quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Sopa de castanhas com Feijão (da Lousã)


Jorge Lage
jorgelage@portugalmail.com

Jorge LageReceita de Culinária:

Sopa de castanhas com Feijão (da Lousã) *

Ingredientes (para 6 pessoas):
          500 grs de catanha picada;
          500 grs de feijão vermelho;
          200 grs de arroz;
          1 cebola;
          1 folha de louro, azeite e sal (q.b).




Confecção:

Preparação: Ponha a castanha picada (ou pilada) e o feijão de molho de véspera.
Coza a castanha, o feijão, o arroz e a cebola picada. Esmague a castanha, à antiga, com o garfo e a escumadeira ou a colher de pau, ou, por comodidade, meta-lhe a varinha e tempere com um pouco de sal e azeite, a que junta uma folha de louro e deixe ferver mais um pouco.
Sirva quente.



* Receita retirada do livro «Feira do mel e da Castanha da Lousã 20 Anos, 20 Cartazes, 20 receitas, e por mim (Jorge Lage) adaptada ao que me pareceu ser mais tradicional.

Nota 1: O título mais tradicional devia ser «Caldo de Castanhas com Feijão» e recordamos que o feijão foi introduzido em Portugal (na Europa) com os Descobrimentos. Por isso, no próprio título invertemos a ordem dos ingredientes. Depois, o feijão vermelho ou o rajado eram os mais populares, tendo substituído o «feijão manteiga» pelo vermelho. Despojamos a receita de um ramo de coentros, porque num caldo de castanhas, o «fruto dos frutos» tem de ser rei e os coentros iam apagar muitas das qualidades organolépticas das castanhas, no aroma ou paladar.

Nota 2: A consideração que tenho pelo Município da Lousã, em particular pelo Director da Cultura, Victor Maia Costa, deixa-me à vontade de fazer este trabalho tradicional, fazendo recuar a receita no tempo.



Provérbios ou ditos:

          Quem não sabe manhas, não come castanhas.
          Dia de S. Silvestre, despede-te deste, para entrar noutro pior que este.
          Quem com a canalha se mete, lavado se deita, cagado se alevanta!

NOTAS DE RODAPÉ (117) - Jorge Lage


Jorge Lage
jorgelage@portugalmail.com
1- Livro: Feira do Mel e da Castanha da Lousã 20 Anos, 20 Cartazes, 20 Receitas – Há uns 30 anos, o Director da Biblioteca Pública de Braga, hoje Arquivo Distrital de Braga, fez-me um desafio quando eu estava a trabalhar nos serviços distritais de Educação de Adultos, para lhe fazer chegar todos os programas, panfletos e cartazes dos eventos. Nesse pedido inclui documentação sobre algumas acções para a criação da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Braga. De início questionei-me sobre o interesse dos vários eventos menores, mas concordei que sem documentação a História Monográfica de qualquer local fica truncada ou incompleta. Por isso vou guardando os convites, cartazes e programas dos eventos castanhícolas para que sou convidado ou participo. Na minha ida à XXV Feira da Castanha e do Mel da Lousã vi, na Sala de Conferências da Feira, estavam expostos nas paredes os primeiros 25 cartazes destes eventos anuais. Mirei-os e remirei-os apreciando o seu grafismo e beleza. Por fim, soube que havia um livrinho de edição do município lousanense, que me remeteram pelo correio e que guardo com carinho. São vinte receitas simples e fáceis de mel e castanhas para assinalar os primeiros vinte anos desta Feira temática, sendo seis com mel, uma de requeijão com nozes e treze com castanhas. Por isso, preparem-se para que eu transcreva uma ou outra destas maravilhas em simplicidade para aguçarem o apetite. A feira meteu um mar de gente como se não vê, noutras do género e as barraquinhas de mel dominam, seguindo-se as de comes e bebes, as de castanhas, outros frutos secos e outros produtos da serra. Para que haja envolvência municipal e regional, estão presentes as associações recreativas e as IPSS, mas as escolas culminam toda uma estratégia de feira temática. Só os livros, apesar de ter sido convidado e muito bem recebido por toda a Equipa Municipal, terão que as apresentações serem pensadas noutro momento, pelo menos nunca ao domingo. Sugiro uma visita à Lousã e à sua Serra porque há muitos encantos a descobrir e «A Lousã conVIDA NATURALmente!»

