domingo, 30 de julho de 2023

A manhosice do dr. Júdice

 

O dr. Júdice deu este Domingo uma entrevista ao Tal & Qual, hoje uma espécie de pasquim.

O que se subtrai da mesma é a manhosice deste cavalheiro quando afirma que “Carlos Alexandre foi um mau Juiz”. De forma manhosa e enviesada diz mal do Juiz, que num país civilizado já teria sido condecorado pelo Presidente da República.

Mas a coisa percebe-se bem AQUI.

Presidente da República deixa porta aberta a negociações futuras dos professores

 

O Presidente da República usa chumbo do diploma da carreira dos professores para criticar “prioridades” do Governo. Apesar de reconhecer “aspectos positivos” na proposta, o Presidente devolveu ao Governo, sem promulgar, o decreto que estabelece os “mecanismos de aceleração de progressão” nas carreiras docentes.

Não se conhecem as recomendações do Presidente. Sabe-se que eram quatro, e o dr. Costa e acólitos aceitaram duas. Certo é que o Presidente deixou uma porta aberta para as negociações. Nada mau para um país governado por gente de calibre soviético (como demonstram as declarações da dona Mariana da Silva, a levar a coisa para a mesquinhez, a invejinha latina!).

Certo komentariado discordou do chumbo do diploma, porque não sabe do que se trata. Este komentariado do costume (que não sofreu na pele o congelamento das carreiras) não sabe que a classe dos professores foi, propositadamente, a mais atingida com o congelamento das carreiras, iniciada com José Sócrates (2005 a 2007) e a sua ministra, a dona Lurdes, acompanhada com aqueles dois secretários de Estado sinistros: o dr. Lemos e o dr. Pedreira.

O Presidente Marcelo fez muito bem. Tiramos-lhe o chapéu!


Nota de rodapé:

Toda a gente sabe que o dr. Costa foi o braço direito de José Sócrates, alguns ministros do dr. Costa foram ministros de J.S., A maior parte dos ministros de agora foram secretários de estado de F.S. e outros foram assessores disto e daquilo.

Acerca das Jornadas Mundiais da Juventude

 

DEPARTAMENTO ARQUIDIOCESANO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

— DACS —

Boa noite e boa Jornada a todos que vão por-se a caminho de Lisboa essa semana!

Como todos devem ter reparado, não só a Arquidiocese de Braga, mas todo o país, está a viver as alegrias da JMJ. Aqui são quase sete mil jovens distribuídos pelos 14 arciprestados da Arquidiocese. Veja o vídeo.

Vale lembrar que a missa de envio dos jovens para a JMJ acontece às 17h, na Avenida Central, no centro histórico de Braga, neste domingo, dia 30. A Eucaristia será presidida pelo Arcebispo, D. José Cordeiro, e concelebrada por cardeais, bispos e sacerdotes.

Entre os milhares de peregrinos que já chegaram há um grupo especial, vindo de Moçambique, da Diocese de Pemba, e dois deles da paróquia de Santa Cecília de Ocua, considerada, carinhosamente, a 552ª paróquia da Arquidiocese de Braga. 

Marta Luís, que está com o grupo, é deslocada da área de conflito de Cabo Delgado, em Moçambique. A jovem vai dar o testemunho de sua história de vida na Vigília com o Papa Francisco, no dia 5 de agosto, durante a Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa.

Os cerca de cinco mil jovens que seguem da Arquidiocese de Braga a JMJ em Lisboa já sabem onde estarão alojados. Os peregrinos serão distribuídos pelas quatro paróquias do município de Loures: Camarate, Sacavém, Prior Velho e Bobadela.

Jovens bracarenses que fazem parte do Coro da Jornada já estão em Lisboa para os últimos ensaios. São cerca de 300 jovens de todas as Dioceses de Portugal a participar dos eventos.

