domingo, 15 de dezembro de 2019

O fascismo está aí de forma velada – quando demitem Flor Pedroso?



O fascismo está aí de forma velada. Maria Flor Pedroso censurou a 15 dias das legislativas um programa de Fátima Felgueiras, sobre o lítio. Esse programa teria, com toda a certeza, proporcionado outros resultados nessas legislativas. O que possa acontecer à dona Flor agora, já não proporciona, para o bem geral, coisa alguma, porque o pretendido está conseguido.
O poder actual não mexerá um dedo porque esta senhora com um método fascista, deu-lhe, pelo menos, 5% de votantes. E a senhora nada fará se a decência da sua classe profissional a nada a obrigar.
O nepotismo tem destas coisas – leva invariavelmente a sistemas totalitários. Avisou-se a tempo para isso. Ninguém quis ouvir porque os do costume manipulam os meios e possuem rendas rafeiras estimáveis a conservar.
Sobre o caso do lítio só dois jornalistas se escandalizaram: Alberto Gonçalves e João Miguel Tavares. Ontem a eles se associaram alguns jornalistas do Sol. Barroso da Fonte há algum tempo que disse alguma coisa. Hoje no jornal i surge em primeira página outro caso patrocinado pela dona Flor, que trabalhava como docente a tempo parcial no ISCEM. Contactou a diretora da instituição, Regina Moreira, para dar conta de que o ISCEM estava a ser investigado pela equipa do “Sexta às 9”.
Processos destes revelam o fascismo velado que cobre toda a sociedade portuguesa. Desde as escolas, aos hospitais, passando por repartições disto e daquilo tudo está corrompido. Criaram-se as “leis”, a partir de 2005, a propósito de manter a mediocridade do costume nos cargos (chefias). A Troika com a governação de Passos ainda corrigiu muita coisa. Foram para lá os corruptos que vinham de 2005 e a coisa mostra-se. Pelo que temos observado, a” lei” em Portugal, é apenas uma força cristalizada que favorece os que a criam. O seu sentido universal   há muito (desde 2005 – com interregno no período da troyka) que foi transformado em sentido pessoal.
Ainda ontem, no Facebook demos com isto:




Mais um escândalo na RTP, na televisão paga por todos nós!
Durante uma reunião extraordinária do Conselho de Redação (CR) da RTP, Maria Flor Pedroso, que trabalhava como docente a tempo parcial no ISCEM, revelou que contactou a diretora da instituição, Regina Moreira, para dar conta de que esta investigação estava a ser feita pela equipa do “Sexta às 9”
Fonte expresso.pt

Hino do Desportivo, Ágata e o autor da Letra

                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Letra de BARROSO da FONTE
                                                                                                       Música de CARLOS  EMÍDIO PEREIRA
                                                                                                                            (1970)

