quinta-feira, 10 de junho de 2021

O Estado Novo e a conjura da "democracia" corrupta



Uma nota:

O que é que o Estado Novo e o Doutor Salazar têm a ver com isto? Nada. Admiram-se porque é que no Estado Novo em 1940, Portugal tinha cerca de um terço do PIB per capita médio dos países mais ricos da Europa. Nas vésperas do 25 de Abril, já era 60%. Mais, em 1985, já só era menos de 55%, antes de voltar a convergir durante os 15 anos seguintes para mais de 65% no ano 2000. Ou seja, apenas houve cerca de 15 anos de convergência durante a democracia: 1985-2000. Desde então, regressou a divergência. Ou seja, o período de mais rápida e mais sustentada convergência com a Europa da nossa História foi anterior à Democracia. E admiram-se que a melhoria do rendimento médio das pessoas teve, obviamente, repercussões noutros indicadores sobre as condições de vida das populações, por exemplo, a enorme queda verificada na taxa de mortalidade infantil e os progressos conseguidos no combate ao analfabetismo. Mais ainda, entre as crianças o problema secular do analfabetismo em Portugal, que tinha sido 75% em 1900, estava resolvido em finais do Estado Novo – em contraste com a Primeira República, em que não tinha havido progresso.

Tudo isto foi dito por Nuno Palma no colóquio do MEL, porque estes dados são conhecidos há muito. Factos históricos, fundamentados em investigações sérias e estudos científicos, publicados ao longo de vários anos em livros e revistas conceituadas, a nível nacional e internacional – muitos deles por autores de esquerda, como José de Silva Lopes ou Pedro Lains. 


Ora é este regime "democrático", cujos  
relatórios internacionais mostram que Portugal já não é uma democracia liberal nem um país totalmente democrático, que sustenta uma nomeação como a de Pedro Adão e Silva que, durante anos defendeu esta escumalha (sobretudo José
 Sócrates) nos locais que lhe deram voz. Um regime que procura a todo o custo afastar o juiz Carlos Alexandre, o homem que mais conhece esta gente, do lugar que a incomoda. Um regime que a todo o custo se quer manter, obstruindo a ética republicana e democrática, colocando nos lugares do Estado gente subserviente, corrupta, que lhes permita a narrativa aldrabona que usam, manipulando tontos e laparotos.
Adão e Silva, por muito que os amigos Komentadores tentem dizer o contrário, é um fulano ligado à defesa do mais execrável da "democracia" portuguesa. Isto tem que ser dito e deve ser dito, porque está tudo gravado. O que o Porto Canal disse é muito pouco, e o que mostrou, muito menos. Vão ás gravações de há 15 anos a esta parte e vejam o que este fulano disse sobre José Sócrates. 

Porque razão se continua a aceitar este tipo de comportamento mafioso pelos Orgãos máximos da Nação?

A tal propósito aconselhamos a leitura deste editorial de Eduardo Dâmaso, na Sábado:



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