2- Atitudes de alguns empregados dos Municípios – Diz a Bíblia Sagrada que «ninguém é profeta na sua terra» e eu também não o sou. Ao ser-me endereçado um convite pelos ilustres amigos, Cónego Silvério e Prof.ª Gentil, para me associar ao momento festivo de restauros e melhoramentos na Igreja da minha terra, lembrei-lhes o dito milenar. Tenho sido muito bem recebido pelo Município na apresentação de livros e por isso estou muito grato. Com um currículo extenso a nível de segurança escolar, protecção civil, ambiente e floresta e nunca fui chamado nestes temas por escolas, juntas ou associações nem para «jarra de adorno». Só a Escola de Hotelaria de Mirandela se lembrou de me envolver num momento interessante na promoção gastronómica de um produto regional «a castanha». Mas, eu queria falar-vos do caminho árido e árduo da investigação da memória imaterial rural que se apaga, principalmente nos campos etnográfico e etnolinguístico. Dizia-me um «compagnon de route» da obra «Mirandelês» e de muitas ajudas, que havia académicos que deviam fazer uma análise crítica desta obra de grupo, nem que fosse para dizer mal, e apenas se ouviu o silêncio. Do grupo alguém terá dito que o trabalho sério incomoda alguns académicos trasmontanos. Se o mal é a «ronha do convento», até me anima a continuar. Nesta embelga de escrita eu queria-vos dar a conhecer quanto me dói, se ao contactar uma ou outra técnica do município e quando estou a começar explicar o que quero, para facilitar a vida a ambos, sou interrompido com enfado, porque não se está para ouvir e dar uma resposta específica. Felizmente a maioria é solícita. Se peço um ou dois contactos, por exemplo, não preciso nem quero todos os contactos possíveis do concelho. Noutros concelhos estão sempre em reunião ou serviço externo. Há outros que estão em reunião ao mais alto nível e vêm-me atender. Há pouco fiz pesquisa no Município de Castanheira de Pêra e no final fui agradecer à assessora da vereação e passa por mim a vereadora da cultura e diz que está reunida com o Presidente mas que me vinha já atender. E veio simpática e atenciosa. No final disse-me para voltar a visitar o concelho. Hei-de voltar. Também, ao ir a Vila Verde (do Minho), entro no Posto Municipal de Turismo e a jovem que está lá não me larga um momento sempre a dar explicações, como um livro aberto de simpatia e informação. Voltando a Castanheira de Pêra , sempre que ligo para a Técnica que está na «Casa do Tempo» (leia-se Museu Etnográfico) e nunca vi quem tanto soubesse e o explicasse com um sentimento de felicidade por estar a passar cultura e informação da sua terra. Sabe toda a «História do Concelho», até os episódios mais específicos. Fiquei a saber qual o fim último dos neveiros da serra ou porque «Castanheira», em gíria empresarial da primeira metade do séc. XX, se diz «Casconha». Mal começamos a abordar qualquer dúvida ou tema a lição salta-lhe dos lábios e da alma: obrigado Sónia Tomás!

3- Alguns ciganos (?) vindos de Leste não se contentam com pouco como os nossos – A informação chegou-me por quem anda «com a mão na massa», que é como quem diz, quem atende os carenciados. Somos um país pobre e a tendência vai ser para vivermos pior se não arregaçarmos as mangas. A conversa barata da maioria dos políticos e de quase todos os sindicatos, está esgotada, porque agora quem controla o nosso orçamento é Bruxelas. Não há Costas, nem Antónios, ou Coelhos que façam milagres. O milagre tem de ser do trabalho e da produção. Não faz sentido importarmos mão-de-obra sazonal e nós com uma orda de gente na flor da vida a receber sem trabalhar. Mas, neste Natal vai haver muita pobreza na nossa envergonhada gente, outra assumida e outra forjada pertencente a redes organizadas de pedintes que vieram de Leste e já auferem por cá o rendimento mínimo. Por exemplo, na Roménia o rendimento mínimo é de 190 €. O que aqui ganham e o que tiram na pedinchice dá para as «organizações» engrossarem contas nos países deles. Neste Natal, ao contrário do que eu pensava, os nossos ciganos, em geral, são compreensíveis quando não recebem os cabazes cheios. Alguns, felizmente, não estão muito necessitados. Mas, os «insuportáveis» vindos de Leste são de uma exigência e grosseria impressionantes, como se estivessem a comprar os artigos que lhes dão. Se são roupas, miram-nas e remiram-nas antes de as aceitarem. Não se lhe aplica o ditado «cavalo dado não se olha o dente». E nos géneros alimentares aceitam-nos com a mesma exigência, o que leva a supor os mais atentos, que alguns dos artigos que lhe são dados, podem ter como destino a venda noutros locais. Era preciso fazer-se alguma coisa, porque alguém poderá andar a brincar com a pobreza lusa e a privar de ajuda quem muito precisa.

