sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Colombo


Por: Costa Pereira - Portugal, minha terra

  Foi no dia 29, sábado, mas sobrou ainda para domingo,  e se tempo houvesse dava para muito mais, só que nem de passeios, nem de convívios se vive. Mas o certo é que até a mudança da hora esteve do nosso lado ao alargar espaço temporário. Quando já eram duas horas da madrugada do dia 30, alguém lembrou: vamos a atrasar o ponteiro do relógio para a 1h00. Quanto isso não valeu!
Também ao levantar de manhã com uma hora a mais, em relação ao horário de Verão, deu para prolongar o descanso, arrumar os aposentos, tomar o pequeno almoço e preparar-se a partida, com uma parte dos visitantes, para assistir à Missa dominical das 11h30, na capela de Nossa Senhora das Descobertas, do Centro Comercial Colombo.
No final da Missa encaminha-mo-nos mais para o interior do edifício, onde junto ao Globo ficou marcado juntar-se o grupo que durante a noite andou disperso por diversos lados. Eram muitos para ficar numa casa só. Como os gatos à hora de almoço aparecem sempre. E juntos lá subimos até ao ultimo piso onde a restauração impera. Grupo de 22 bajouquenses que se deslocou à Capital do Império, que Deus haja, para, no Politeama, assistir à peça As Arvores Morrem de Pé.
Ali cada um escolheu o seu menu , e na minha mesa tive o Arménio , mais o David e a respectiva Monsaraz de 7,5 que ficou vazia. Enquanto os homens ficaram a tomar o seu cafezinho, as mulheres foram ver montras e fazer algumas compras, deixando recado para as esperar no mesmo sitio, junto ao Globo.
Para lá nos dirigimos, a passo lento, porque todos sabemos que mulheres juntas onde haja novidades é como os homens onde lhe cheire a petisco. Mas quando chegamos quase acto continuo chegou a Helena e a Madalena que pela pontualidade mereceram esta foto, de que o David é testemunha.
 Quando se juntaram todos vai de pensar no regresso a terras de Leiria, mas antes uma caminhada até à Rua Eduardo Viana, onde uma das viaturas ficou estacionada. Uma subia ao 1ºDto, para despedida; e vai de arrancar até Belas, para lanchar. Depois, sem furos pela autoestrada, parar no Casal dos Afonsos, e comer um sopa feita a correr pela Helena Afonso. Como a correr foi todo este passeio que não deu para ver tudo. Mas há mais ocasiões

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