sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Donald Trump


Hoje tomou posse o 45º presidente (republicano) dos Estados Unidos da América. Nasceu em 1946, em Queens, distrito da cidade de Nova York, possui o bacharelato (nada mais do que isso) em economia da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, atribuído em 1968 (repare-se na data). Em 1971 herdou a empresa de imóveis e construção Elizabeth Trump & Son. E foi por aí adiante. Misturou-se em negócios e “negociatas”, como por exemplo ser dono do concurso de beleza Miss USA, cooprodutor de reality Show, breves aparições em séries televisivas e cinema, etc. Cada um mete-se no que bem entende.
Sobre Trump dizem coisas. Nada nos espanta de um homem que a revista Forbes classificou como 324ª pessoa mais rica do mundo e a 113ª dos Estados Unidos da América, com um património liquido de 4,5 biliões de dólares.
Mas não é Trump que nos interessa para este escrito, até porque aprendeu bem a tabuada. E por esses, por aqueles que sabem a tabuada, temos um grande respeito.
O que nos interessa é o nosso pequenino Portugal, melhor dizendo, os nossos pequeninos escribas. Que procuram manipular na sua pequenez como se fossem os mais importantes do mundo!
Meia dúzia de meses antes desta posse, já essa reles “classe” de escribas zurzia forte e feio no homem que sabe a tabuada. Julgava esta espécie de escribas que poderia influenciar a maior democracia do Mundo. Presunção e água benta, cada um toma a que quer, diz o vulgo.
Se fossemos donos de um desses “jornais de referência”, reguladores dessas cadeias televisivas ou radiofónicas estatais, hoje, muitos deles que por aí andam a passar gato por lebre,  há mais de uma década, teriam recebido carta de despedimento.

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