, uma vez estando em
Lourdes a participar numa procissão o que me valeu foi a recitação de um
mistério do terço ser em latim para saber a quantas ia. Mas como esta há muitas
mais. Também quanto ao celebrante estar de costas para os fieis não vejo nisso
nada que não seja pratica antiga e conhecida da Igreja. Mas quanto ao latim
graças a Deus também em Lisboa havia, e não sei se ainda há, uma missa em latim na igreja de Santo António à Sé. E
não me costa que os franciscanos sejam contestatários do Papa Francisco. Às
vezes são mais as vozes do que as nozes, com muito jornalismo à mistura e gente
interessada em criar confusão. Como no ponto 415 do Caminho diz São Josemaria
Escrivá : “ Não ligues muita importância ao que o mundo chama vitórias ou
derrotas – Sai tantas vezes derrotado o vencedor ! “.sábado, 17 de fevereiro de 2018
São mais as vozes do que as nozes
Vá que se não lembraram de meter o Opus Dei
neste sarilho jornalístico que de vez em quando roda para confundir quem deseja
viver em paz consigo e em sociedade. Mas também compreendemos que quem tem por
profissão fazer noticia precisa de arranjar assunto - tem essa função - para
divulgar e matéria que desperte interesse
nos seus leitores. A VISÃO no seu nº 1299, de 25/1718, fez-me essa franqueza ao trazer a publico uma reportagem
que diz haver quem dentro da Igreja se oponha e desafie o Papa Francisco.
Li com atenção tudo quanto se conta ali, mas à partida quero adiantar que não
acredito no relato dos intervenientes até porque é mais que sabido que em
matéria que não for dogmática os cristão têm toda a liberdade de opinar sem que
isso choque ou ponha em causa a unidade e obediência a quem quer que ocupe a
cátedra de São Pedro. O que se verifica aqui é que tem vindo a surgir uns
certos "praticantes" que querem à força que a Igreja se adapte a eles
e meta os ensinamentos de Jesus Cristo na gaveta. Não pode ser, nem isso passa
ou alguma vez passou pela cabeça de Papa Francisco, um santo que devemos amar e
respeitar. Adaptar ao tempo e às circunstâncias o que pode ser feito é lógico e
saudável, agora mexer no que Jesus ditou ninguém o faz. Ainda quanto aos que criticam
as missas em latim lembro que se para a maioria dos fieis não terá
interesse, faz muito jeito para os
cristãos com certa formação cultural e doutrinal, quando em viagem por um pais
que não sabem a língua que nele se fala. Eu falo por mim, uma vez estando em
Lourdes a participar numa procissão o que me valeu foi a recitação de um
mistério do terço ser em latim para saber a quantas ia. Mas como esta há muitas
mais. Também quanto ao celebrante estar de costas para os fieis não vejo nisso
nada que não seja pratica antiga e conhecida da Igreja. Mas quanto ao latim
graças a Deus também em Lisboa havia, e não sei se ainda há, uma missa em latim na igreja de Santo António à Sé. E
não me costa que os franciscanos sejam contestatários do Papa Francisco. Às
vezes são mais as vozes do que as nozes, com muito jornalismo à mistura e gente
interessada em criar confusão. Como no ponto 415 do Caminho diz São Josemaria
Escrivá : “ Não ligues muita importância ao que o mundo chama vitórias ou
derrotas – Sai tantas vezes derrotado o vencedor ! “.
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