sexta-feira, 5 de outubro de 2018

António Carmo, no Museu do Côa.



Por: Costa Pereira Portugal, minha terra

“Encontros com o Côa”
 É título duma exposição de pintura que está a figurar no Museu do Côa, desde 4 de Outubro até 14 de Novembro. Neste lapso os apreciadores da arte que com a paleta e o pincel os verdadeiros mestres da pintura sabem construir, vão ter oportunidade de poder ver trabalhos do consagrado pintor António Carmo que ali já estão patentes. Ao Conselho Diretivo da Fundação Côa Parque, e ao distinto artista plástico, os meus agradecimentos pelo gentil convite que me fizeram. O meu muito bem haja.

Le confiseur moderne



quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Os que trilharam o meu caminho … 1

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Rui Rio em condições de ganhar eleições


Rui Rio foi hoje à RTP 3 para ser entrevistado. A entrevista acabou agora mesmo. Depois da sua eleição, nenhum comentário neste espaço se havia feito, em relação à sua actuação, ou ainda sobre o Partido Social Democrata. Hoje verificámos que temos homem. Um politico inteligente, com propostas decentes. Foi conciso, correcto, verdadeiro e honesto. Sobre os professores,  sobre o roubo de Tancos, PGR ou sobre o Sistema de Saúde, foi do melhor que se ouviu politicamente.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Amanhã em MONTALEGRE ...

Edição: Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de LISBOA
Impressão: Exoterra

Hirondino Isaías
Amanhã, em Montalegre ... com a presença do presidente da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, Hirondino Isaías, e os autores barrosões.

Em Mogadouro foi assim. A reportagem da Localvisão TV pode ser vista AQUI.

Ontem na CTMAD


Ontem, "A Voz da liberdade", de Maria Máxima Vaz,  esteve na casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Lisboa. Dela tratou Ernesto Rodrigues, o escritor transmontano, natural de Torre de Dona Chama e professor universitário da Faculdade de Letras de Lisboa.


terça-feira, 2 de outubro de 2018

Em Mogadouro foi assim. Antologia ao rubro


Em Mogadouro foi assim. A reportagem da Localvisão TV sobre a Antologia de autores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana   pode ser vista AQUI.

É bom poder recordar, é bom sinal


Por Costa Pereira Portugal, minha terra

Foi das primeiras terras de Vila Nova de Gaia que nos finais da década de 60 conheci. Depois conheci outras, mas ao fixar-me em Lisboa só muito raramente voltei a Arcozelo. Mas vamos à história: Um dia apareceu um ilusionista em São Mamede do Coronado que fazia equipa com outros. Era conhecido pelo apelido de “Maia”, e um dia encontrei-me de novo com ele num certame que no Porto decorreu na Av. dos Aliados. Nesse tempo eu falava pelos cotovelos e tinha muito jeito para filosofar, de tal forma que tendo adquirido um livro de poesia do qual ele era coautor logo me agradeceu a carta que lhe dirigi a falar do livro e de pronto me convidou para ir almoçar a sua casa.
Lá fui parar. Atenção que esta casa nada tem a ver com a casa desse meu amigo, é doutro. Aproveitei para fazer uma reportagem, que saiu assim:  “Fica esta populosa e simpática freguesia no concelho de V.N.de Gaia e dista da cidade do Porto uns 13 kms. É servida por boas estradas e pela estação da CP de Miramar. Sob o aspecto económico é por natureza agrícola, mas também a industria e o comércio concorrem aí para a ostentação e luxo das suas lindas e airosas vivendas que alojam os seus aproximados 12 mil habitantes. É nesta ridente e espaçosa freguesia que se encontra desde 1885 o cadáver incorrupto de D. Maria Adelaide de S José Sousa Gama (a Santa de Arcozelo),numa capela mandada erigir para tal fim no cemitério local por volta de 1931 pela Junta de Freguesia. Ao largo fronteiriço do cemitério foi dado o nome : Parque D. Maria Adelaide. Nele se levanta formosa e altaneira a igreja paroquial, mandada construir no  século passado pelos arcozelenses em substituição da antiga capela de N.S. da Hora, a qual não tinha dimensões para albergar todos os fieis da paróquia.  É hoje esta freguesia visitada anualmente por milhares de transeuntes que dos mais variados pontos do país e estrangeiro, ali se deslocam para verem o cadáver da serva de Deus, D. Maria Adelaide, no seu esquife, que não obstante os decretos de Urbano VII e da S.C.dos Ritos – jamais alguém ter o direito de se antecipar aos juízos da Santa Igreja  no julgamento de fenómenos como os de Arcozelo, deixam de ali afluir  chamados muitas vezes pela consciência e dever de cumprir uma prece feita em momentos angustiosos e em que só o poder sobrenatural poderá interceder. O cadáver encontra-se coberto de cordões e jóias de ouro e o esquife rodeado de notas e moedas. A casa dos milagres que fica ao lado direito da capela, está repleta de ofertas e quadros com fotografias de indivíduos que por sua intercessão têm obtido graças. Todas as oblações ali colhidas ficam na posse de uma comissão composta pela Junta de Freguesia, e revertem á conservação da capela e melhoramentos da terra”
São Mamede de Coronado / Dez de 6O
In “ Noticias de Basto” de 1O /12 1960”.
Quase 60 anos depois lá voltei de novo no passado dia 24 Setembro, e por mero acaso passei no local onde então almocei. O prédio ainda lá está, muito bem conservado, embora com ares de desabitado e mal cuidado. Ia de boleia e todos nós muitos apressados para chegarmos ao destino que agora nos levava aquela terra. Memórias de tempos idos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