4- Votos de um Santo e Feliz Natal – Vivemos e vamos continuar a ter um tempo de míngua, em que muitos são triturados pela indiferença social e pelos desmandos dos políticos de todos os quadrantes. Neste Natal sei que em Mirandela alguns dos que viviam bem estão a passar dificuldades e têm vergonha em se mostrar, por isso, a maior atenção deve ser dada à pobreza escondida e envergonhada. Queria recordar, com alguma tristeza, aqueles que os filhos empurram para os asilos, quando podiam ser apoiados por uma funcionária na sua própria casinha. Apetece-me perguntar: Oh! Senhora doutora! Se empurra os seus pais para o depósito de velhos, o que espera que os seus filhos lhe façam daqui a 20 ou 30 anos? Oh! Senhor padre! Se proíbe os idosos de terem uma pequena imagem da sua devoção na mesinha de cabeceira do quartinho do lar, em que deus e santos acredita? Um Natal com amor e carinho para cada dia, amigo leitor!


Jorge Lage –  29NOV2014
jorgelage@portugalmail.com

Negócio trágico assinado por António Costa - 600 milhões!...


 Negócio trágico assinado por António Costa - 600 milhões!...

                                          https://www.youtube.com/watch?v=S8adTX-Ae6k

Enviado por colaborador de "Tempo Caminhado"

Quem disse que somos todos iguais perante a lei ?




