terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Passagem do Ano 2012 / 2013 - Quinta da Moura - Tavira

 
Caros Amigos/as e Companheiros/as,

A " Quinta da Moura "  localizada no Sítio do Bernardinheiro na Cidade de Tavira-ALGARVE , vai realizar mais um dos seus Eventos e desta vez estou a falar-vos da Passagem do Ano  2012 / 2013 .
Se ainda não tens conhecimento da Quinta que te refiro, podes consultar a nossa Página no Google ou no Facebook ( Quinta DA Moura | Facebook), Quinta da Moura Tavira .
Se eventualmente estás interessado no evento que te falo podes fazer a tua/vossa Reserva através dos telefones 91 977 84 58 ou 96 492 25 88  contactando o Sr. António Ventura, responsável pelo Marketing e Comunicação da Quinta da Moura .
Para mais esclarecimentos e para conheceres a oferta de que te falo, podem consultar a nossa Página no Facebook ou através do Google (Quinta da Moura Tavira Portugal - Google+  ).
Os preços são convidativos. Teve-se em consideração a situação económica e financeira que Portugal vive actualmente, mas com o intuito de chegarmos á possibilidade e disponibilidade de todos os bolsos de  Clientes/Amigos,e não descurando a qualidade do Bom Serviço, uma das referência que caracteriza a "  Quinta da Moura  " que é servir com Qualidade os seus Clientes . Por estes motivos estamos a praticar uns preço muito abaixo dos que são praticados por outros para esta época festiva.
Para esta passagem de Ano, oferecemos várias alternativas que podes consultar a nossa Oferta na nossa  Página,  e se necessitares de mais informações podes contactar-me ou também contactar o Sr. António Ventura através dos nºs de telefone que referi acima .

Bjs e Abraços
João Atanásio




QUINTA DA MOURA - Sitio do Bernardinheiro

RESERVAS
quintadamouratavira@gmail.com

Telfs. 919778458 - 964922588

Do alto da Quinta da Moura, dos seus jardins e terraços, abraça-se toda a Costa Litoral do Sotavento Algarvio, e no virar do olhar, a Serra Algarvia, as Aldeias e os Laranjais tão característicos de Tavira e da parte rústica e agro-frutícola do seu Concelho.
Da Quinta da Moura, desfrutam-se paisagens magníficas de mar e serra.
A Quinta da Moura será talvez, o muito agradável local, onde proximamente nos encontraremos, para desfrutar de um espaço singular de beleza, desta região Algarvia. E ali, conviveremos com o nosso costume hospitaleiro, promovendo a amizade, e o intercâmbio de culturas e conhecimentos, mas sempre ao nosso gosto Português de bem receber.

ÉPOCA ALTA 2012 - de 15 de maio a 15 de Setembro 2012

Antigos Alunos de N’Dalatando (antiga vila Salazar) juntam-se em repasto na outra margem (ALMADA)


Da esquerda para a direita: Abílio, Rui Domingos, Vítor Belo e esposa, Trinca, Guilherme Castanheira (irmão do Mário), Torres, Bickman, Teixeira, Brigas Paulino, Cipa, Quinito, Armando Palavras, Brogueira e Jácome Martins.

  






Alguns conheceram-se há cerca de quarenta anos, outros há 35. No velho Colégio de Salazar, mais tarde colégio Norton de Matos, para nos anos finais passar a Lar da Mocidade Portuguesa, na antiga vila de Salazar, hoje N’Dalatando, no Noroeste angolano, na grande região dos Dembos, bolsa de insubmissão para as tropas coloniais, novamente independentes desde 1872, só submetidos finalmente ao domínio português em 1907 pelas tropas comandadas pelo capitão João de Almeida.
N’Dalatando é a capital da província do Kwanza Norte (região da palanca preta). E a terra cantada pela poetisa Paula Tavares, cujo rio, o Kwanza é citado por Luandino Vieira, em De Rios Velhos e Guerrilheiros – O Livro dos Rios.
Há cerca de meia dúzia de anos que se juntam em repasto no dia 1 de Dezembro.