Por BARROSO da FONTE

Soube pela imprensa local e nacional que Francisco Carvalho, pai do “Chiquinho da Ágata!”, Presidente da SAD e presidente honorário do Grupo Desportivo de Chaves, tem alimentado muitas tribunas do jet set mediático, pelo facto de haver muita concorrência nessa indústria da fama fácil, graças ao século da extravagância, da libertinagem e da futilidade.
Diz o povo que cada um come do que gosta. E se o amor é tão forte que supera a loucura das paixões assolapadas, viva cada qual aquilo que entende, por bem, desde que não prejudique terceiros. Essa crise de relacionamento conjugal é hoje o pão nosso de cada dia. E quem sou eu para dar lições de moralidade num tempo e num lugar onde se entra no Parlamento como se fosse num clube de swinger's, como sucedeu no primeiro dia da instalação parlamentar, com um assessor de saia?
Em 1970 a direção do Grupo Desportivo de Chaves convidou-me para escrever a letra para o Hino do Clube que, em 27/9/1974, comemorava as bodas de prata. A mesma direção solicitou ao Amigo de saudosa memória Carlos Emídio Pereira que fizesse a música para essa letra. Já éramos, mas ainda ficámos mais amigos. Entretanto ele faleceu. E como não registou essa música na Sociedade Portuguesa de Autores, nem declarou essa autoria em documento, como propriedade sua, mais tarde não pôde, nem conseguiram os herdeiros, reclamar os direitos autorais em tribunal. Como música e letra resultaram num bem cultural que foi confiado ao GD Chaves, a Espacial editou-a em CD e, desde aí, comercializou-a como se fosse criação popular. Os direitos de autor foram para quem se apropriou de trabalhos intelectuais alheios. Da minha parte prescindi desses direitos a favor do GDC. Já não recordo quem presidia nessa altura à Direção. A verdade é que nem me responderam.
Consultei, agora que soube das divergência de fundo do casal, que Ágata, a cantora desse “meu” Hino, afirmou aos mass media que o ex-companheiro Francisco Carvalho não lhe dá os direitos por cantar o hino do Desportivo de Chaves. Diz ainda mais: que está barrada pelo «ex» no Estádio municipal de Chaves e que proibiu que o hino oficial do clube fosse ouvido nos jogos realizados em Chaves. «O Francisco retirou a minha voz dos jogos porque não queria ouvir o eco da minha entoação».
Devo confessar que não conheço pessoalmente o Sr. Francisco Carvalho, nem algum dos seus filhos. Penso que era ele o presidente da Direção quando o Desportivo ainda não era SAD.
***
Música de CARLOS  EMÍDIO PEREIRA
(1970)
O Desportivo de Chaves nasceu em 1949 e só na época de 1972/3 subiu da III à II divisão nacional. Em 1974 completou 25 anos e a direcção dessa época convidou-me para escrever a letra e ao Carlos Emídio Pereira para escrever a música. Desde aí, é sempre cantada quando há jogos no seu Estádio. No início deste século, a Ágata, mãe do actual Presidente, Bruno de Carvalho, gravou-a em CD, através da Espacial. Mas em vez de pedir autorização aos autores e de escrever os nomes da letra e da música, omitiram os seus nomes e chamaram-lhe «populares» Na sua edição de 02-11-2007, o Jornal Notícias do Douro deu essa notícia nos seguintes termos: «Discográfica que editou CD do Desportivo de Chaves «matou» os autores da letra e da música». Mas já que a APEL não deu andamento ao processo, fica aqui desmistificado o «roubo».