Barroso da Fonte

Entre aquilo que se escreve no artº 13º da Constituição da República e aquilo que se passa diariamente na sociedade portuguesa há um abismo. Se houver uma sondagem séria, credível e extensiva aos cidadãos que só têm deveres e não têm direitos, acerca do tema da equidade social, 90% dos inquiridos responderão que esse conceito foi consagrado na Lei, mas nem pouco mais ou menos se pratica.
 As sucessivas prisões que se têm verificado nos últimos tempos vieram alertar a opinião pública para uma chusma de pormenores que escapam à observação da raia miúda, mas que ressaltam para a frente dos olhos, quando alguns desses pormenores, esbarram contra figuras da alta sociedade política, económica ou social. Quem está atento ao que se passa em Portugal conhece as diferenças de tratamento para com João Vale Azevedo, com Oliveira e Costa, com Duarte Lima, com Armando Vara, com Dias Loureiro e, mais recentemente, com José Sócrates. O problema das visitas de luxo entraram no desfile do jet-set diário: guarda reforçada à entrada da Cadeia de Évora, com roulotes por perto, umas com camas para profissionais da imagem e do som, outras com  víveres e outros bens essenciais aos romeiros de todas as devoções ideológicas.
 Eis senão quando, no último Sábado do ano, surge um imbróglio que as estridentes gazetas, televisões e rádios, repetiram em todos os noticiários do dia. A devolução de um livro mandado a José Sócrates. O país soube então que o Dr António Arnaut tinha enviado um exemplar do livro «Cavalos de Vento», para leitura do seu amigo. Um livro inofensivo, como milhares de tantos outros que são colocados no correio e que às vezes são devolvidos, por insuficiência de franquia, por não declararem o conteúdo,  por endereço incompleto, etc.
   A Lusa teve o cuidado de divulgar nessa tarde, uma explicação: «na primeira semana de prisão, o ex-primeiro ministro recebeu entre 40 e 50 encomendas que foram todas para trás, sendo a situação explicada ao recluso. Trata-se do cumprimento de requisitos legais que estabelecem que o recluso identifique, logo de início, quem são as pessoas que autoriza a visitá-lo. Essa listagem é fornecida pelo detido ao responsável da Cadeia. Cada eventual visitante ficará com um cartão para a visita ou entrega de qualquer encomenda». Certamente o ex-dirigente do PS, não conhecia essas regras obrigatórias para todas as cadeias e exigidas a todos os detidos. Entrevistado pela TSF, António Arnaut explodiu, como Mário Soares e António Campos,Já haviam reagido, contra a prisão de Sócrates: «o ignorante que fez uma lei arbitrária, contra-natura e miserável deveria ser denunciado». A jornalista da TSF, com plena oportunidade e com toda a serenidade, tentou acalmá-lo: - Senhor Doutor: sabe quem promulgou essa lei a que chama «contra-natura e arbitrária» - Foi José Sócrates em 11 de Abril de 2011, quando era primeiro-ministro, respondeu-lhe a jornalista. - Ai foi!... Vítor Ilharco, representante dos reclusos e Jorge Alves, presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, foram, igualmente, entrevistados por essa estação de rádio e todos foram unânimes em que a Lei era absurda, desajustada e irritante. Mas só foi irritante, desajustada e absurda porque dela foi vítima um preso «pesado». E é aqui que se demonstra que a justiça não é igual para com todos os cidadãos, por mais queixumes, pragas e impropérios que os empertigados profiram. As duas cartas que o JN de 29/12 publicou e comentou, de Sócrates para Soares  e deste para aquele e a argumentação patética que um terceiro angustiado vomitou, perante as televisões dessa noite, são a prova provada de que eles deitam os foguetes, apanham as canas e, nem assim, têm vergonha de virem  acusar Carlos Alexandre e a Procuradora Geral da República. Para seus guarda costas bastaram Noronha Nascimento e Pinto Monteiro, o tal que aceitou um almoço para falar de livros...
ABC (2009). Cela da Prigione Nuova. Palazzo Ducale, Venezia.
 In "Portugal Profundo"
Nada tenho a opor às visitas que foram ou continuam a ser feitas à Cadeira de Évora. A lei moral  aconselha a visitar os enfermos e os presidiários. Pessoalmente sou  contra alguns visitantes que, devendo estar calados, acumulam todo o ódio, rancor e fúria,  aproveitando-se de uma situação que a Justiça ainda investiga. Fartam-se de dizer que o papel da justiça é agir. Mas quando essa Justiça envolve os seus camaradas, alto lá! A justiça passa, ipso facto, a ter todos os defeitos.
O teste fizera-se um mês antes. Na semana em que foram presos, nas mesmíssimas condições, altos quadros do Estado por causa dos vistos gold,  houve uma espécie de bebedeira colectiva, a celebrar o pagode contra o poder reinante. O congresso iria ser o triunfo da seriedade, da competência e da superação do ecce homo. Uma semana de ante-gozo, de histerismo, de sobranceria epidérmica. Só que o diabo troca as voltas ao destino de certos seres mortais que julgam ser deuses. E no intervalo de um sono festivo, o feitiço virou-se contra o feiticeiro. Os mesmos bailarinos que protagonizaram o triunfo do Carnaval antecipado, vestiram os trajes do luto que só encontrou desilusão, viuvez e impropérios sociais. Afinal alguns políticos vivem numa galáxia distante. A justiça tem sido madrasta para muita gente que cumpre, respeita e merece ser respeitada.  Mas não pode ela  esconder por muito tempo, sempre os mesmos, aqueles que já encobriu tempo a mais e que, ainda não devolveram à sociedade, o que a sociedade teve de retirar aos cidadãos.
                                                                                                                            Barroso da Fonte

Actualizado em 2 de Janeiro de 2014



terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Acontecimentos do ano de 2014

                                              Juiz Carlos Alexandre

Juiz Rosado Teixeira
Um País envergonhado seguiu os acontecimentos importantes do ano de 2014. Ligados às mais vergonhosas patifarias. A equipa dos Juízes Carlos Alexandre e Rosado Teixeira (bem como o juiz de Aveiro e o da Relação de Lisboa), condenaram várias pessoas públicas que prevaricaram em relação aos dinheiros públicos.

