António Costa tomou a
iniciativa em pormenores desnecessários, com gráficos e graficozinhos; tornando-se ridículo ao associar o PSD à Troika (quando toda a gente sabe quem a trouxe - o PS), Passos
Coelho foi conciso, simples na mensagem, e explicou o que tinha a explicar. Foi genuíno.
Fundamentalmente o país
irá penar duas décadas de austeridade (seja o governo que para lá for). Disto
não se safa. O que é importante é que nessa pena as medidas tomadas sejam
justas. Será que aqueles que levaram o país à bancarrota terão o sentido ético
de as tomar? Temos dúvidas (ou certezas que as não tomam). Porque, como suspeitávamos
e como o Primeiro-ministro deixou cair neste debate (os tais assuntos
importantes nunca comentados pelos do costume), a Caixa Geral de Depósitos (o
banco por onde os funcionários públicos recebem os vencimentos) tem andado a
corrigir perdas de cerca de 5 mil milhões do passado!
Precisam-se novos
comentadores.
Actualizado a 10 de Setembro

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