Há muitas formas de matar pessoas vivas. E a Espacial cometeu essa proeza, ao editar um CD, registado na SPA com o n° 3200637, em 2003, plagiando a letra e a música e registando-as com a palavra “popular”, quando o autor da letra está vivo, como se vê por estas palavras que assina, e o autor da música, Carlos Emídio Pereira, que faleceu há 14 anos, mas tem o filho, António Maria Pereira, a viver em Vila Real, pertencendo-lhe os direitos artísticos do Pai.
Como se sabe, as obras literárias e artísticas têm dono, tal como uma propriedade que se herda ou um automóvel que se compra. E, do mesmo modo, também os direitos desses bens se transmitem aos herdeiros, até 75 anos para além de morte dos seus criadores. Quem tiver dúvidas sobre a legitimidade que aqui se reclama poderá consultar a imprensa da época, nomeadamente o Notícias de Chaves de 28/9/1974. Aí se pode ler, sob o distintivo do Clube: «letra da marcha do Grupo Desportivo de Chaves - Comemorativa das suas Bodas de Prata que ocorreram ontem, dia 27-9-1974. Música de Carlos Emídio Pereira, Letra de Barroso da Fonte, interpretação de Avelino Aurélio (Bio)». Na altura, o Álvaro Coutinho e o António Saldanha publicaram um livro sobre o glorioso Desportivo de todos nós. Aquele já faleceu. Mas este ainda está vivo.
Tal como na época de 1972/73 fui eu que, na qualidade de vice-presidente e a convite da Câmara, formei o elenco com: o Engº Luís Gonzaga, o Prof. Viegas, o Rafael, o Cardoso e outros cujos nomes já não me ocorrem, formámos a direção que levou, pela primeira vez, o GDC da III à 2ª divisão. Com alguns desses liderámos a Comissão Administrativa e, nesse escaldante defeso, lutámos, de noite e de dia, para recuperarmos o 1º lugar da subida. Nunca mais deixei de ser um fervoroso simpatizante do Chaves, mesmo quando fui vereador na Câmara de Guimarães (1986-1990), com o pelouro do Desporto. Fui o único dirigente do Chaves que, nesse ano da subida, teve um processo disciplinar, movido pela F. P. de Futebol (com o nº 219/1973), e do qual só fui amnistiado em 15 de Maio de 1974, graças ao 25 de Abril desse ano.
Espero que este desaguisado folhetim que deveria ser, apenas, de carácter familiar não venha, agora, toldar a carreira do Glorioso Desportivo de Chaves.
Em nome dele estou disponível para não agravar a união de que o Glorioso precisa para voltar à I Liga. Se me aperceber de que o esforço dos Flavienses e simpatizantes em geral serve de trampolim para alguém cavalgar em noites de lua cheia, não permitirei que algo daquilo que fiz pelo clube, nomeadamente o Hino cuja letra ofertei, com imenso gosto e sem contrapartidas, ao Clube de todos, certamente teremos de usar outra linguagem.
Barroso da Fonte