E para terminar e não falarmos só de JMJ, já está disponível o "Roteiro dos Quatro Santos Arcebispos de Braga”. O guia conta, ainda, com uma mensagem de boas-vindas de D. José Cordeiro a Peregrinos e Turistas.

Troca por troca

 Ontem no CM



Comentário: 

Foram precisos vários anos, 8 no total, para que António Costa mandasse confessar que, afinal, a austeridade da Troika não tinha sido revertida, mas apenas maquilhada, e que as cativações que desgraçaram os serviços públicos são reais.

O que ainda faltará confessar?

Manuel Loureiro (Twitter)


sábado, 29 de julho de 2023

Prega, frade, que pregas debalde!


ALEXANDRE  PARAFITA


Do interior rural desprotegido e negligenciado pelos governos centralistas da capital, que, ano após ano, foram encerrando escolas, maternidades e serviços de saúde, extinguiram, ou deslocaram para as grandes cidades, repartições, serviços públicos de proximidade, postos e delegações de empresas públicas… tudo, ou quase tudo, já se disse. E o mesmo sobre o falhanço absoluto da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, que nada de concreto conseguiu na implementação das anunciadas medidas para travar o despovoamento do interior. Os próprios fundos de coesão territorial, da UE, destinados a travar as assimetrias regionais, apenas conseguiram acentuar o fosso entre o interior e o litoral.

Nesse meio tempo, um esperançoso “Movimento pelo Interior”, fundado com grande consenso nacional, apresentou, em 2018, 24 medidas para, no prazo de três legislaturas, garantir uma clara reversão da situação dos territórios do interior. Grande consenso político, recorde-se, gerou este movimento, inclusive com o forte empenho dos autarcas socialistas, como era o caso presidente de Vila Real, Rui Santos, ao lembrar que uma das medidas propostas era para que, “qualquer novo organismo a ser criado pelo Estado central, a sua sede fosse num território do interior”.

Como diria o outro: “Prega, frade, que pregas debalde!”. Debalde mesmo. O Ministério da Cultura anunciou que, a partir de 1 de janeiro de 2024, dois novos organismos vão ser criados: a empresa pública Museus e Monumentos de Portugal, que ficará em Lisboa, e o Instituto Público Património Cultural, com competências de salvaguarda e conservação do património cultural imóvel e imaterial, com sede no Porto.

Decididamente, o Estado não sabe como lidar com o Interior. Sempre com um hálito demagógico na boca quando fala da coesão do território, falha em absoluto nas suas políticas.

FONTE: https://www.diariodetrasosmontes.com/cronica/prega-frade-que-pregas-debalde


Os tapetes do BORDALO II

 


SILERE NON POSSUM - carta nº 48

 








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sexta-feira, 28 de julho de 2023

“AS MULHERES NOS EVANGELHOS CANÓNICOS”

       https://read.bookcreator.com/mKFJPxQmpNUdGkEQb01470TAjZI2/uHp0Be59R7iIT2CGhbxSjw

Por  JORGE  GOLIAS


Com este título, o quinto livro do Doutor Armando Palavras, especialista em História da Arte, investigador dedicado à arte sacra, leva o subtítulo A sua representação na Periferia Duriense.

Profusamente ilustrado, com fotos e imagens diversas, mas muitas das igrejas durienses, o autor sustenta com esta poderosa iconografia uma leitura curiosa dos livros sagrados, sobretudo da Bíblia, convocando constantemente autores importantes que percorreram estes caminhos do conhecimento humano, afinal o caminho da Vida de Jesus!

Desta vez fez questão de inscrever no tema principal um objecto literário com grande carga sociopolítica: o papel da mulher no discipulado de Jesus. E abre o livro explicando que é falsa a ideia, por muitos defendida, de que a mulher, dada a sua condição social, não tinha cabimento nesta saga bíblica. E prova, com exemplos que enchem o livro, que esta tese está profundamente errada.

