Quando os da
nossa adolescência, na aldeia, mal viam televisão a preto e branco (tinham que ir ao café da aldeia), já nós e os
nossos irmãos frequentávamos as salas de cinema para ver a última novidade (por vezes já com um volume de Fiódor Dostoiévski debaixo do braço). Ou quando longe de Luanda, todos os meses víamos cinema no clube da localidade. Convém referir que à época nos encontrávamos em África! Uma África bem diferente da do dr. Rosas! Foi aí que assistimos a “ Por um punhado de dólares” ou “O Bom, o mau e o vilão”. Se as imagens nos ficaram gravadas na memória visual, as músicas, as bandas sonoras, ficarão eternamente gravadas nos neurónios do ADN. Ouçam-nas, interpretadas pela The Danish National Symphny Orchestra, dirigida por uma bela maestra.
Outra interpretação de "por um punhado de Dólares"https://www.youtube.com/watch?v=4niv522mbtM


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