Para maior vergonha, além de um ex primeiro ministro detido, no meio encontra-se uma ex ministra da Educação!

A saída da Troika, a 17 de Maio, foi o único acontecimento decente no meio deste pântano.


     José Sócrates - detido em Évora

 Maria de Lurdes Rodrigues - Condenada a três anos e meio de pena suspensa

 Armando Vara - Cinco anos de pena efectiva

Duarte Lima - dez anos de pena efectiva

 Médicos e enfermeiros apanhados em rede de corrupção

                                       Corrupção nos altos cargos da Administração Pública


                                                    Ricardo Salgado é constituido arguido




Internacionalmente destacam-se os seguintes:

                              Prémio Nobel da Paz
                             Papa Francisco
                         ISIS
                      Putini e as suas patifarias
                    Ébola, o vírus mortal


Actualizado em 6 de Janeiro, 2015

"Do pântano não se sai a nado" - Joaquim Silva Pinto

                 Silva Pinto ao i: “Não compraria um carro em segunda mão ...



Ricardo Salgado Financia " Fundação Mário Soares".



                              Enviado por colaborador assíduo de "Tempo Caminhado"

José Sócrates no "Portugal Profundo"

Pronto!

No histórico dia 21-11-2014, pelas 22:45, no aeroporto de Lisboa, vindo de Paris, José Sócrates foi detido a pedido do procurador Rosário Teixeira(que liderou o inquérito, com uma equipa de procuradores e peritos da Autoridade Tributária) e por decisão do juiz Carlos Alexandre, alegadamente por indícios da prática dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal. Com ele, e no âmbito daOperação Marquês, foram detidos: o seu velho amigo e alegado testa de ferro, Carlos Manuel Santos Silva; o advogado Gonçalo Ferreira; e o seu motorista, João Perna.


http://doportugalprofundo.blogspot.pt/2014/11/prisao-de-socrates-analise-e-novos.html

Prisão de Sócrates: análise e novos factos

Enviado por colaborador assíduo de "Tempo Caminhado".


Livraria Miguel Carvalho (COIMBRA)

Miguel de Carvalho







Apresentam-se para venda as últimas novidades bibliográficas da livraria adquiridas
durante o mês de DEZEMBRO em

Agradece-se também uma visita à livraria sito em:
Adro de Baixo, 6
3000-420 Coimbra
Bem haja.
Apresento-lhe as minhas cordiais saudações bibliofílicas juntamente com os VOTOS DE UM FELIZ ANO NOVO DE 2015.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Quatro mulheres em 40 imagens ao longo de 40 anos

A primeira fotografia, de 1975. Da esquerda para a direita: Heather, Mimi, Bebe e Laurie fotografadas sempre pela mesma ordem.

               Quatro mulheres em 40 imagens ao longo de 40 ... - Público


ISABEL LUCAS


Quatro irmãs foram fotografadas durante 40 anos. O resultado está numa exposição no MoMA e num livro sobre a terrível verdade do tempo. Um trabalho inacabado em que o espectador é cúmplice de uma intimidade captada por Nicholas Nixon. Eis a história das Irmãs Brown.


sábado, 27 de dezembro de 2014

Das planícies africanas para as ruas de Carnide

Tó Teixeira, Armando Palavras, Guilherme Castanheira, Américo Brigas Paulino e Manuel António Vaz de Almeida

Conheceram-se em África (Angola). Estudaram no Colégio, em Salazar (hoje N'Dalatando). Alguns não se viam há quarenta anos. Hoje, juntaram-se em Carnide, no Gravatas, e almoçaram juntos.

Do livro "Provérbios Africanos" (Rosa Sha, ed. Arte Plural, 2003), respigamos:

" A Amizade não precisa de pimenta para chorar";
"Mais vale perder algum dinheiro do que uma amizade";
" Ao olho e ao amigo a menor coisa os pode ferir".







Actualizado em 30 de Dezembro de 2014


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