Estiveram presentes :
Abílio, Rui Domingos, Vítor Belo e esposa, Trinca, Guilherme Castanheira (irmão do Mário), Torres, Bickman, Teixeira, Brigas Paulino, Cipa, Quinito, Armando Palavras, Brogueira e Jácome Martins.












segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

António Passos Coelho - O Progresso


Há sempre qualquer coisa de sublime nos contos de António Passos Coelho. Porque também há sempre qualquer coisa de ético que neles sobressai. Contudo, neste (inédito) que se apresenta, não são os aspectos éticos o que mais prende o leitor, mas sim a tragédia que acaba por atingir o personagem. A. Passos Coelho aborda com mestria o destino dos homens. Em todas as suas nuances.
Não é um conto de Natal, mas podia sê-lo. Do mesmo modo que o são A Rapariguinha e os Fósforos (Hans Christian Anderson) ou A Árvore de Cristo (Fiòdor Dostöiewsky).




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Waldemar Félix (fadista) - 20 anos Abraço -Verdes e reserva ecológica - Revista de Natal Bimby - Natal no Jumbo

 
 

 
Exmos. Srs.


Envio, para conhecimento, a declaração política da Deputada de “Os Verdes”, Heloísa Apolónia, proferida hoje, dia 29 de Novembro, na Assembleia da República, sobre a intenção do Governo de acabar com a Reserva Ecológica Nacional. A intervenção da Deputada ecologista pode ainda ser vista em http://youtu.be/j5TQR59ATx8
Com os melhores cumprimentos,
Maria Luís Nunes
Assessora de imprensa de “Os Verdes”
 
 
 
 

 
 De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Presidente da república entrega prémios Literários da Estoril Sol - Quarto Congresso Europeu de Turismo Industrial - Governo Português quer liderar factura electrónica na Europa



No próximo dia 5 de Dezembro, no Auditório do Casino Estoril
Presidente da República entrega Prémios Literários
da Estoril Sol a Gonçalo M. Tavares e Tiago Patrício

