segunda-feira, 31 de julho de 2023
É difícil viver em Portugal
Comentário:
É bem verdade, sobretudo os socialistas. Esquecem-se que somos os melhores em bancarrotas, corrupção, pobreza (cerca de metade do país é pobre) e por aí adiante ...
domingo, 30 de julho de 2023
A manhosice do dr. Júdice
O que se subtrai da mesma é a
manhosice deste cavalheiro quando afirma que “Carlos Alexandre foi um mau
Juiz”. De forma manhosa e enviesada diz mal do Juiz, que num país
civilizado já teria sido condecorado pelo Presidente da República.
Mas a coisa percebe-se bem AQUI.
Presidente da República deixa porta aberta a negociações futuras dos professores
O Presidente da República usa chumbo do diploma da carreira dos professores para criticar “prioridades” do Governo. Apesar de
reconhecer “aspectos positivos” na proposta, o Presidente devolveu ao Governo, sem promulgar, o decreto que
estabelece os “mecanismos de aceleração de progressão” nas carreiras docentes.
O Presidente
Marcelo fez muito bem. Tiramos-lhe o chapéu!
Nota de rodapé:
Toda a gente sabe que o dr. Costa foi o braço direito de José Sócrates, alguns ministros do dr. Costa foram ministros de J.S., A maior parte dos ministros de agora foram secretários de estado de F.S. e outros foram assessores disto e daquilo.
Acerca das Jornadas Mundiais da Juventude
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DEPARTAMENTO ARQUIDIOCESANO DA
COMUNICAÇÃO SOCIAL — DACS — Boa
noite e boa Jornada a todos que vão por-se a caminho de Lisboa essa semana! Como
todos devem ter reparado, não só a Arquidiocese de Braga, mas todo o país,
está a viver as alegrias da JMJ. Aqui são quase sete mil jovens distribuídos
pelos 14 arciprestados da Arquidiocese. Veja o vídeo. Vale
lembrar que a missa de envio dos jovens para a JMJ acontece às 17h, na
Avenida Central, no centro histórico de Braga, neste domingo, dia 30. A
Eucaristia será presidida pelo Arcebispo, D. José Cordeiro, e concelebrada por
cardeais, bispos e sacerdotes. Entre
os milhares de peregrinos que já chegaram há um grupo
especial, vindo de Moçambique, da Diocese de Pemba, e dois deles
da paróquia de Santa Cecília de Ocua, considerada, carinhosamente, a 552ª
paróquia da Arquidiocese de Braga. Marta Luís, que está com o grupo, é
deslocada da área de conflito de Cabo Delgado, em Moçambique. A jovem vai dar
o testemunho de sua história de vida na Vigília com o Papa Francisco, no dia
5 de agosto, durante a Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa. Os
cerca de cinco mil jovens que seguem da Arquidiocese de Braga a JMJ em Lisboa
já sabem onde estarão alojados. Os peregrinos serão distribuídos pelas
quatro paróquias do município de Loures: Camarate, Sacavém, Prior
Velho e Bobadela. Jovens
bracarenses que fazem parte do Coro da Jornada já
estão em Lisboa para os últimos ensaios. São cerca de 300 jovens de todas as
Dioceses de Portugal a participar dos eventos. |
Troca por troca
Ontem no CM
Foram precisos vários anos, 8 no total, para que António Costa mandasse confessar que, afinal, a austeridade da Troika não tinha sido revertida, mas apenas maquilhada, e que as cativações que desgraçaram os serviços públicos são reais.
O que ainda faltará confessar?
Manuel Loureiro (Twitter)
sábado, 29 de julho de 2023
Prega, frade, que pregas debalde!
ALEXANDRE PARAFITA
Nesse meio tempo, um esperançoso
“Movimento pelo Interior”, fundado com grande consenso nacional, apresentou, em
2018, 24 medidas para, no prazo de três legislaturas, garantir uma clara
reversão da situação dos territórios do interior. Grande consenso político,
recorde-se, gerou este movimento, inclusive com o forte empenho dos autarcas
socialistas, como era o caso presidente de Vila Real, Rui Santos, ao lembrar
que uma das medidas propostas era para que, “qualquer novo organismo a ser
criado pelo Estado central, a sua sede fosse num território do interior”.
