
Dieter Koschina no Vila Joya
Global Imagens
A contribuição portuguesa para a lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, eleitos pela revista Restaurant, esgota-se no Vila Joya, no Algarve, que subiu oito posições até ao 37.º lugar, num top dominado por americanos, franceses (ambos com 6 entre os melhores do mundo) e espanhóis (com 5 restaurantes no tip 50). A grande novidade é a queda do dinamarquês Noma, que deixa o primeiro lugar (depois de três anos) para o El Celler de Can Roca, dos irmãos Joan (chef) e Jordi (chef pasteleiro) Roca (conheça-o aqui), há oito anos na lista.
A avaliação resulta de uma votação de mais de 900 profissionais da indústria da restauração, dividida em 26 regiões de todo o mundo. Cada região tem um painel constituído por críticos de comida, escritores, chefs e gastrónomos, que elabora uma lista em ordem de preferência baseada nas experiências gastronómicas dos melhores restaurantes dos últimos 18 meses, sem quaisquer critérios predefinidos.
Gerido pelos irmãos Roca em Girona, El Celler de Can Roca é celebrado por combinar pratos catalães com técnicas de cozinha avançadas, destacando-se como extraordinário o prato de camarão grelhado em carvão.
No top 5, além deste e do Noma, ficaram ainda o Osteria Francescana, em Modena (assinatura do chef Massimu Bottura), o Mugaritz, em San Sebastian (chef Andoni Luiz Aduris), e o Eleven Madison Park, em Nova Iorque (chef Daniel Humm).
Há ainda que destacar, entre os prémios especiais, a distinção da italiana Nadia Santini como a chef do ano. Grant Achatz (do Alinea, de Chicago) foi o escolhido pelos próprios chefs e Alain Ducasse recebeu o lifetime achievement award.
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