Os Prémios Literários Fernando Namora e Revelação Agustina Bessa-Luís, instituídos pela Estoril Sol, e referentes a 2011, serão entregues, respectivamente, a Gonçalo M. Tavares e a Tiago Patrício, no próximo dia 5 de Dezembro, às 18 horas, no Auditório do Casino Estoril, em cerimónia solene que contará com a presença do Presidente da República, Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva. 
O Júri, presidido pelo escritor e ensaísta Vasco Graça Moura, distinguiu Gonçalo M. Tavares pelo romance "Uma Viagem à Índia", enquanto Tiago Patrício viu premiado o seu original “Trás-os-Montes”.
Relativamente à obra "Uma Viagem à Índia" o júri considerou "a maneira inovadora como o autor explora as relações entre a forma romance e a matriz épica, bem como a hábil trama narrativa e a estruturação da acção".
Na acta,  o júri refere ainda "outros elementos de relevo quer no plano de elaboração de um registo tendencialmente poético, quer naquilo em que se exprime numa problemática que caracteriza o homem contemporâneo e uma visão melancólica da condição humana".
Gonçalo M. Tavares, 42 anos, natural de Luanda, começou a publicar em 2001, totalizando várias dezenas de livros de diversos géneros literários. O escritor foi distinguido já com outros galardões recebendo, agora, o Prémio Literário Fernando Namora.
Quanto ao romance “Trás-os-Montes”, de Tiago Patrício, o Júri tomou em consideração “as qualidades de escrita reportadas à dureza de um universo infantil numa aldeia de Trás-os-Montes e à maneira como o estilo narrativo encontra uma sugestiva economia na expressão e comportamentos das personagens “.
O autor, Tiago Manuel Ribeiro Patrício, nasceu no Funchal, em Janeiro de 1979, mas passou toda a infância e adolescência em Trás-os-Montes. Entrou para o curso de Oficiais da Escola Naval como voluntário, realizando várias comissões de embarque em navios de guerra e participando em regatas internacionais.
No final de 1999, regressou à vida civil, para ingressar na Faculdade de Farmácia, que concluiu após 8 anos “ e muitos projectos paralelos”. De facto, fez escrita criativa em 2001, na Aula do Risco e realizou vários cursos de aperfeiçoamento em Imprensa no CENJOR, entre 2001 e 2003.
Foi membro do jornal “Os Fazedores de Letras”, entre 2002 e 2007, e escreveu para o suplemento “DN Jovem” durante o mesmo período. Faz teatro, desde 2000, e foi um dos fundadores do Grupo de Teatro Com-Siso, com várias peças apresentadas de 2002 a 2005. Em 2006 entrou para o Grupo de Teatro de Letras, onde fez formação intensiva com Ávila Costa e com o qual mantém, até hoje, uma ligação estreita. A sua poesia foi seleccionada e publicada nas colectâneas Jovens Escritores do Clube Português de Artes e Ideias, entre 2007 e 2010.
Sobre o romance “Trás-os-Montes”, Tiago Patrício revela que foi iniciado quando tinha 19 anos, depois de não ter conseguido entrar no curso de Medicina e de ter decidido tentar melhorar a média de acesso à Universidade. “Talvez tivesse sido apenas uma daquelas desculpas providenciais – confessa -, para tornar aceitável a opção de passar um ano em casa a ler, todos os livros da biblioteca municipal. Lia 3 a 4 livros por semana, daquela colecção “Dois Mundos”, desde Steinbeck, Camus, Hemingway, até Marguerite Duras, André Malraux, Kundera e Vergílio Ferreira, cujo texto “Aparição”, de leitura obrigatória no 12º ano, intensificou a minha relação com a literatura e levou-me, pela primeira vez, a querer tentar escrever”.
Os Prémios Literários Fernando Namora e Revelação Agustina Bessa-Luís têm ambos o valor de 25 mil euros. O Júri, além de Vasco Graça Moura, foi integrado por Guilherme D` Oliveira Martins, em representação do CNC – Centro Nacional de Cultura, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários e, ainda, por Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol, entidade promotora do Prémio.
Gabinete de Imprensa
Tel: 214667700 * Fax: 214667970

Gabimprensa.cestoril@estoril-sol.com


 
 
 

4º Congresso Europeu decorreu na Torre Oliva
Rede Europeia de Turismo Industrial lançada em S. João da Madeira
*Abertura das empresas a este novo segmento trará importantes mais-valias para as comunidades onde estão inseridas

O 4º Congresso Europeu de Turismo Industrial, que decorreu em S. João da Madeira, reuniu cerca de 230 profissionais e peritos universitários, num evento que foi co-organizado por entidades portuguesas, francesas e espanholas e que terminou com a assinatura da Declaração de S. João da Madeira. Subscrito pelos co-organizadores, o documento lança as bases para a Rede Europeia de Turismo Industrial, um instrumento que permitirá às empresas abrirem-se a um novo segmento, gerando benefícios diretos para a comunidade.
De acordo com o documento, o Turismo Industrial tem potencial para gerar experiências enriquecedoras de alto valor, combinando o conhecimento, os sentidos e as emoções. Para que o público possa viver essas experiências, as visitas às unidades industriais com interesse turístico devem evidenciar os aspectos sociais e históricos das empresas e incorporar também técnicas interpretativas que, além de contarem a história do lugar, permitam ao visitante imergir num relato que desperte ou satisfaça a sua curiosidade.
Desta forma, pode ler-se na Declaração, as empresas podem materializar a sua responsabilidade social corporativa, gerando benefícios directos para a comunidade. No entanto, transformar esta oportunidade numa efectiva realidade requer a acção participada e responsável de todos os agentes do território, que devem trabalhar em conjunto desde os níveis de âmbito mais local até aos de abrangência mais geral, coordenando sempre os seus objectivos e estratégias.
Assim sendo, deve prosseguir-se o caminho da convergência que se vem gerando entre as redes nacionais dos diversos países com atuação ao nível do Turismo Industrial, em sequência das sucessivas edições do Congresso Europeu sobre o sector. A presença do sector privado em futuras edições deverá igualmente ser reforçada, na medida em que as suas contribuições se revelam tão importantes quanto as de carácter institucional, emitidas pelo sector público.
É ainda fundamental evitar-se que grandes polos de atracção turística – cuja sustentabilidade é difícil de manter - possam eclipsar projectos de Turismo Industrial mais modestos, mas de confirmado valor cultural e pedagógico, suscitando nos participantes de futuras edições destes congressos experiências educativas que resultem de fórmulas mais criativas e participativas, porque são precisamente esses aspectos de inovação e envolvimento que definem a singularidade e o carácter atractivo do Turismo Industrial.

