sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

A beleza feminina desmente o Apartheid em Angola


O Doutor Barroso da Fonte, Amigo Antigo, acaba de nos enviar esta mensagem:
“Prezado Amigo Doutor Armando Palavras, gostei muito da peça que colocou no seu blog sobre a miopia de alguns historiadores que trocam a verdade dos factos pela miopia das ideias que professa.
Gostei muito da ilustração dessa peça com a beleza das doze caras lindas que
elegeu para evidenciar a maturidade, beleza, simpatia e dignidade das mulheres Angolanas, tão coerentes, sensíveis e respeitáveis como as mulheres brancas que falam a mesma Língua, respeitam idênticos valores e usufruem dos mesmos sortilégios físicos, morais e sociais.
Um grato abraço pela distinção com que me tratou e aos meus escritos no ano que vai findar”.  Barroso da Fonte
E logo a seguir, envia-nos o seu contributo quinzenal que tanto tem valorizado (como o de outros colaboradores transmontanos) este blogue. Por ora publicamos a parte que respeita às mulheres Angolanas, diremos mesmo, Africanas. Ainda hoje, ou amanhã se publicará a primeira parte do artigo que versa o linguarejar online.

BARROSO da FONTE

Teve o bom gosto de colocar diante dos olhos desse historiador, uma dúzia de misses da beleza humana mais deslumbrante que povoa esse País «da Antiga África Portuguesa». Elas fazem água na boca e pedem meças às mais belas de qualquer paraíso terrestre.
Ele que tem o apelido do Rosas, se tiver os cromossomas e os genes vitais da Raça Lusitana, não se negará a rastejar para lhes beijar o rosto e os seios, como fizeram, ao longo dos tempos, milhares de brancos que preferiram as angolanas para mães das suas filhas, netas e bisnetas. Quantas mulheres brancas se cruzaram com angolanos que demandaram o «puto», como jogadores de futebol e que por cá ficaram, pulverizando a sociedade com gente igual na alma, ainda que desigual na cor da pele?
Boas Entradas no Novo Ano e muitos fãs para o tempocaminhado@gmail.com
Barroso da Fonte

MOSTEIRO - Pedrogão Grande, as cinzas e a esperança


JOÃO de DEUS RODRIGUES
JORGE GOLIAS
João de Deus Rodrigues, poeta de Macedo de Cavaleiros, já com obra consagrada em Trás-os-Montes, vai lançar a público novo livro, na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, no dia cinco de Janeiro. 
Por altura do “Jantar dos Reis”, com que a agremiação irá brindar os seus associados (e concidadãos). 
O volume será apresentado por Jorge Golias, outro distinto transmontano do concelho de Mirandela.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Coisas da aldeia lusa


A Quadra Festiva trouxe-nos as velhas novas noticias do costume da aldeia portuguesa. Governada pela oligarquia do costume, a novidade é velha.
As velhas famílias oligárquicas, no velho costume de amizades entrelaçadas, continuam de vento em popa. João Soares e Gabriela Canavilhas foram apontados à administração da agência Lusa. São as duas hipóteses encaradas como mais prováveis para suceder a Teresa Marques na administração da agência de notícias.
Com tanta gente nova, competente e formação superior adequada nas melhores Universidades lusas, nos melhores Institutos como o Técnico ... vão sempre buscar os mesmos. Como podem os novos fazer curriculum? Nesta aldeia lusa é impossível, a não ser que emigrem!
A forma ignóbil como os partidos negociaram a lei do financiamento dos partidos [Manuela Moura Guedes], sem transparência e de forma aberta, é outra velha novidade! É óbvio que a família mais interessada é a do PS, na medida em que tem uma divida de 20 milhões! Mas esta forma de gerir a politica aldeã demonstra que os partidos de esquerda, não são iguais aos outros – são piores!
Ainda hoje fomos surpreendidos com outra velha novidade da aldeia lusa. António Saraiva (presidente da CIP) foi entrevistado na “Hora da Verdade” e aí disse, notem bem, que “espera que a nova liderança do PSD ajude o PS a libertar-se da esquerda”.
Outra velha maneira de estar na aldeia lusa. O dr. Saraiva sabe bem (porque tem boa memória) como isto começou em Outubro de 2015. Um partido venceu eleições, outro perdeu-as e quem as perdeu governa, com aquela fórmula manhosa inventada pelos constitucionalistas lusos há mais de 40 anos!
O que o dr. Saraiva deve esperar, para que de uma vez por todas a aldeia lusa passe pelo menos a vila é que se arranje uma fórmula constitucional para que quem ganhe as eleições governe.  O PSD não tem que libertar coisa nenhuma, tem que concorrer a eleições, ganhá-las e governar sem os garrotes da BANCARROTA. Nos últimos 30 anos o PSD governou sete e sempre em situações de dificuldade. Sempre com garrotes.

