segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Reforma do Estado

 

Não devemos recear as palavras, quando bem utilizadas. Chamem-lhe o que quiserem, Portugal, neste momento, está sob protectorado da Troika. Queiram ou não utilizar o termo. Tem que cumprir o acordado no Memorando assinado pelo Partido Socialista que, sob o consulado de José Sócrates, levou o país à bancarrota (parece que é preciso lembrar isto todos os dias). Sob pena, ao não cumprir, no mês seguinte não haver vencimentos. Bem avisado foi pelo seu Ministro das Finanças (pessoa decente). Mas Sócrates não o ouviu. 

O Doutor Pulido Valente sobre a Reforma do Estado diz:
 
Vasco Pulido Valente tem toda a razão. Mas isso não se consegue fazer, porque os pressupostos não são justos. E não são justos porquê?
Se o Estado precisa de despedir, que despeça, mas primeiro, tem de dar exemplos de justiça. Lembramos que entre os despedidos, estarão com certeza profissionais dos melhores e não ficarão satisfeitos ao serem despedidos se constatarem que os canalhas da Administração continuam impunes!
Primeiro há que punir essa gente. Que não informa, e se o faz é de forma incorrecta para prejudicar terceiros. É que a bancarrota não foi apenas económica foi também social, e essa gente contribuiu, e muito, para a acelerarem. Essa gente está diagnosticada. Existem reclamações, denuncias. Comece-se por aí, e tudo será mais fácil.
No tempo de Valente de Oliveira e de Cavaco Silva essa gente não existia. Havia uma escola de excelência (ISAP) que formava gente com qualidade. Veio 2005, e até 2011 foi o que se viu (e se vê).




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