sábado, 23 de janeiro de 2016

Stephen Hawking aponta para o fim da Humanidade

 
Em declarações à BBC, Stephen Hawking aponta a guerra nuclear, o aquecimento global e vírus geneticamente modificados como os possíveis arautos da desgraça do planeta.
 Fonte JN

Hawking diz-se um otimista e acredita que a humanidade pode superar os problemas que possa vir a enfrentar. Sugere, contudo, que um "desastre global" é quase uma certeza nos próximos mil a 10 mil anos.
Se o pior vier a acontecer, a única forma de garantir a sobrevivência humana é ter uma colónia noutro planeta, como Marte. Um hipótese, no entanto, que o físico não acredita ser possível de concretizar no século seguinte. Assim, Hawking aponta os próximos 100 anos como os mais perigosos para a humanidade, uma vez que durante este período não vamos conseguir ter colónias autossuficientes no Espaço.
Recorde-se que no ano passado, Stephen Hawking, um dos mais famosos físicos e cosmólogos do mundo, aliou-se a um multimilionário russo para conseguir financiamento para a procura de vida extraterrestre. "O alcance da nossa pesquisa não terá precedentes: vamos pesquisar um milhão de estrelas próximas, o centro da nossa galáxia e cerca de cem galáxias nas proximidades", garantiu, na altura, o russo Yuri Milner.
Hawking sofre de uma distrofia neuromuscular chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica que o deixou quase totalmente paralisado, sendo que a doença tem tendência a avançar. Atualmente a única forma que o britânico tem de comunicar é através de contrações para selecionar palavras num ecrã, um processo bastante lento.
Já em 2014, Hawking tinha alertado para um desastre global, dizendo que a inteligência artificial pode "significar o fim da raça humana".

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