Jantar de Reis na Casa de trás-os-Montes e Alto Douro - LISBOA


Cara(o) Consócia(o),

No próximo dia 05 de Janeiro de 2018, pelas 20h00, vai ter lugar na Sede da CTMAD o nosso jantar dos Reis.

Além de termos uma boa ementa Transmontana para lhes apresentar, temos a atuação do Grupo Maranus.

Depois do Jantar, e como é tradição, vamos cantar os Reis aos nossos vizinhos!

Preço do Jantar: 15,00 €

Crianças: 10,00 €
Confirmações até dia 03 de Janeiro de 2017!


Para terminar, a Direção da CTMAD deseja a todos um Feliz Ano 2018!
Saudações Transmontanas Durienses,
                Hirondino Isaías
                   919 674 044
Saudações Transmontanas e Durienses
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Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro

Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.
1000-081 Lisboa

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Boas Festas para os cidadãos da antiga África Portuguesa



convence que com estas beldades, o “Zé portuga” iria promover o Apartheid em Angola?
 Só mesmo para cabecinhas tontas.
“Tempo Caminhado” deseja Boas Festas a todos os cidadãos (e cidadãs, como agora algumas iluminárias dizem) da antiga África Portuguesa.











A Drª Margarida, uma filha de Lagoaça

Maria Antónia Almeida Santos
Desculpem fazê lo desta forma mas está a ser difícil responder às chamadas. A minha mãe partiu ontem num dia especial, tão especial como ela foi toda a vida. Igreja S António de Oeiras a partir das 18h e missa amanhã às 16h.



Soubemos ontem, via telefone, pela nossa irmã, que havia falecido a Drª Margarida, esposa do falecido Dr. Almeida Santos. A Drª Margarida Areias, era uma filha de Lagoaça. À família enlutada as nossas sinceras condolências.
Tivemos o privilégio de coordenar uma colectânea de textos, onde foi publicado um de sua autoria: http://tempocaminhado.blogspot.pt/2015/01/lagoaca.html

A banalidade do mal e o sabor dos anos

A banalidade do mal e o sabor dos anos que passam

no Público
27 de Dezembro de 20017

por Santana Castilho*

“Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo o dia.” 
José Saramago

1. Passou o Natal das ocas farturas. Por comodidade e interesse, o Natal comercial tem varrido da memória dos homens o verdadeiro Natal, menos fantasioso, aquele em que Herodes, o Grande, ao saber do nascimento do Rei dos Judeus, mandou assassinar todos os recém nascidos em Belém, para varrer o alegado concorrente. Segue-se a passagem de ano e é tempo do habitual balanço. Em 2017, Portugal tornou-se moda para os turistas.
Em 2017, assegura a santa madre Estatística, cresceu a economia, cresceu o emprego e registámos o mais baixo défice desde 1974. Em 2017, saímos do procedimento por défice excessivo e recebemos bulas purificadoras das agências de rating. Em 2017, um dos diáconos do totalitarismo financeiro, mas nosso, arrebatou o ceptro do Eurogrupo.
Prestes a findar 2017, o parecer do Tribunal de Contas sobre a Conta Geral do Estado de 2016 foi claro: de 2008 a 2016, foram-nos extorquidos 14,6 mil milhões de euros para acudir aos desmandos de banqueiros e amigos, soltos e impunes. Em 2017, os incêndios florestais fizeram 111 mortos e 350 feridos.
Em 2017, um político que foi de férias quando meio Portugal ardia, considerou saboroso o ano que finda.
Imagino como seria cómoda a vida de um governante que não se importasse com nada nem ninguém. Mas será possível governar sem se importar? Será possível governar sem a capacidade de nos colocarmos na pele daqueles que não conhecemos, mas sofrem? Será possivel governar sem amar? No coração de quem ama, os êxitos efémeros não apagam o sofrimento perene nem as alegrias superficiais afastam a dor mais funda.