Ora esta ideia, que aqui o autor defende, vem ao encontro do pensamento e da vontade de mudança do Papa Francisco que, felizmente, tem vindo a propor ao mundo religioso e laico a recuperação do papel da mulher nas tarefas religiosas, em paridade com o homem.













                                        Pode ser adquirido AQUI e AQUI.

E para nosso contentamento, escolheu para ilustrar este ensaio histórico 21 municípios Transmontanos e Alto-Durienses e da Beira Transmontana [1], cujas igrejas ilustram a influência das mulheres, que povoam muitos destes quadros, que o autor apresenta com identificação do local, do artista, da cena ilustrada e algumas vezes dos mecenas.

A certa altura Armando Palavras para fixar bem a sua tese escreve o seguinte: “As mulheres judias podiam viajar, mesmo junto dos homens, desempenhavam funções de escribas, anciãs, estudavam a Torá, tinham profissões, etc. E quanto às mulheres do Cristianismo Primitivo, foram missionárias, profetizas (como Ana), mártires, diaconisas, teólogas, mestras e escritoras. Foram apóstolas, administradoras, viúvas consagradas, administradoras, sacerdotisas e bispas. Isto demonstra que as atitudes de Jesus face às mulheres não eram invulgares para a época, mas sim uma parte do pluralismo do judaísmo primitivo”.

O autor ao promover os bons exemplos cuidou de colocar em lugar de destaque figuras do nosso conhecimento como: Isabel (o anjo da visitação), Maria (mãe de Jesus), Ana (a profetiza), a Samaritana (o exemplo mais citado pela arte sacra), a Mulher Adúltera, Hirodias e Salomé, Maria Madalena (Maria de Magdala, que pode ser “uma mescla de três Marias diferentes”), Suzana, que Jesus curou e que ela protegeu, etc., num desfile significativo de muitas mulheres que, servindo e seguindo, foram companheiras da vida de Jesus.

Apenas dei uma ligeira ideia da diversidade de quadros bíblicos desta bela obra de arte sacra, que eu classifico como a sua melhor obra, em razão do que aqui deixo uma saudação e felicitação ao autor, amigo e conterrâneo, Professor Doutor Armando Palavras.

Carnaxide, 26 de Julho de 2023

Jorge Sales Golias



[1] Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Sabrosa, Alijó, Murça, Mirandela, Alfândega da Fé, Freixo e Espada à Cinta, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Penedono, Vila Noca de Foz Côa, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, São João da Pesqueira, Tabuaço, Armamar e Lamego.


O Poder dos Mitos

 

Para o homem primitivo, o mito era a forma de explicar o mundo onde vivia. Essas histórias, comuns a todas as civilizações, atualizaram-se ao longo dos tempos. Hoje, ao vermos A Guerra das Estrelas, estamos a convocar mitologias antigas, que vão da Odisseia à demanda do Rei Artur.

Poucas pessoas no mundo exploraram tão bem esse tesouro de conhecimentos mitológicos como o professor universitário Joseph Campbell. Para ele, ontem como hoje, os mitos conferem um sentido às nossas vidas. Mesmo que sejamos agora técnica e cientificamente evoluídos, a morte atormenta-nos e ansiamos pela imortalidade.

As mitologias continuam a responder a muitos dos nossos anseios, enquadram a nossa cultura, criam elos, reforçam o sentimento de pertença à tribo. Conhecer essas histórias ajuda-nos a compreender o que fomos e somos, quer falemos da mitificada morte de John Kennedy, de Jesus ou de John Lennon.

Obra de referência mundial, reflexo da extraordinária erudição de Joseph Campbell, O Poder dos Mitos proporciona-nos uma viagem pelo tempo e espaço. Passamos pelo Olimpo, reencontramos tradições enraizadas no Budismo, Hinduísmo e Cristianismo, assistimos a um diálogo onde cabe desde a virgindade de Maria aos laços sagrados do casamento. E encontramos a contagiante paixão do autor pelas mitologias, a que chamava o cântico dos deuses.