sábado, 14 de dezembro de 2019

Maria Flor Pedroso já se demitiu?


Na capa do jornal Sol vem destacada notícia sobre o caso do programa de Fátima Felgueiras (Sexta às 9), censurado por Maria Flor Pedroso, a 15 dias das eleições legislativas em Outubro!
Um episódio que em democracia é intolerável (se é que vivemos realmente em democracia). Mas numa democracia latina tudo é possível. Gangs de rafeiros servem o poder que lhes garante a renda! E os comparsas jornaleiros garantem-lhes a rafeirice. E é com isto que contam – com os comparsas jornaleiros.
O poder não escorraçará esta senhora, só a decência do seu meio (jornalístico).
Apenas dois jornalistas até agora se escandalizaram com o caso: Alberto Gonçalves (Observador) e José Miguel Tavares (Público). E agora os do jornal Sol.

Siga aqui:


Um desenho para Maria Flor Pedroso




A democracia que temos é parecida com o fascismo que tivemos


ALBERTO GONÇALVES
OBSERVADOR

A totalidade das televisões e a quase totalidade da imprensa “tradicional” prestam um valoroso serviço de vassalag..., perdão, de acompanhamento imparcial das fabulosas proezas dos nossos estadistas.

   
Estavam a pedi-las. Por um lado, são os “media”, que tanto divulgam o extraordinário trabalho do governo em prol da nação como, ocasionalmente, veiculam notícias que colocam em causa o extraordinário trabalho do governo em prol da nação. Por outro lado, é o povo, que sendo um bocadinho destrambelhado, nem sempre consegue distinguir os factos das calúnias. Estas maçadas, que prejudicam a consolidação de uma democracia sã, têm de ser superadas. Vai daí, nada mais natural e urgente que o anúncio, para o início de 2020, de uma “campanha de sensibilização” que “visa a convivência democrática entre uma comunicação social livre e uma população formada e capaz de exigir e procurar informação séria”. Estou a citar o “Jornal de Notícias”, que, num paradigma de rigor e patriotismo, tomou a informação oficial à letra e transcreveu-a sem aspas, comentários ou críticas.
Image result for nuno artur silva secretario de estadoO anúncio da campanha coube ao secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Propaganda, desculpem, e Media, Nuno Artur Silva, cuja obra e dignidade estão acima de diversas suspeitas – um homem que, desinteressadamente, já apoiava o dr. Costa nos tempos da autarquia lisboeta não carece de provar o seu amor ao bem-estar colectivo. Do alto desse amor, o sr. prof. dr. Artur Silva quer que as pessoas distingam o “jornalismo profissional, com qualidades de investigação, de análise e de crítica, rigor e isenção” daquilo “que não é informação, mas opinião em rede amplificada, ou seja, corrente de opinião desinformada”. Ou seja, que distingam a realidade da boataria destinada a sabotar a prosperidade que temos. Esta necessidade de disciplinar os “media” e educar as massas é essencial a qualquer país moderno e civilizado. A própria Venezuela não a dispensa.
Diz o sr. prof. dr. Artur Silva, prenhe de razão, que “a opinião pública é elemento fundamental da política e administração do país, incumbindo ao Estado defendê-la de todos os factores que a desorientem contra a verdade, a justiça, a boa administração e o bem comum.”… Alto! Alto! Alto! Não liguem,  que isto é da Constituição de 1933. O que o sr. prof. dr. Artur Silva diz é que a “desinformação é uma ameaça séria que pode afectar a credibilidade das instituições democráticas, minando a confiança nessas instituições”. E não é?
Image result for fátima felgueiras e flor pedrosoImagine-se, por absurdo, que um programa televisivo (por exemplo da RTP) tencionava, dias antes das eleições, transmitir uma reportagem sobre um governante (vamos dizer a rapaziada do Ministério do Ambiente) que atribuiu a concessão da exploração de um minério (talvez o lítio) avaliada em 350 milhões a uma empresa cheia de dirigentes de um partido (o PS, sei lá) com um capital social de cêntimos e sediada numa junta de freguesia (socialista, assim ao calhas). Semelhante peça de desinformação sem dúvida afectaria a credibilidade das instituições democráticas, leia-se o governo, e minaria a confiança nas mesmas, leia-se o mesmo governo: o cidadão incauto seria levado a pensar que o ministério do Ambiente está repleto de trafulhas, que a coisa se resume a uma marosca das grandes e que, quem sabe, o PS não é o modelo de honestidade que nos habituámos a considerar. Num caso destes, continuamos a imaginar, teria de haver uma directora de informação com coragem para suspender o dito programa e, na impossibilidade de o trucidar pelo fogo, chutá-lo para uma data inócua.
Salvo casos hipotéticos como o acima referido, claro que o problema não é a escassez de informação rigorosa. A totalidade das televisões e a quase totalidade da imprensa “tradicional” prestam um valoroso serviço de vassalag…, perdão, de acompanhamento imparcial das fabulosas proezas dos nossos estadistas. O problema é que ninguém, com idade inferior ou Q.I. superior a 85, consome tais produtos, donde a  crise dos “media”, que afecta até a indispensável Lusa de Nicolau do Laço e aflige o prof. Marcelo.
A solução, ainda não explícita na “campanha de sensibilização”, é óbvia, e passa por convencer a ralé distraída a consumir unicamente os “media” a que o sr. prof. dr. Artur Silva atribui “qualidades de investigação, de análise e de crítica, rigor e isenção”. É difícil? Não. Basta uma política articulada de incentivos, quer incentivos fiscais (ou um tipo, atarraxado ao medidor de audiências, vê quatro horas diárias da SIC Notícias ou retêm-lhe na fonte mais 10% do salário), quer incentivos laborais (ou um tipo confirma a contemplação regular de todos os “debates” nos canais “informativos”, incluindo a “Quadratura” e o que tem o prof. Rosas, ou tiram-lhe o emprego), quer incentivos sociais (ou um tipo faz uma assinatura de 12 anos do extinto DN ou vai preso). Quem for apanhado a espreitar o Observador, o “Sol” ou algum “site” infecto de notícias daninhas para o poder que nos abençoa terá de pagar pesada coima ou, em caso de insolvência, a beijar um mupi em tamanho real de Ferro Rodrigues. Se repetir a graça, será forçado a levar o retrato para casa.
O povo educa-se, a bem ou a mal. Normalmente é a mal, mas para o seu bem.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Cultura Transmontana vive amordaçada pelos mass media