Como diria o outro: “Prega, frade, que
pregas debalde!”. Debalde mesmo. O Ministério da Cultura anunciou que, a partir
de 1 de janeiro de 2024, dois novos organismos vão ser criados: a empresa
pública Museus e Monumentos de Portugal, que ficará em Lisboa, e o Instituto
Público Património Cultural, com competências de salvaguarda e conservação do
património cultural imóvel e imaterial, com sede no Porto.
Decididamente, o Estado não sabe como lidar com o Interior. Sempre com um hálito demagógico na boca quando fala da coesão do território, falha em absoluto nas suas políticas.
FONTE: https://www.diariodetrasosmontes.com/cronica/prega-frade-que-pregas-debalde
sexta-feira, 28 de julho de 2023
“AS MULHERES NOS EVANGELHOS CANÓNICOS”
Por JORGE GOLIAS
Profusamente ilustrado, com fotos e imagens diversas, mas
muitas das igrejas durienses, o autor sustenta com esta poderosa iconografia
uma leitura curiosa dos livros sagrados, sobretudo da Bíblia, convocando
constantemente autores importantes que percorreram estes caminhos do
conhecimento humano, afinal o caminho da Vida de Jesus!
Desta vez fez questão de inscrever no tema principal um objecto literário com grande carga sociopolítica: o papel da mulher no discipulado de Jesus. E abre o livro explicando que é falsa a ideia, por muitos defendida, de que a mulher, dada a sua condição social, não tinha cabimento nesta saga bíblica. E prova, com exemplos que enchem o livro, que esta tese está profundamente errada.
Ora esta ideia, que aqui o autor defende, vem ao encontro do pensamento e da vontade de mudança do Papa Francisco que, felizmente, tem vindo a propor ao mundo religioso e laico a recuperação do papel da mulher nas tarefas religiosas, em paridade com o homem.
Pode ser adquirido AQUI e AQUI.
E para nosso contentamento, escolheu para ilustrar este ensaio histórico 21 municípios Transmontanos e Alto-Durienses e da Beira Transmontana [1], cujas igrejas ilustram a influência das mulheres, que povoam muitos destes quadros, que o autor apresenta com identificação do local, do artista, da cena ilustrada e algumas vezes dos mecenas.
A certa altura Armando Palavras para fixar bem a sua tese
escreve o seguinte: “As mulheres judias podiam viajar, mesmo junto dos homens,
desempenhavam funções de escribas, anciãs, estudavam a Torá, tinham profissões,
etc. E quanto às mulheres do Cristianismo Primitivo, foram missionárias,
profetizas (como Ana), mártires, diaconisas, teólogas, mestras e escritoras.
Foram apóstolas, administradoras, viúvas consagradas, administradoras,
sacerdotisas e bispas. Isto demonstra que as atitudes de Jesus face às mulheres
não eram invulgares para a época, mas sim uma parte do pluralismo do judaísmo
primitivo”.
O autor ao promover os bons exemplos cuidou de colocar em
lugar de destaque figuras do nosso conhecimento como: Isabel (o anjo da
visitação), Maria (mãe de Jesus), Ana (a profetiza), a Samaritana (o exemplo
mais citado pela arte sacra), a Mulher Adúltera, Hirodias e Salomé, Maria
Madalena (Maria de Magdala, que pode ser “uma mescla de três Marias
diferentes”), Suzana, que Jesus curou e que ela protegeu, etc., num desfile
significativo de muitas mulheres que, servindo e seguindo, foram companheiras
da vida de Jesus.
Apenas dei uma ligeira ideia da diversidade de quadros
bíblicos desta bela obra de arte sacra, que eu classifico como a sua melhor
obra, em razão do que aqui deixo uma saudação e felicitação ao autor, amigo e
conterrâneo, Professor Doutor Armando Palavras.
Carnaxide,
26 de Julho de 2023
Jorge Sales
Golias
[1]
Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Sabrosa, Alijó,
Murça, Mirandela, Alfândega da Fé, Freixo e Espada à Cinta, Figueira de Castelo
Rodrigo, Mêda, Penedono, Vila Noca de Foz Côa, Torre de Moncorvo, Vila Flor,
Carrazeda de Ansiães, São João da Pesqueira, Tabuaço, Armamar e Lamego.
O Poder dos Mitos
Para o homem primitivo, o mito era a
forma de explicar o mundo onde vivia. Essas histórias, comuns a todas as
civilizações, atualizaram-se ao longo dos tempos. Hoje, ao vermos A Guerra das
Estrelas, estamos a convocar mitologias antigas, que vão da Odisseia à demanda
do Rei Artur.