Realidades indissociáveis

O congresso de S. João da Madeira serviu ainda para se reunirem iniciativas de turismo de indústria viva e turismo de património industrial, duas realidades intimamente ligadas e indissociáveis. Na ocasião ficou reconhecida a experiência de S. João da Madeira, exemplar ao nível da metodologia de trabalho desenvolvida e do produto turístico apresentado, relevando o fato de o turismo industrial ter potencial para gerar experiências enriquecedoras de alto valor, combinando o conhecimento, os sentidos e as emoções.
Outra das ideias saídas deste congresso foi de que o Turismo Industrial mostrou-se um elemento de identidade social e um motor de desenvolvimento local, o que exige a acção participada e responsável de todos os agentes do território, os quais devem trabalhar em conjunto desde os níveis mais locais aos mais gerais, coordenando os seus objectivos e estratégias.
Manuel Castro Almeida, presidente da Câmara Municipal de S. João da Madeira, e anfitrião deste congresso, salientou, a propósito, que o Turismo Industrial é ainda uma forma de “motivar os jovens para a indústria”, frisando que “nos últimos anos assistimos à degradação da imagem social do trabalho na indústria e uma região não pode viver sem uma base produtiva industrial”. No entender do edil sanjoanense, a aposta no Turismo Industrial é também uma forma de induzir a criação de riqueza e de emprego, premissas de grande valor acrescentado, em especial tendo em conta a difícil conjuntura económica que o país atravessa.

Para mais informações contactar:
ICE IBERICA COMUNICAÇÃO
Natália Teixeira - 935 871 005
Maria Peixoto – 935 871 003

 

Comunicado de Imprensa
CONTACTOS DE IMPRENSA
Ana Velez - VALKIRIA’S®
Telf. 21 797 18 85
editing1@valkirias.pt
Governo Português quer liderar processo de adoção generalizada da Fatura Eletrónica na Europa

Lisboa, 30 de Novembro de 2012 – Principais destaques do Fórum Nacional da Fatura Eletrónica, uma iniciativa do Ministério das Finanças, do Ministério da Economia e do Emprego promovida pela ACEPI - Associação do Comércio Eletrónico e da Publicidade Interativa e pelo IAPMEI:

