quinta-feira, 5 de abril de 2018

Los retornados

                      Imbondeiro en el lago Niassa, Mozambique en 1964 – Alfredo Henriques.
                                         También disponible en El Nacional

Um conjunto de cretinos que observaram nos movimentos de esquerda a ascensão social que nunca conseguiriam por mérito próprio, continua a querer manipular as mentes dos incautos com aldrabices que têm meio século. Racismo para aqui, racismo para ali. Ao ponto de a televisão pública portuguesa, com o dinheiro de todos (vulgo contribuintes), pagar programas “históricos”, parciais e ideologicamente identificados.
A coberto destes comportamentos, certos energúmenos vão publicando nas redes sociais as aldrabices que bem entendem, sobre uma questão que nunca presenciaram, e muito menos viveram.
Da praia do Mussulo apresentamos apenas uma fotografia, onde é notória a concentração de uma família branca, mas com sujeitos africanos aqui e ali. Um que se distingue em pé observando um núcleo a nadar nas águas do Mussulo, e dois ao fundo, sentados, em descanso. Dir-nos-ão que se observa na mesma pouca gente africana. Pois observa, mas qual foi o motivo da foto? O convívio da família branca. Tão simples quanto isso. Se determinada família for a um piquenique, qual será a sua preocupação? Fotografar os elementos da família. Mas a escumalha esquerdista vê nisto discriminação! Melhor dizendo, RACISMO!
E porque já se perdeu tempo demais com essa gente, passemos ao que interessa: a leitura de um artigo que se transcreve e cujo site se indica.

Mi padre nació en Luanda en 1960, al inicio de todo este polvorín. Sus recuerdos idílicos de infancia están mezclados con la emoción de la guerra desde los ojos de un niño y los horrores y los escenarios extremos de violencia y salvajismo; todo eso en el remolino que es su memoria desde el 60 hasta el 75, cuando luego de otorgada la independencia toda mi familia salió huyendo de Angola en medio del fuego cruzado. Esta es la historia del mayor movimiento de masas en la historia de Portugal, aquellos que vivieron el sangriento fin del último imperio colonial y fueron víctimas de la ceguera ideológica que en tantas ocasiones caracteriza a los revolucionarios.

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