
Este estudo da Universidade de
Aveiro mostra com clareza e transparência um dado (que a comunicação social quase omite):
aqueles que poderiam desempenhar funções com competência, os mais
qualificados, são (ou foram) sempre prejudicados.
Quem efectivamente realizou o
estudo, tem agora a responsabilidade de reflectir sobre esta questão. Existem
casos sinalizados. Que fazer?
A bancarrota não é apenas
económica, é, em grande medida, social!
Valente de Oliveira (homenageado,
com toda a justiça, o ano transacto pela
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – UTAD), fundou um Instituto
Superior onde eram formados quadros superiores da Administração Pública. De
todos os quadrantes políticos. Enquanto funcionou, também funcionou a
Administração sem prejuízo para o cidadão. E lembramos aqui a transparência na
governação do então Primeiro-ministro Professor Aníbal Cavaco Silva.
Quem alienou essa instituição?

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