Poucas pessoas no mundo exploraram tão
bem esse tesouro de conhecimentos mitológicos como o professor universitário
Joseph Campbell. Para ele, ontem como hoje, os mitos conferem um sentido às
nossas vidas. Mesmo que sejamos agora técnica e cientificamente evoluídos, a
morte atormenta-nos e ansiamos pela imortalidade.
As mitologias continuam a responder a muitos dos nossos anseios, enquadram a nossa cultura, criam elos, reforçam o sentimento de pertença à tribo. Conhecer essas histórias ajuda-nos a compreender o que fomos e somos, quer falemos da mitificada morte de John Kennedy, de Jesus ou de John Lennon.
Obra de referência mundial, reflexo da
extraordinária erudição de Joseph Campbell, O Poder dos Mitos proporciona-nos uma
viagem pelo tempo e espaço. Passamos pelo Olimpo, reencontramos tradições
enraizadas no Budismo, Hinduísmo e Cristianismo, assistimos a um diálogo onde
cabe desde a virgindade de Maria aos laços sagrados do casamento. E encontramos
a contagiante paixão do autor pelas mitologias, a que chamava o cântico dos
deuses.
«Um mito é também uma máscara de Deus,
uma metáfora para o que se esconde para lá do mundo visível.»
Bill Moyers, Introdução
quinta-feira, 27 de julho de 2023
Município de Oeiras adquiriu 100 exemplares da Antologia de Autores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana
A FEBRE DO LÍTIO
A FEBRE DO LÍTIO
Dizem que existe em Barroso
Esse mineral famoso
Tão raro, e tão procurado
Só se lembram destas terras
Onde há minerais para as guerras
E pró estudo avançado.
Mas nós já estamos fartos
De sermos prejudicados
Não queremos ser acionistas
Desses oportunistas
Que só nos têm explorado.
O lucro sem segurança
Está na nossa lembrança
A riqueza aqui tirada
Não queremos escavação
Nem danosa exploração
Nesta linda terra amada.
Preservar o ambiente
É tudo que queremos sempre
Ar puro, e água cristalina
Nesta tão rara beleza
Em Barroso com certeza
Não chegará a haver mina.
Somos hoje tão falados
De certo modo invejados
Queremos viver desse jeito
Exigimos ser escutados
Devidamente informados
Dignos do maior respeito.
Conservar é o que queremos
As nossas águas saudáveis
As lindas paisagens que temos
As nossas serras intactas
E não cheias de buracos
É tudo o que pretendemos.
Não queremos sentir mais
Os abusos do passado
Do tempo dos nossos pais
Sofrendo efeitos fatais
Ficando prejudicados.
Sofremos nestas paragens
Os efeitos das barragens
E a exploração da Borralha
Mudando a natureza
Destruindo a beleza
Maldita vilã canalha.
Os que gostam de Barroso/ Usamos
esta doutrina/ Neste ambiente formoso/ Dizemos um não à mina/.
Depois de pedidos todos os
esclarecimentos sobre a exploração do lítio em Barroso, poucas respostas
satisfatórias foram dadas, e ninguém assume as responsabilidades. Os habitantes
das áreas abrangidas, têm todo o direito de pedir informações concretas sobre o
impacto da exploração, os seus benefícios, e os prejuízos que o seu efeito
implicará; podem e devem exigir-se as devidas garantias. Na minha opinião, a
preservação das águas, é o fator mais importante.
É criminoso tornar uma terra
considerada Património Agrícola Mundial, e que as suas águas já abastecem uma
área considerável de habitantes, e pode vir a abastecer muitos mais,
transformá-la num átrio de poluição. No passado fomos prejudicados com a
exploração do volfrâmio, nas minas da Borralha, que deixaram os nossos campos e
os nossos montes esburacados, e projetaram várias nascentes nas profundezas das
minas de onde as águas saem poluídas. A conservação do meio ambiente deve ser
preservada, todos os produtos da terra explorados não podem causar efeitos
nocivos para a saúde, e bem-estar dos seus habitantes.
As coisas quando começam mal,
raramente acabam bem, os governantes e os responsáveis locais, têm o dever de
tomar as devidas providências de modo a não prejudicar o meio- ambiente, o ar
puro e saudável que aqui se respira. Mesmo que o ministério do ambiente garanta
a exploração com todo o rigor ambiental, terá de ter a concordância dos
residentes das áreas abrangidas porque são eles que vão sofrer as
consequências.