*       Carlos Oliveira, Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, na sessão de abertura do Fórum Nacional da Fatura Eletrónica sublinhou a importância das pequenas e micro empresas aderirem em força à economia digital, como forma de superarem a crise e avançarem para o desenvolvimento dos seus negócios. Neste âmbito referiu o sucesso que tem obtido o programa PME Digital, uma iniciativa do Ministério da Economia promovida pela ACEPI e pelo IAPMEI, que se inscreve no âmbito da Agenda Digital e que visa transformar profundamente o tecido empresarial português no espaço de 3 anos, conferindo-lhe os meios necessários para que alcance os níveis de modernização, competitividade e eficiência necessários para que as empresas portuguesas possam competir à escala global em pé de igualdade com as suas congéneres.
*        O Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, referiu também a importância do trabalho desenvolvido pelo Fórum Nacional da Fatura Eletrónica e da ACEPI, sublinhou o fato de Portugal nesta matéria se encontrar entre os países mais avançados da Europa, e defendeu que a Fatura Eletrónica constitui um passo decisivo para o combate à evasão e para a implementação de um sistema fiscal mais justo e equitativo, dois objetivos fundamentais da atuação do Governo para os próximos anos.
*       Por seu turno, Paulo Núncio, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, destacou o papel fundamental que as TI têm hoje em dia no combate à evasão fiscal e referiu os grandes avanços que Portugal já fez a este nível, implementando medidas fundamentais para alicerçar um sistema fiscal mais transparente e mais justo – por exemplo a certificação obrigatória dos programas de software de faturação e a obrigatoriedade das instituições financeiras e de crédito fornecerem os extratos dos movimentos dos cartões de crédito e de débito à administração fiscal, e que se afirmam como um pilar essencial ao plano estratégico de combate à economia paralela.
*       De acordo com o Secretário de Estado, Portugal têm já excelentes exemplos de utilização das tecnologias de informação no sistema fiscal e de relacionamento dos cidadãos com a Administração fiscal baseada nas valências disponibilizadas pela Internet.
*       Paulo Núncio referiu o papel determinante do programa e-Fatura, defendendo que se trata da maior e mais profunda alteração do sistema tributário português dos últimos anos, e de um conjunto de medidas fundamentais para tornar a administração fiscal mais transparente, mais simples, mais eficaz e o sistema tributário mais justo.
*       José António Azevedo Pereira, Diretor Geral da Autoridade Tributária e Aduaneira explicou a nova legislação tributária que entrará em vigor a partir de Janeiro de 2013, desenvolvida no âmbito da diretiva europeia que visa promover a adoção massiva da fatura eletrónica na Europa como forma privilegiada de combate à evasão fiscal e à economia informal, aumentando as receitas tributárias e criando um sistema fiscal mais justo, transparente e eficiente. Em Portugal o programa e-Fatura, criado com a nova legislação, irá permitir uma profunda reforma da nossa administração fiscal, posicionando Portugal na linha da frente da fatura eletrónica na Europa.
*       Alexandre Nilo Fonseca, Presidente da ACEPI e Membro da EU Multi-Stakeholders Forum on e-Invoicing, considera que Portugal avançou decisivamente neste último ano na promoção das medidas necessárias para a adoção generalizada da Fatura Eletrónica, cumprindo o plano traçado a nível europeu, e destacando-se inclusive nos trabalhos do Forum Europeu quer a nível das iniciativas, quer dos estudos e participação nos vários grupos de trabalho. Aquele responsável reiterou o empenho da ACEPI em garantir a participação de peritos portugueses noutros grupos de trabalho do Fórum europeu, nomeadamente na área dos standards e da regulação, mantendo desta forma a ligação de Portugal ao Forum europeu.
*       Aquele responsável realçou igualmente o contributo da ACEPI a nível nacional na promoção da adoção da fatura eletrónica com a elaboração de um estudo em parceria com os CTT sobre esta matéria, e apontou a importância do novo programa e-Fatura desenvolvido pelo executivo português.
*       Durante o Forum a ACEPI apresentou os resultados do estudo – Adopção da Fatura Eletrónica em Portugal, promovido em parceria com os CTT no âmbito do trabalho que a ACEPI está a desenvolver como representante de Portugal no European Forum of e-Invocing, o grupo de trabalho criado pela Comissão Europeia, que tem como objetivo ajudar a delinear a estratégia de implementação da fatura eletrónica na Europa. Trata-se dum estudo quantitativo, centrado na identificação do potencial de adesão do universo empresarial português à fatura eletrónica, quer na emissão, quer na receção. O tratamento estatístico dos dados foi efetuado em SPSS. Das 443.000 empresas registadas na Via CTT inquiridas responderam 3.792 empresas. A margem de erro desta amostra associada a um nível de confiança de 95% é de ± 1,59%. A recolha da informação decorreu de 9 de Agosto a 17 de Setembro (tempo em que esteve disponível o link/inquérito). O modelo de abordagem do estudo incluiu o Perfil das empresas, o Processo de emissão de faturas, o Processo de receção de faturas e a Faturação eletrónica: vantagens. De acordo com os resultados do qual apenas 20% das empresas portuguesas aderiram à fatura eletrónica ainda que a maioria já utilize sistemas informáticos para faturar.

