terça-feira, 24 de outubro de 2017

Perda Salarial dos Docentes a partir de 2010



Efetuamos um estudo sobre o que ao longo dos anos de congelamento perdemos.
​O gráfico supra mostra a perda de um docente no seu recibo de vencimento (em média).
O Ministério da Educação não vai contabilizar esses anos, ao contrário dos restantes funcionários Públicos.

É absolutamente inaceitável a discriminação do Governo para com os Professores!

Mediante mais esta enorme injustiça para com os Professores/Educadores, o SIPE reuniu de urgência a direção nacional na Sede de Aveiro.

1.    O SIPE exige de imediato reunião com o Ministério da Educação;
2.    Apela à União de TODOS os Sindicatos, pois considera que a luta é transversal a todos os Docentes e só há pontos que nos unem;
3.    Não vai tolerar esta discriminação, na qual quase dez anos de serviço e de trabalho intenso são APAGADOS e irá utilizar TODOS os recursos ao seu alcance para repor justiça.

Esta é uma altura de FORÇA de todos os DOCENTES!
O SIPE defende ações de luta comjuntas, imediatas e continuas. ​
​Nesta linha de ação, o SIPE está solidário com a greve de sexta-feira, 27 de outubro, extensível a toda a função pública, contudo não coloca de parte a necessidade de uma luta só NOSSA, da Classe Docente, dos Professores e Educadores, onde todos juntos voltaremos a ser fortes e a conseguir aquilo que pretendemos! 
Prepara-te para lutar connosco! JUNTOS SOMOS MUITO FORTES!






Comentário:

Este estudo está muito próximo da realidade. Mas pede-se ao SIPE que faça um estudo desde 2006, porque a perda salarial de alguns docentes, neste período (o da dona Maria de Lurdes), é gritante!


A População da Vila de Chaves entre 1780 e 1880


EVOCAÇÃO DE CAMILO DE ARAÚJO CORREIA


Convite

EVOCAÇÃO DE CAMILO DE ARAÚJO CORREIA

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Real tem o gosto de convidar V. Ex.ª e Exm.ª Família a participar na Evocação de Camilo de Araújo Correia, por ocasião do 10.º aniversário da sua morte. O acto terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, no dia 30 de Outubro de 2017, pelas 21h30, com uma palestra pelo Dr. Manuel Louzã Henriques.

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL
Grémio Literário Vila-Realense

EVOCAÇÃO DE ANTÓNIO CABRAL



                Na passagem do 10.º aniversário sobre a morte de António Cabral, o Grémio Literário Vila-Realense dedicou à memória do escritor uma sessão evocativa, que teve lugar no dia 23 de Outubro de 2017, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira.
                A sessão teve três momentos distintos.
                Num primeiro momento, depois das habituais palavras de boas-vindas proferidas pela Vereadora da Cultura, Dr.ª Eugénia Almeida, foi evocada a figura de António Cabral, como escritor e homem de intervenção cívica, e referido o importante papel que desempenhou na vida cultural de Vila Real.
                Precedida de um breve historial do Prémio Literário 'António Cabral', seguiu-se a entrega do prémio ao vencedor da edição de 2017, Nuno de Figueiredo, pelo seu original Sublimação da matéria. Nuno de Figueiredo leu então algumas reflexões sobre Poesia.
                Finalmente, procedeu-se à apresentação de um In Memoriam de António Cabral, no qual colaboram, além dos familiares Alzira e Lídia Cabral e Fernando Vilela, os seguintes amigos e admiradores do poeta: A. M. Pires Cabral, Agostinho Chaves, Altino Moreira Cardoso, António Barreto, António Fortuna, António José Borges, Carlos Loures, Ernesto Rodrigues, Guida Nunes, Hélder Gaspar, Henriqueta Gonçalves, Hermínio Botelho, Hermínio da Costa Machado, João Barroso da Fonte, Joaquim Ribeiro Aires, José Alves Ribeiro, José Augusto da Silva Vieira, José Dias Baptista, José Paz, Manuela Morais, Maria da Assunção Morais Monteiro, Maria Emília Campos, Maria Hercília Agarez, Orlando Miranda, Orlando Mourão e Virgínio Ribeiro. A encerrar a sessão, a Dr.ª Alzira Cabral proferiu palavras de reconhecimento.

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REAL
Grémio Literário Vila-Realense

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O povo é pacifico e de má memoria