 

«Um mito é também uma máscara de Deus, uma metáfora para o que se esconde para lá do mundo visível.»

Bill Moyers, Introdução


quinta-feira, 27 de julho de 2023

Município de Oeiras adquiriu 100 exemplares da Antologia de Autores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana


Lançada no IV Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro, soubemos recentemente que o Município de Oeiras adquiriu 100 exemplares da Antologia de Autores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana.

A FEBRE DO LÍTIO

 

                                                                   A FEBRE DO LÍTIO

 

Dizem que existe em Barroso                                                     

Esse mineral famoso                                                                                                             

Tão raro, e tão procurado                                                                 

Só se lembram destas terras

Onde há minerais para as guerras

E pró estudo avançado.

 

Mas nós já estamos fartos

De sermos prejudicados

Não queremos ser acionistas

Desses oportunistas

Que só nos têm explorado.

 

O lucro sem segurança

Está na nossa lembrança

A riqueza aqui tirada

Não queremos escavação

Nem danosa exploração

Nesta linda terra amada.

 

Preservar o ambiente

É tudo que queremos sempre

Ar puro, e água cristalina

Nesta tão rara beleza

Em Barroso com certeza

Não chegará a haver mina.

                                       

 

Somos hoje tão falados

De certo modo invejados

Queremos viver desse jeito

Exigimos ser escutados

Devidamente informados

Dignos do maior respeito.

 

Conservar é o que queremos

As nossas águas saudáveis

As lindas paisagens que temos

As nossas serras intactas

E não cheias de buracos

É tudo o que pretendemos.

 

Não queremos sentir mais

Os abusos do passado

Do tempo dos nossos pais

Sofrendo efeitos fatais

Ficando prejudicados.

 

Sofremos nestas paragens

Os efeitos das barragens

E a exploração da Borralha

Mudando a natureza

Destruindo a beleza

Maldita vilã canalha.


Os que gostam de Barroso/ Usamos esta doutrina/ Neste ambiente formoso/ Dizemos um não à mina/.

Depois de pedidos todos os esclarecimentos sobre a exploração do lítio em Barroso, poucas respostas satisfatórias foram dadas, e ninguém assume as responsabilidades. Os habitantes das áreas abrangidas, têm todo o direito de pedir informações concretas sobre o impacto da exploração, os seus benefícios, e os prejuízos que o seu efeito implicará; podem e devem exigir-se as devidas garantias. Na minha opinião, a preservação das águas, é o fator mais importante.

É criminoso tornar uma terra considerada Património Agrícola Mundial, e que as suas águas já abastecem uma área considerável de habitantes, e pode vir a abastecer muitos mais, transformá-la num átrio de poluição. No passado fomos prejudicados com a exploração do volfrâmio, nas minas da Borralha, que deixaram os nossos campos e os nossos montes esburacados, e projetaram várias nascentes nas profundezas das minas de onde as águas saem poluídas. A conservação do meio ambiente deve ser preservada, todos os produtos da terra explorados não podem causar efeitos nocivos para a saúde, e bem-estar dos seus habitantes.

As coisas quando começam mal, raramente acabam bem, os governantes e os responsáveis locais, têm o dever de tomar as devidas providências de modo a não prejudicar o meio- ambiente, o ar puro e saudável que aqui se respira. Mesmo que o ministério do ambiente garanta a exploração com todo o rigor ambiental, terá de ter a concordância dos residentes das áreas abrangidas porque são eles que vão sofrer as consequências.

Entre os anos 1914/1916, os habitantes de Salto, fizeram forte oposição ao governo, revoltando-se contra a anexação da freguesia de Salto a Cabeceiras de Basto, (ver Questão de Salto, de José Dias Batista,) e depois de várias sentenças contrárias, mantiveram Salto em Barroso, será que já não há sangue desse nas veias dos barrosões? 


