sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Umas declarações


Parece que hoje houve para aí umas declarações. Que o português na sua azáfama quotidiana, pouca ou nenhuma importância lhes atribui, principalmente às pronunciadas por Costa, que ocupa um certo cargo politico (logo público), sem ter ganho eleições.
O antigo Primeiro-ministro, dr. Pedro Passos Coelho, parece que proferiu qualquer coisa para os holofotes televisivos. Lógica e sensata. Se alguém pensa que vai colar o PSD ao Orçamento de 2017 que se desengane. Quem tem que apresentar propostas para o Orçamento de 2017 tem que ser o governo e as forças politicas que o apoiam (que aprovarão sem delongas).
Foi mais ou menos isto que o presidente social-democrata disse. Como é óbvio, com carradas de razão. Costa não sabe isto? Claro que sabe, mas com o oportunismo do costume (apoiado por oportunismos idênticos, seja na comunicação social, seja nas forças partidárias) logo estendeu o bafo de repasto alongado.
Se o PSD não quer apresentar propostas … e foi por aí adiante como numa auto estrada sem controle. Acrescentando no final que “o dr. Passos Coelho é uma tristeza”. Então, não é?! Ganhou as eleições e desde que foi arredado da governação (por golpe) que as suas previsões se vêm a confirmar. Os últimos dados do INE assim o dizem:
As exportações estavam a crescer 7,1% e agora estão a crescer 1,5%; as importações estavam a crescer 12,5%, estão a crescer 0,9%; e o consumo das famílias (o motor do crescimento, como dizia a actual governança), estava a crescer 3,3% e está a crescer 1,7%. O investimento estava a crescer 5,2% em 2015, e está agora a cair 3,1%.
Não são previsões, são factos!
Costa, Catarina e Jerónimo (menos que os outros dois) irão andar em festa até ao estrondo final – o colapso da economia.
Não fosse a tal almofada, os 18 mil milhões que Passos deixou, que foi glosada por uns tantos (os cofres cheios) e estaríamos neste momento a ser resgatados, de novo, pela tal Troika!



Sem comentários:

Enviar um comentário