sábado, 12 de março de 2016

O Sebastianismo das esquerdas e de Costa

 
O Presidente da República no encerramento da tomada de posse na invicta, disse em tom de extrema preocupação, aos portugueses, que estivessem atentos às promessas sebastianistas. De emprego, crescimento, etc. Aliás, como o seu antecessor já havia prevenido.
Ora as únicas promessas sebastianistas que temos ouvido desde quatro de Outubro, melhor ainda, desde que a campanha eleitoral iniciou para as legislativas de quatro de Outubro (de 2015), foram das esquerdas. A começar por Costa. Prometeu que a austeridade iria terminar, que os trabalhadores iriam ganhar mais, e por aí adiante. Estas promessas passaram para o folclore do costume – das donas, das manas e do cavalheiro Jerónimo.
O que se constacta é que nada disso se concretizou, nem concretizará. Costa, como um mágico, dá com esta e tira com aquela, maravilhando a assistência constituída pelas restantes esquerdas. Mas quem recebe mais 75 cêntimos mensais (o tal fim da austeridade!) conhece bem a patranha. Mais ainda.  Bruxelas não vai em futebóis, e em Abril, queiram ou não queiram as esquerdas, cá teremos o tal plano B, seguido do C semanas depois.
O que esta maralha pretende é alimentar uma Administração Pública corrupta (dados da OCDE) que prejudica os que trabalham para favorecer os que nada fazem – os amigalhaços! O fado do costume.


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