Aqueles (e aquelas) que há cerca
de um quarteirão de dias justificavam a demora do Presidente da República parra
indigitar o próximo primeiro-ministro (porque as esquerdas desta forma ganhavam
tempo), são os mesmos (e as mesmas) que pedem agora celeridade. Os do costume.
Que apenas olham para o umbigo. Umas quantas comentadoras de televisão
(Constanças & Companhia) e uns quantos “profetas” de certas quadraturas.
O Presidente, como ontem, deve agora
demorar o tempo que bem entender, tendo em conta o país e não os interesses
dessa gente.
A papelada assinada pelas
esquerdas, agora lida e conhecida, (bem como muitas medidas do putativo
programa “socialista”) não se coaduna com os interesses do povo. E por essa razão o Presidente tem a obrigação ética e moral
de exigir um acordo sério e decente aos golpistas e a quem os empurrou.
Armando Palavras

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