Por: Costa Pereira  Portugal, minha terra

Assenta bem no meu sistema de transmitir noticias para quem me lê e cuja formula mantenho há cerca de sessenta anos e que George Orwell, citado por Ray Kerrison no New Yok Post, como em Tempo Caminhado, de 18 do corrente li, retrata: “Jornalismo é publicar o que alguém não quer ver publicado. Tudo o mais são relações publicas “.
O ter jornais que defendem, ou pelo menos não denunciam situações gritantes que como o caso “Marquês”, ou dizerem ámen a um governo que governa sem ganhar eleições, não pode considerar-se jornalista empenhado na profissão que desempenham. Para mim são mais jornalistas corruptos e comentadores comprados, isto se não se querem identificar como militantes deste ou daquele partido. Mas por profissão vir em defesa de um governo medíocre, nunca. Um governo cujo responsável foi preciso um puxão do PR para vir a publico pedir desculpa aos portugueses, em especial às famílias de mais de 100 vitimas mortais que perderam a vida este ano nos incêndios por incúria dos políticos que temos. É vergonhoso. Mas só o fez nestes termos arrogantes: “Se me querem ouvir pedir desculpas, eu peço desculpa”. À volta do discurso de Marcelo Rebelo de Sousa, em Oliveira do Hospital o jurista Nuno Botelho anotou: «É aí que, acho, impende uma espada a António Costa que necessariamente o vai levar a actuar”, dado que “ se quebrou a relação de confiança entre o estado e os cidadãos. Se pensarmos bem os actos terroristas, este ano, na Europa fizeram menos mortos que Pedrogão e o último domingo juntos»
Uma das artimanhas de António Costa tem sido descarregar as responsabilidades da governação para cima dos titulares dos ministérios e das instituições, como ele a fazer de primeiro-ministro não tenha culpas nos erros que acontecem e dão de Portugal a pior imagem. O facto é que à volta dos fogos e das mortes que provocaram foram criados mais uns postos de trabalho para os amigos ministeriais e da confiança de António Costa. Demite-se a Constança, entra o Cabrita, e atrás dele mais uns tantos camaradas em ascensão. O povo é pacifico e de má memória.

Almoço/encontro na Casa Regional de Trasmontanos e Altodurienses no Porto



Está a desenhar-se o aparecimento de vários Mirandelenses radicados no Grande Porto para um almoço/encontro na Casa Regional de Trasmontanos e Altodurienses no Porto (Rua Costa Cabral, n.º 1038), pelas 12H30, do dia 11 de Novembro, ocorrendo a seguir a apresentação do meu recente livro «Mirandela Outros Falares», que fecha um ciclo triológico de investigação etnolinguística de Mirandela (e não só).
Solicitei à Direcção da Casa Regional que o Almoço fosse um «Rancho à Mirandela», sendo o mais importante o convívio.
Como eu não conheço, pessoalmente, a maioria estou a pedir aos amigos para mobilizarem os seus conhecimentos e passarem a mensagem.
Fico-vos agradecido se passarem a informação pelos vossos contactos.
Anexo o convite para apresentação do livro, sendo apresentador o Doutor Barroso da Fonte.
Abraço Mirandelense,

Nota: O livro tem informação que interessará a todos os Transmontanos e Altodurienses. Folheia-se o livro e gosta-se dele e pode-se comprar. Não se gosta não se compra. Importante é o convívio cultural e regional.

"Sinal de Vida" de José Rodrigues dos Santos

Sinal de Vida é o novo livro de José Rodrigues dos Santos. Será o nono livro da série Tomás Noronha e é o décimo oitavo romance do autor.
Editado pela Gradiva, Sinal de Vida,  encontra-se atualmente em pré-lançamento e estará disponível a partir de 19 de Outubro de 2017.
SINOPSE:
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados.
Um objeto dirige-se à Terra.
A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas.
Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados?
A existência é um acaso ou tem um propósito?
Biografia do autor:
José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 em Moçambique. É sobretudo conhecido pelo seu trabalho como jornalista, carreira que abraçou em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentaçãodo Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública. É um dos mais premiados jornalistas portugueses, galardoado com dois prémios do Clube Português de Imprensa e três da CNN, entre outros.
Sinal de Vida traz-nos mais uma obra de José Rodrigues dos Santos, um dos mais bem sucedidos escritores portugueses, da saga Tomás Noronha, que decerto fará as maravilhas dos leitores, a avaliar pelos seus antecessores.


Eventos na Casa de trás-os-Montes de Lisboa - 25 de Outubro

Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa geral@ctmad.pt


Cara(o) Consócia(o),

No próximo dia 25 de Outubro a CTMAD tem dois acontecimentos importantes que, mais uma vez, se envia para vosso conhecimento.
 - Fim do prazo para a inscrição no Curso de Mirandês. Em caso de interesse deverá proceder à necessária inscrição até às 19h00 do dia 25, quarta-feira;
- 20h00 - Jantar conferência com a presença do Dr. Júlio Meirinhos, de Miranda do Douro, sobre a Maçonaria. Custo do Jantar 10,00 €. Inscrições até às 12h00 do dia 25 de Outubro;

Participe nas nossas atividades!
Faça a sua inscrição!
Saudações Transmontanas Durienses,

                Hirondino Isaías

                   919 674 044

domingo, 22 de outubro de 2017

Afinal o Diabo veio mesmo!


 
Apareceu de soslaio em Junho, em Pedrogão Grande. E apareceu agora, também de soslaio, neste último fim de semana. Da forma humanamente mais trágica – a morte de mais de uma centena de concidadãos. Além da mortandade animal e dos hectares de floresta ardida.
Mas continua por aí. Com a execrável subida de impostos, as acções persecutórias aos professores, e por aí fora.