sábado, 15 de outubro de 2016

As aldrabices do costume


Os dados publicados pelo INE (Instituto Nacional de Estatisticas - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpgid=ine_main&xpid=INE&xlang=pt) em finais de Setembro indicam simplesmente isto: o país está a um passo do precipício. Em linguagem simples, à beira da BANCARROTA.
Fosse um governo de centro direita a comandar os destinos do país e teríamos com certeza, observado movimentações no sentido do seu derrube.
Contudo, sabendo isso, os comentadores do costume manipulam a informação e os dados fazendo crer ao povo ignaro que está tudo bem, dando razão a quem a não tem, criticando quem a tem.  A burguesia urbana a quem as medidas desta governança tem servido (seja da esquerda ou do centro direita) rejubila, e o povo ignaro, a troco de umas migalhas, assume nas sondagens (manipuladas) o que os do costume pretendem.
Do lado da governança, as Mortágua e a dona Catarina continuam com a conversa fiada. Quando ontem diziam que o governo (de direita, como elas diziam) tinha que se opor a Bruxelas, hoje dizem que o Orçamento tem de ser o apresentado, porque tem de seguir as regras europeias! Entende-se a cambalhota. Quem as conhece, sabe que estas esquerdas apenas lutam pelo poder. Tudo o resto é conversa fiada.
Quanto ao orçamento apresentado, retirando a reversão dos vencimentos (que favorece as clientelas), nada do que lá consta serve as promessas eleitorais das esquerdas e do partido socialista. Tanta conversa fiada com as pensões e reformas, para subirem umas migalhas apenas em Agosto de 2017. É um orçamento de sobrevivência politica para quem não ganhou eleições! Com um acrescento de austeridade.
Entretanto, os analistas sérios e sábios sabem do tombo que vamos dar, e para isso têm alertado. Mas Costa, com o fito próximo das autárquicas, faz o que a dona Catarina e o sr. Jerónimo querem. Na verdade, para se manter no poder com o cargo que ocupa, depois da marosca parlamentar, não pode fazer coisa diferente. E, deste modo, vai debitando um conjunto de aldrabices como se viu ontem no debate sobre o orçamento, quando instado pelo líder da oposição, Pedro Passos Coelho.

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