Júlio de Barros



quarta-feira, 26 de julho de 2023

TROVAS DE ARREMESSO



TROVAS DE ARREMESSO

Flávio Vara

https://www.bertrand.pt/autor/flavio-vara/41528

 

Racista?

Costa acusa de racistas

os que lhe chamam monhé;

mas desde quando é racismo

chamar a alguém o que é?

                                                              

Galambada

Quem com garotos se deita

acorda todo borrado,

como previne o rifão;

 

qual foi então o garoto

com quem Costa se deitou

pra ficar tão porcalhão?

 

Foi o garoto Galamba,

seu amor de perdição.

 

Cumplicidade

Neste momento em que o vemos

afagando o cotovelo

do seu amigo magiar,

devíamos estar a vê-lo

 

mas na inauguração,

do memorial de Pedrógão

onde se baldou a estar.

 

Ele é um grande macacão,

com muitas habilidades;

sabe muito bem quais são

as suas prioridades.

 

Flávio Vara

2023-07-23

 


MOGADOURO - Festival da Terra Transmontana


No passado fim de semana estivemos em Mogadouro, num belíssimo local junto ao castelo e, durante três dias, observámos a dinâmica festiva da gente do Planalto, como mostram as imagens que seguem.

 

“Com uma forte componente lúdica, proporciona o contacto com a natureza, com as ritualidades, a música folk, a gastronomia, as artes e ofícios e as demais expressividades poético-culturais que caracterizam esta região do Planalto Mirandês, recuando também até contextos medievais, como é o caso da Carta de Foral atribuída a esta vila, em 27 de dezembro de 1272, pelo rei D. Afonso III.

Os ofícios, as tradições, a gastronomia, as sonoridades da região, são, portanto, um conjunto de atividades que pretendem valorizar tudo o que é história e o que levou a Mogadouro, a ser aquilo que é hoje.

FTT tem uma particularidade única, já que se realiza no centro histórico da vila, junto ao velho castelo Templário da localidade, largo da Misericórdia e do emblemático bairro do Penedo e largo Conde de Ferreira, onde os visitantes marcam encontro com a história e as tradições seculares deste território fronteiriço.

Com esta iniciativa pretende-se também proporcionar oportunidades de mostra e comercialização de produtos locais, com diversas tendas e bancas de expositores, numa zona da vila que vai perdendo habitantes.

Durante o FTT os moradores da zona histórica da vila de Mogadouro abrem as portas das suas casas transformando-as em "verdadeirosespaços gastronómicos.

Este ano o festival foi organizado em quatro espaços como praça Folk e tabernas, feira de tradições, mercado de velharias e dos produtos hortícolas e casas particulares transformadas em espaços gastronómicos na zona histórica”.






















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A concha de S. Tiago de Compostela

 

A concha é um elemento marítimo, que representa: a fecundidade, o prazer, a prosperidade e a sorte.

Dizem que Vénus, a deusa do amor e da sensualidade, foi concebida dentro de uma concha.

Na crença de que o mar seja a origem geradora da vida, e tendo a deusa um amor tão carnal como espiritual, saído de uma concha, esta passou a representar a fecundidade.

A concha passou então a estar relacionada com o útero, ao seio materno, e aos órgãos reprodutores da mulher!

 

 

Diz a lenda que nesse dia

Em que havia um casamento

O Santo salvou o noivo

Que se afundava mar dentro.

 

 

Casaram foram felizes

Unindo os seus destinos

E assim ficou S. Tiago

Patrono dos peregrinos!

 

 

Júlio de Barros

Ficámos hoje a saber que o Chega e o Doutor Ventura são esquerdóides...

 Comentário: Ficámos hoje a saber que o Chega e o Doutor Ventura são esquerdóides... E, portanto, para os esquerdóides, "tudo como dant...

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