CICLO ‘OS LUGARES DE JOÃO DE ARAÚJO CORREIA’ – 2.ª JORNADA

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL
Grémio Literário Vila-Realense




                Teve lugar no dia 29 de Setembro de 2018 a 2.ª jornada do Ciclo ‘Os Lugares de João de Araújo Correia’, iniciado este ano pelo Grémio Literário Vila-Realense. A jornada teve lugar nas Caldas do Moledo, local muito da predilecção de João de Araújo Correia, que muito escreveu sobre a necessidade da sua reabilitação. A Tertúlia de João de Araújo Correia publicou recentemente uma colectânea desses textos.
                Antes de seguir para as Caldas, o grupo foi recebido e saudado pela Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Peso da Régua, Dr.ª Maria José Lacerda, no moderno complexo cultural da Alameda dos Capitães. Nesse mesmo local, o Dr. Manuel Igreja proferiu uma interessante palestra sobre “A Régua no tempo de João de Araújo Correia”.
                Já no ambiente de doce nostalgia das caldas, foi a vez de a Dr.ª Helena Gil, presidente da direcção da Tertúlia de João de Araújo Correia, falar com total conhecimento de causa sobre “As Caldas de Moledo na obra de João de Araújo Correia”.

Programa de actividades da CTMAD - Outubro de 2018


Cara(o) Consócia(o),

Com a entrada do mês de Outubro a Direção da CTMAD procede ao envio do Programa de Atividades previsto para este mês na expetativa que os sócios visitem a Nossa Casa e participem nas diferentes atividades.
Durante o mês de Outubro destacamos as inscrições para o Curso de Mirandês em que o prazo termina no dia 15 de Outubro.
Por outro lado, destacamos a Cerimónia Evocativa do Centenário da Morte do Comandante Carvalho Araújo que a 14 de Outubro de 1918 morreu de forma heróica ao proteger o Vapor de São Miguel de ser afundado pelo submarino alemão U-139.
Image result for Carvalho araújo, vila realFoi também Deputado por Vila Real à Assembleia Constituinte da República e Governador do Distrito de Inhambane em Moçambique.
Para os interessados em ficar para Jantar no Dia da Cerimónia em convívio com familiares do Comandante Carvalho Araújo, ou seja, Dia 16 de Outubro, pelas 20h00, agradecemos que façam a respectiva inscrição. Custo: 10,00 €
Saudações Transmontanas e Alto Durienses,
Hirondino Isaías
Saudações Transmontanas e Durienses
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Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro
Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.
1000-081 Lisboa