Não devemos recear as palavras,
quando bem utilizadas. Chamem-lhe o que quiserem, Portugal, neste momento, está
sob protectorado da Troika. Queiram
ou não utilizar o termo. Tem que cumprir o acordado no Memorando assinado pelo
Partido Socialista que, sob o consulado de José Sócrates, levou o país à
bancarrota (parece que é preciso lembrar isto todos os dias). Sob pena, ao não
cumprir, no mês seguinte não haver vencimentos. Bem avisado foi pelo seu
Ministro das Finanças (pessoa decente). Mas Sócrates não o ouviu.
O Doutor Pulido Valente sobre a Reforma do Estado diz:
Vasco Pulido Valente tem toda a
razão. Mas isso não se consegue fazer, porque os pressupostos não são justos. E
não são justos porquê?
Se o Estado precisa de despedir,
que despeça, mas primeiro, tem de dar exemplos de justiça. Lembramos que entre
os despedidos, estarão com certeza profissionais dos melhores e não ficarão
satisfeitos ao serem despedidos se constatarem que os canalhas da Administração
continuam impunes!
Primeiro há que punir essa gente.
Que não informa, e se o faz é de forma incorrecta para prejudicar terceiros. É
que a bancarrota não foi apenas económica foi também social, e essa gente
contribuiu, e muito, para a acelerarem. Essa gente está diagnosticada. Existem
reclamações, denuncias. Comece-se por aí, e tudo será
mais fácil.
No tempo de Valente de Oliveira e
de Cavaco Silva essa gente não existia. Havia uma escola de excelência (ISAP)
que formava gente com qualidade. Veio 2005, e até 2011 foi o que se viu (e se
vê).
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