sexta-feira, 22 de abril de 2016

Costa e Catarina, os “paleiógrafos”


Ao contrário das doutorandas bloquistas, sabemos muito bem que a palavra não existe. Como sabem os operários metalúrgicos do PCP. Porque todos sabemos um pouco de gramática. Mas como não existe, decidimos inventá-la para caracterizarmos as benditas cabecinhas de Costa e da dona Catarina. Ambos entertainers num palco que não existe.
A verborreia (vulgo a lábia, paleio) de ambos engana os estúpidos. Não engana a decência. Porque esta sabe que o trambolhão se aproxima e que o fim (politico) de ambos não vai ser nada bom.
Costa, com todo aquele paleio diz que com este Programa de Estabilidade “há um caminho distinto daquilo que vinha a ser seguido". Há um caminho distinto porque não ganhou eleições, não tem o sustento das urnas. E por essa razão, para sobreviver politicamente, tem que abdicar de um caminho correcto em termos de consolidação das contas públicas, para alimentar o ego daquela senhora que sabe pouco de gramática portuguesa. Mas pede (agora) que deixem esta governação seguir o seu caminho tranquilamente (vejam bem, tranquilamente).
Há cerca de um mês a doutora Teodora Cardoso, informava que o Orçamento desta governança para 2016 partia com um buraco de 1600 milhões! Conhecido o Programa de Estabilidade, não arreda sobre as proposições. A própria governança a 20 de Abril anunciava um corte de 1400 milhões para 2017. Ora se isto não é austeridade, o que é? Bom, agora que está na moda o desconhecimento da Gramática, talvez inventem outra palavra para caracterizar “austeridade”!    Armando Palavras

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