Entre os anos 1914/1916, os habitantes de Salto, fizeram forte oposição ao governo, revoltando-se contra a anexação da freguesia de Salto a Cabeceiras de Basto, (ver Questão de Salto, de José Dias Batista,) e depois de várias sentenças contrárias, mantiveram Salto em Barroso, será que já não há sangue desse nas veias dos barrosões?
Júlio
de Barros
quarta-feira, 26 de julho de 2023
TROVAS DE ARREMESSO
TROVAS DE
ARREMESSO
Flávio Vara
https://www.bertrand.pt/autor/flavio-vara/41528
Racista?
Costa acusa de racistas
os que lhe chamam monhé;
mas desde quando é racismo
chamar a alguém o que é?
Galambada
Quem com garotos se deita
acorda todo borrado,
como previne o rifão;
qual foi então o garoto
com quem Costa se deitou
pra ficar tão porcalhão?
Foi o garoto Galamba,
seu amor de perdição.
Cumplicidade
Neste momento em que o vemos
afagando o cotovelo
do seu amigo magiar,
devíamos estar a vê-lo
mas na inauguração,
do memorial de Pedrógão
onde se baldou a estar.
Ele é um grande macacão,
com muitas habilidades;
sabe muito bem quais são
as suas prioridades.
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MOGADOURO - Festival da Terra Transmontana
No
passado fim de semana estivemos em Mogadouro, num belíssimo local junto ao
castelo e, durante três dias, observámos a dinâmica festiva da gente do Planalto,
como mostram as imagens que seguem.
“Com
uma forte
componente lúdica, proporciona o contacto com a natureza, com
as ritualidades,
a música folk, a gastronomia, as artes e ofícios e as
demais expressividades poético-culturais que caracterizam esta região do Planalto
Mirandês, recuando também até contextos medievais, como é o
caso da Carta de Foral atribuída a esta
vila, em 27 de dezembro de 1272, pelo rei D.
Afonso III.
Os
ofícios, as tradições, a gastronomia, as sonoridades da região, são, portanto,
um conjunto de atividades que pretendem valorizar tudo o que é história e o que
levou a Mogadouro, a ser aquilo que é hoje.
O FTT tem
uma particularidade única, já que se realiza no centro histórico da vila, junto
ao velho castelo Templário da localidade, largo da Misericórdia e do
emblemático bairro do Penedo e largo Conde de Ferreira, onde os visitantes
marcam encontro com a história e as tradições seculares deste território
fronteiriço.
Com
esta iniciativa pretende-se também proporcionar oportunidades de mostra e
comercialização de produtos locais, com diversas tendas e bancas de
expositores, numa zona da vila que vai perdendo habitantes.
Durante
o FTT os moradores da zona histórica da vila de Mogadouro abrem
as portas das suas casas transformando-as em "verdadeiros" espaços
gastronómicos.
Este ano o festival foi organizado em quatro espaços como praça Folk e tabernas, feira de tradições, mercado de velharias e dos produtos hortícolas e casas particulares transformadas em espaços gastronómicos na zona histórica”.
A concha de S. Tiago de Compostela
A
concha é um elemento marítimo, que representa: a fecundidade, o prazer, a
prosperidade e a sorte.
Dizem
que Vénus, a deusa do amor e da sensualidade, foi concebida dentro de uma
concha.
Na
crença de que o mar seja a origem geradora da vida, e tendo a deusa um amor tão
carnal como espiritual, saído de uma concha, esta passou a representar a
fecundidade.
A
concha passou então a estar relacionada com o útero, ao seio materno, e aos
órgãos reprodutores da mulher!
Diz
a lenda que nesse dia
Em
que havia um casamento
O Santo
salvou o noivo
Que
se afundava mar dentro.
Casaram
foram felizes
Unindo
os seus destinos
E
assim ficou S. Tiago
Patrono
dos peregrinos!
Júlio
de Barros
Ficámos hoje a saber que o Chega e o Doutor Ventura são esquerdóides...
Comentário: Ficámos hoje a saber que o Chega e o Doutor Ventura são esquerdóides... E, portanto, para os esquerdóides, "tudo como dant...













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