BARROSO da FONTE
Nem com o maior índice de membros de governo por distrito, Trás-os-Montes consegue para os seus autores e artistas, mais apreço para quem mais sofre para neutralizar o abismo da menorização dos seus naturais. Se há regiões do país que têm suportado os horrores da interioridade, Trás-os-Montes e Alto douro, sempre foi e teima em ser aquele que foi o coração do primitivo Condado Portucalense.
Quando Santana Lopes, na qualidade de Secretário de Estado, transferiu a Delegação Regional da Cultura Norte, do Porto para Vila Real, chegou a pensar-se que tal mudança seria o primeiro passo para a descentralização que urge concretizar. Já 25 anos tudo está como estava em 1994. A essa experiência não foi corroborada por outros serviços e a dispersão de serviços, sobretudo administrativos, não produziu resultados práticos porque tudo passa pelo Porto.
Em Vila Real e Bragança houve delegações da RTP que incrivelmente deixaram de dar sinal. Raramente é dada imagem e voz aos muitos e valorosos agentes culturais que se vão revelando em obras ao vivo, quer musicais, artesanais, literárias ou científicas. Quando se completavam 20 anos desde a transferência da delegação do Porto para Vila Real, David Carvalho, diretor artístico do Teatro Filandorra lamentava que a Companhia fosse estrear uma peça da autoria de um escritor reconhecido da região apenas com o apoio das autarquias locais o assunto foi decidido em Lisboa, sem terem qualquer informação do que se passa ma região. Pergunto-me - confessa David Carvalho, - qual será a função do Diretor Regional da Cultura ou se o erro está em Lisboa que não dá poder às delegações regionais». Concluía este diretor artístico: «as delegações regionais foram sendo esvaziadas de recursos humanos e logísticos. A atual sede não é um organismo vivo de ligação com os agentes culturais, só existe formalmente».
MIGUEL VEIGA
JOÃO de DEUS RODRIGUES
Os distritos de Bragança e de Vila Real, tal como algumas Casas regionais (Lisboa e Porto), mais a Academia de Letras de Trás-os-Montes e o Grupo Cultural Aquae Flaviae, têm-se revelado como núcleos vivos da verdadeira cultura, graças à notável capacidade artística dos seus agentes Transmontanos. O Grémio Literário de Vila Real, a par da Academia de Letras de Trás-os-Montes, mais a Biblioteca Adriano Moreira e o Grupo Cultural Aquae Flaviae em torno das gradas personalidades, como Adriano Moreira, Hirondino Fernandes, João de Araújo Correia. Pouco antes partiram: Miguel Torga, Edgar Carneiro, António Cabral, Fernão de Magalhães Gonçalves.
Da Casa de Lisboa chegam os prémios Adriano Moreira para Manuel Veiga e João de Deus Rodrigues. Em Novembro no mesmo espaço cultural de Bragança reaparecera «E eu a cuidar!...»
Hirondino Fernandesdo novo Abade de Baçal Hirondino Fernandes:
São meia dúzia de contos em linguagem popular que se procura salvaguardar. É uma edição do Município de Bragança, que reúne várias histórias das décadas de 70 e 80 do “século anterior” já publicadas em jornais e revistas. “É um livro diferente, é um livro único, pois utiliza uma linguagem que hoje já não é usada normalmente no dia a dia, mas que vem retratar aqui muito daquilo que era as expressões e a forma como os transmontanos comunicavam há uns anos”, Mais uma obra bem-disposto Hirondino Fernandes, no alto das suas 90 primaveras, referindo que o livro, que é uma edição do Município de Bragança, retrata várias histórias das décadas de 70 e 80 do “século anterior” já publicadas em jornais e revistas».  
Barroso da Fonte