2. Felizmente recuperado das vertigens e falta de equilíbrio que a síndrome vestibular aguda lhe provocou, o ministro Tiago Brandão Rodrigues foi à Chamusca e caiu do cavalo da demagogia. Embalado pelo trote das referências à “metodologia expositiva” (Estado da Educação 2016, CNE, págs. 7, 27 e 28), alegadamente usada em excesso pelos professores, e instado a pronunciar-se sobre a matéria (Público, 15.12.17), passou ao galope: “… esses dados dizem respeito ao ano lectivo 2015-2016, cujo início foi ainda da responsabilidade do anterior Governo. Tivemos a oportunidade de, sabendo nós como o estado da educação se apresentava nesse ano lectivo, poder desenvolver novas políticas públicas para dar resposta à estaticidade das salas de aula …”.
Estática esteve a leitura do relatório por parte do patusco ministro. É que “esses dados” referem-se a 2012, como está no relatório que Tiago não leu. E a poderem, inquisitoriamente, ser ligados de modo isolado a algum Governo, então seria … ao do PS (Lurdes Rodrigues e Isabel Alçada).

3. A 19 deste mês, a página institucional da DGAE ofereceu-nos um texto de antologia propagandística sobre as inovações, velhas de décadas, do secretário de Estado João Costa, autor da prosa. Sob a epígrafe “Autonomia, Liderança e Participação”, disse-nos João Costa:
“O insucesso não é, pois, o problema de uma taxa que queremos reduzir, mas sim o problema de qualidade das aprendizagens e de justiça social que precisamos de resolver”. 
O engenho ensaísta do secretário de Estado antecipou uma probabilidade inovadora: a taxa pode aumentar mas o insucesso diminuir. É uma questão de reescrever o que entendemos por qualidade das aprendizagens. E a caneta pedagógica é ele que a tem.

4. A secretária de Estado Alexandra Leitão, em representação do Governo, assumiu o compromisso de negociar com os sindicatos o modelo da recomposição da carreira dos professores, tendo por referência o actual estatuto, por forma a ser possível a recuperação do tempo de serviço. No exercício negocial em curso, o ministério da Educação divulgou números falsos sobre as correspondentes implicações financeiras, com o óbvio intuito de iludir a opinião pública. Este procedimento é próprio de aldrabões. Apesar de deselegantes, há momentos em que determinadas palavras têm que ser usadas.

* Professor do ensino superior (s.castilho@netcabo.pt)

Bun Anho de 2018

Faustino Antão

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

UMA SÚPLICA A 2018


Ano Novo, meu amigo,
Não passes depressa,
Que me levas contigo.
E dá-me o que te peço,
A mim e a toda a gente:
Saúde e paz, amor e alegria,
Honestidade e inteligência,
E o pão nosso de cada dia.

E traz-nos o calor do sol;
O cintilar das estrelas;
A bênção salvífica da água;
O murmúrio das fontes;
O trino do rouxinol;
O cheiro dos montes;
Os campos de trigo,
E o abraço do amigo!

E fazei, também,
Com que os frutos da terra,
E os peixes do mar,
Sejam divididos,
Com justiça e equidade,
Por todas as pessoas da Cidade.
Sem ter em conta a cor,
O sexo, o credo, ou a idade.

E finalmente,
Protegei todas as crianças.
E livrai-nos da fome,
Da peste e da guerra.
Para que haja Paz,
Pão e Esperança,
Nas casas de toda a gente,
Que habita na Terra.

           DESEJO A TODOS BOM ANO NOVO, 2018

                                         João de Deus Rodrigues
                                  

Noite de Natal


Por: Costa Pereira  Portugal, minha terra

Como é tradição as minhas festas de Natal são passadas na capital do barro leiriense já lá vão décadas. E este ano assim voltou a suceder com inicio no dia em que se festeja a vigília natalícia e inaugura o presépio que atrai à Bajouca muitos visitantes.
Tudo isto com “Ceia de Natal”  em casa de familiares no Casal dos Afonsos a convite do Carlitos e da Gabriela, um casal de sobrinhos maravilhosos e além disso generosos.
Finda a ceia, vem a Vigília ou Missa do Galo muito participada pela comunidade bajouquense e celebrada pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves. Com cena ao vivo representativa do "nascimento" por um casal e filho bebezinho.
Também após a celebração eucarística procedeu-se à inauguração e bênção do Presépio erguido no adro da igreja paroquial.
Em ambiente fraternal e festivo esta noite deu-me a graça de começar o dia de Natal com a visita de muitos familiares e amigos que no fim das cerimónias passaram por minha casa.
Com destaque para o Sr. Padre Davide, e do grupo responsável pela construção do Presépio que é digno de se ver, como também no interior da igreja os muitos presépios feitos pelos alunos da catequese.
São estes jovens que garantem a continuidade duma Bajouca solidária e generosa e como pinha muito unida.