 De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

 

- FIM-

A propósito da missiva enviada ao Primeiro Ministro - Vasco Pulido Valente e José Manuel Fernandes



 
Comentário
 
Constava. Mas não havia certeza. Afinal não foi uma dúzia, mas sete dezenas (e mais alguns) a enviar uma missiva ao Primeiro-ministro de Portugal, a pedir-lhe que se demitisse! Muitos deles pertencem ao grupo de amigalhaços de José Sócrates.
Com franqueza, haja o mínimo de decoro. A democracia tem regras. E mal dela que seja sujeita a pressões de um repasto de convivas.
Duas razões subsistem para que estes cavalheiros se tenham dado ao trabalho deste ridículo: 1 - atenuar (para a História) o papel do partido socialista na bancarrota em que mergulhou o país; 2 – replicar sobre aquilo que lhes tiraram das algibeiras (pela primeira vez!).
Não foi por acaso que se mantiveram calados, em conluio com as leis estapafúrdias homologadas no consulado do “amigo”, assistindo impávidos ao tamanho do desastre de que o actual primeiro-ministro tem verdadeiramente noção e conhecimento (como o demonstrou na entrevista da TVI). Por isso não vai em cantigas.
O desastre a que o país foi conduzido, deve-se também a estes cavalheiros. E o actual governo se quer verdadeiramente acabar com estas manobras de diversão, patéticas e ridiculas (e catapultar o país para o crescimento), corrija as injustiças que estes cavalheiros ajudaram a manter no governo de José Sócrates, com o apoio dos respectivos sindicatos.


O Cordeiro Mirandês - Walter benjamin e a doçaria russa - O cacau de Miguel Esteves Cardoso

 
Virgilio Gomes
Acabar bem o ano, e com a qualificação de mais um produto transmontano, é mais um motivo de alegria e orgulho. Desta vez foi o “Cordeiro mirandês ou Canhono mirandês” como DOP, última vedeta da qualidade dos produtos transmontanos. Curioso como usa a designação “canhono”, linguagem local que antigamente era usado só no feminino para significar cabra velha ou outro ovino de idade avançada. Este “Cordeiro Mirandês” é um ovino de Churra Galega Mirandesa e abatida até à idade de quatro meses, nascido e criado num sistema de exploração extensivo tradicional. Uma nova oportunidade para a excelência dos produtos transmontanos. 
Claro que irei escrever sobre os produtos da alimentação que levam a critérios de classificação, necessários pelo invasão permanente de novos produtos e seus sucedâneos, e também por uma crescente e deficiente educação do gosto. Quando eu era criança e vivia em Bragança, até os meus dezoito anos, estas questões não se levantavam. Nesses tempos, e quando e se ouvia falar de produtos transmontanos, isso significava qualidade, uma garantia de autenticidade no seu melhor. Tudo tinha o seu gosto, e seu sabor. Depois tudo se multiplicou e o significado deixou de ser o mesmo. Apesar de Trás-os-Montes ter mantido um certo isolamento que lhe garantia alguma segurança, Bragança até há muito pouco tempo era o único distrito que nem de um centímetro de autoestrada dispunha. Os tempos mudaram e também a nossa terra foi alvo de uma invasão de produtos novos e, quanto deles, sem grande valor alimentar. Mas são as irresistíveis modas! E, acrescente-se, as facilidades, a rapidez…

© Virgílio Nogueiro Gomes
Foto de © Ana Preto
Para saber mais:
Mais uma delícia transmontana, reconhecida: