segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Universidade de Aveiro analisa Cancro da Mama - Lowendalmasaï, soluções para o furturo




Trabalho de investigação de Célia Freitas da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro
UA analisa adesão ao Programa de Rastreio do Cancro da Mama

Porque é que apenas 50 por cento das mulheres do concelho de Aveiro aderem ao Programa de Rastreio do Cancro da Mama (PRCM)? Foi para responder a esta e a outras questões sobre a adesão ao Programa que quer prevenir antes de remediar que Célia Freitas, investigadora da Universidade de Aveiro (UA), chamou a si a missão de caracterizar os porquês que determinam a adesão ou não das mulheres de Aveiro ao PRCM. Intitulado «Rastreio do Cancro da Mama no Concelho de Aveiro: do estudo dos fatores determinantes da adesão às propostas educativas emergentes», o trabalho pretende dar aos profissionais envolvidos no PRCM algumas pistas para que as atuais taxas de adesão na respetiva área de abrangência possam caminhar até aos 70 por cento apontados pela Comissão Europeia.
«Este estudo apresenta particular ênfase na recomendação dos profissionais de saúde como predominante para o comportamento de adesão ao programa rastreio do cancro da mama», refere Célia Freitas. Todavia, aponta a investigadora, «devido a algum desconhecimento sobre o funcionamento do programa, encaminham as suas utentes para o radiologista privado quando existe um programa gratuito e de elevada qualidade».
Esta situação, conclui o estudo que abrangeu 805 mulheres, entre os 45 e os 69 anos, residentes no concelho de Aveiro, «reflete alguma falta de articulação entre os serviços de saúde público-privados e o precário envolvimento dos profissionais de saúde neste programa». A investigadora diz que esse cenário existe «talvez devido à maior responsabilização da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) pela sua organização e operacionalização no terreno, devendo as unidades de saúde apresentar estratégias no seu Plano de Ação a fim de promover o PRCM».

Barreiras a ultrapassar

Para além dos fatores relacionados com o próprio sistema de cuidados de saúde, existem também questões de ordem individual que bloqueiam a adesão das mulheres do concelho de Aveiro ao PRCM. É o caso das crenças individuais que estão relacionadas, por exemplo, com «a fiabilidade do exame realizado na unidade móvel junto do centro de saúde, a sobrevalorização da ecografia mamária, o desleixo com a própria saúde, os exames preventivos, o esquecimento e a falta de tempo». Acrescido a estes fatores, aponta Célia Freitas, «as mulheres que não frequentam os centros de saúde, ainda referem ser pouco prático o resultado do exame ser enviado para o médico de família, o que lhes impossibilita mostrar ao médico que costumam consultar».
O medo da deteção da doença e a dor ou o desconforto que o exame provoca nas mulheres são outros dos fatores que o estudo conclui estarem a contribuir para a não adesão ao PRCM.
«O comportamento individual é influenciado por vários fatores de natureza ambiental, que podem facilitar ou limitar o acesso aos cuidados de saúde», conclui Célia Freitas. Desta forma, avança a investigadora, «seria importante que a promoção deste programa [PRCM] fosse abordada numa perspetiva de colaboração entre os serviços públicos e privados de forma a garantir a saúde das populações que servem».
Convocar as mulheres para o rastreio utilizando formas mais personalizadas, formação e atualização dos profissionais de saúde no âmbito do rastreio, promoção de uma articulação mais efetiva entre a LPCC e o centro de saúde e a criação de uma cal centre no Centro de Saúde de Aveiro e na LPCC são algumas das medidas apontadas pela investigadora no sentido de aumentar as taxas de adesão ao PRCM.

O estudo de Célia Freitas, realizado no contexto da sua tese de doutoramento no âmbito da Didática e Formação, teve como orientadora Nilza Maria Vilhena Nunes da Costa, do Departamento de Educação da UA, e como coorientador Luiz Fernando Rangel Tura, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

                                                                                  A Coordenação dos Serviços
                                                                                  Lic. Margarida Isabel Almeida



 

O financiamento a empresas portuguesas: mecanismos e soluções para o futuro
  • Lowendalmasaï, empresa perita em redução de custos empresariais, aconselha medidas e instrumentos de Financiamento da Inovação
  • Especialistas alertam para a necessidade de desenvolver novas e mais inovadoras estratégias de concorrência no mercado português
Lisboa, 29 de Outubro de 2012

            Preocupada com os déficit nos índices de inovação e financiamento à investigação empresarial em Portugal, a Lowendalmasaï, consultora perita em Financiamento da Inovação, reuniu um painel de especialistas para dar a conhecer quais os principais e melhores mecanismos de financiamento disponíveis no mercado para o tecido empresarial nacional.
            As empresas portugueses são afectadas, em larga escala, pela situação económica e financeira nacional e mundial, e a garantia de segurança nos seus investimentos é dos factores primordiais na altura de inovar em todos os sectores de actuação.
            Neste sentido, a Lowendalmasaï levou a cabo uma conferência de esclarecimento que pretendeu dar a conhecer às empresas as diversas formas de financiamento directo e indirecto à inovação disponíveis no mercado, numa lógica de maximizar o potencial de cada investimento.
            Ao evento foram convidados diversos representantes de empresas presentes no mercado nacional que tiveram a oportunidade de ver esclarecidos pormenores relacionados com programas de financiamento da inovação, como sejam o 7.º Programa Quadro, que tem agora abertas as últimas candidaturas, o programa Compete, ou o Sifide.
            Partindo do princípio da sustentabilidade da economia, o Dr. Nuno Oliveira - investigador do CIGEST - deu início ao evento com uma perspectiva global dos mercados mundiais, destacando a necessidade de existir uma base sólida de garantia de bem-estar e valores nas sociedades como factor essencial a um equilíbrio económico. O docente o ISG alertou ainda para o facto de o mundo se encontrar num ponto de "economia global de gestão da dívida", onde se a solução green não pode ser tida como apanágio da resolução dos problemas das frágeis economias mundiais como tem vindo a ser defendido. Para o Dr. Nuno Oliveira, o caminho a seguir está na mudança das perspectivas económicas mundiais, onde se destaca a necessidade de existir sempre um indivíduo que se destaque e desafie o status estabelecido, o mesmo indivíduo onde se encontra a inovação, que parte para o inesperado e a quem é necessário apoiar. "Temos os recursos e a informação necessários para inovar, temos apenas que os aplicar da melhor maneira", refere o investigador.
Mecanismos de ajuda indirecta
            A necessidade de inovação e seu financiamento foram o mote para este evento que contou ainda com os esclarecimentos do Dr. Carlos Lajas da Agência de Inovação que esclareceu os presentes sobre um dos mais eficazes mecanismos de apoio à investigação e desenvolvimento: o Sifide. Este mecanismo de dedução à colecta de IRC apresenta aos investidores a possibilidade de deduzir até 82,5% das despesas realizadas em investigação e desenvolvimento no ultimo exercicio fiscal e por defice de coleta ser utilizado nos seis exercícios fiscais seguintes. De um modo geral, o número de candidaturas submetidas tem vindo a diminuir, mas o volume de crédito aprovado tem vindo a subir, sendo que o último ano apurado (2010) apresentou um total de 188,2 milhões de euros aprovados em I&D, refere Carlos Lajas.
Mecanismos de ajuda directa
            No que diz respeito aos mecanismos de ajuda directa à inovação, a conferência destacou o 7.º Programa Quadro da União Europeia que, como esclareceu a Dra. Joana Vide, se desenvolve em quatro vertentes essenciais: cooperação, ideias, people, capacities; e dois programas específicos: Euratom e Joint Research Centre.
            No contexto deste programa, as empresas portuguesas estão em consonância com as suas congêneres europeias, apresentando um decréscimo de participação e candidaturas, o que permite um substancial aumento do financiamento - destacando-se as empresas do sector ICT como as que mais beneficiam do financiamento do quadro. Com um financiamento mínimo de 50% não reembolsável, este programa já distribuiu cerca de 310 milhões de euros em 367 projectos coordenados.
            Um mecanismo de ajuda directa bastante vantajoso para as empresas portuguesas, também apresentado neste evento, é o Compete. Inserido no QREN 2007/2013, este mecanismo de convergência com a União Europeia foca-se em PME's de bens transacionáveis e representa um total de 5.511 milhões de euros de investimento total em regiões de convergência - regiões da União com vectores de desenvolvimento abaixo da média europeia - como é o caso de grande parte do território nacional. Uma situação que torna ainda mais vantajoso às PME's nacionais que se posicionam, assim, estrategicamente na recepção deste tipo de apoios e na inovação. Para o Dr. Marco Granja, Responsável pela área de Conhecimento e Desenvolvimento Tecnológico do Compete, a candidatura a estes mecanismos é essencial para o avanço tecnológico do nosso tecido industrial uma vez que "as empresas que não conseguem inovar estão condenadas a médio prazo".
O futuro
            A necessidade de inovação e cooperação são os factores fundamentais para o desenvolvimento tecnológico e das economias dos diferentes países. Para o futuro é basilar a investigação e o uso sustentável dos recursos disponíveis. Numa lógica de simplificação dos processos, os diferentes actores de financiamento da inovação estão, neste momento, a desenvolver novos programas, como o Horizonte 2020 (em substituição do 7.º Programa Quadro), mais fáceis de compreender e de concorrer e que pretendem dar resposta à questão lançada pelo Dr. Nuno Oliveira "O que podemos construir em conjunto, como podemos ser competitivos?", numa lógica de sinergia e cooperação, também elas inovadoras.
            Um investimento sustentado, pleno de potencial, é por isso o objectivo da Lowendalmasaï para cada um dos seus clientes, procurando por isso com esta sessão de esclarecimento.
* Os direitos da fotografia que acompanha a presente nota de imprensa estão reservados à Lowendalmasaï.
Acerca de Lowendalmasaï
Lowendalmasaï é uma consultora operacional especializada na redução de custos mediante a implementação de medidas de estratégia na gestão de empresas. Os seus serviços agrupam-se em quatro pilares: custos e compras estratégicas, gestão de cash-flow, fiscalidade internacional e financiamento da inovação.
Lowendalmasaï opera em mais de 30 países dos 5 continentes e ganhou a confiança de mais de 1500 clientes em todo o mundo, a maioria destes empresas dos índices IBEX 35, CAC 40 e FTSE.
Para mais informação de imprensa:
Newsline - Gabinete de Imprensa e Comunicação
Inês Fernandes
Tlm: (+351) 92 410 87 51
De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Carlos Fiolhais e o abalo para a Ciência - Vasco Pulido Valente com o regresso do capitão


sábado, 3 de novembro de 2012

Tempos Sombrios (3)


TEMPOS SOMBRIOS


Quando os americanos, depois da capitulação da Alemanha nazi, transportaram, em camionetas, os cidadãos alemães aos campos de concentração próximos das suas cidades, para estes observarem in loco as atrocidades dos nacionais socialistas, ficaram estupefactos, não quiseram acreditar no que viram. O peso da infâmia oprimiu-os. Porque como nos diz Günter Grass, Prémio Nobel da Literatura (1999): (…) por muito que a missão pedagógica dos Americanos nos obrigasse a ver aquelas imagens documentais a nós, que tínhamos dezassete, dezoito anos, tinha uma só resposta, dita e não dita, como consequência, mas de igual modo inabalável: Nunca os Alemães poderiam ter feito, jamais fizeram uma coisa destas [referindo-se a Treblinka, Sobibór e Auschwitz][1]. Ou, lembrando Raymond Aron, as câmaras de gás, o assassinato industrial de seres humanos, não, confesso, não os imaginei e, como não os podia imaginar, não soube deles[2].
Eram monstruosidades que à partida ninguém teria julgado possíveis[3], diz-nos Hannah Arendt. Porque, como nota Dietrich Schwanitz: A imaginação recusa-se a trazer diante os seus olhos o que entretanto se convencionou designar pelos termos shoah ou holocausto[4].
A propaganda de Goebbels tinha funcionado em pleno. Mas, os vagões tristes transportam-me para este lugar[5] de Chil Rajchman, que conseguiu sobreviver a Treblinka, um dos campos nazis de extermínio de Judeus, estava aí bem presente[6]. Como estavam presentes os vagões cheios de crianças judias, na estação de Austerlitz, para, como recorda o Prémio Nobel Elie Wiesel, abastecer as câmaras de gás e o crematório[7].



1 - Quando o Ministro da Segurança Social anunciou cortes no subsídio de desemprego, situação que deixa qualquer cidadão decente desconcertado, os socialistas reagiram espalhafatosamente, como se o ministro (o primeiro, cremos, a quem custou anunciar a medida) fosse um malfeitor. E na primeira linha, o seu secretário-geral, António José Seguro. Ora quem tem memória sabe que no Memorando (que os socialistas assinaram) consta essa medida. Para 2013 o governo deve reduzir a despesa em benefícios sociais pelo menos mais 350 milhões de euros. Onde se diz a certa altura: “aplicar o IRS a todos os tipos de prestações sociais” (os tais 6%). Das duas uma, ou o governo cumpre e quem assinou o Memorando (o verdadeiro malfeitor) cala-se, ou o governo não cumpre e isso terá as consequências que se conhecem porque o país está a viver por obra e graça do dinheiro que nos emprestaram (o vencimento de Seguro é desse dinheiro). Os socialistas se optarem pela segunda via devem dizer onde se podem ir buscar esses milhões.
Quem, de facto, não teve sensibilidade não foi o ministro, foram os socialistas que assinaram um Memorando onde essa medida constava. O que nos apraz dizer é que Seguro, nesta questão, não foi politicamente honesto, como já o não havia sido em várias entrevistas dadas em Setembro, ao afirmar que não aceitava as medidas do governo porque este já tinha feito cinco actualizações ao Memorando. Não é verdade. Fizeram-se cinco avaliações! Avaliar não é o mesmo que actualizar.
A gente do tempo de Sócrates nunca governou para o País, mas sim para os amigos. Nunca lhes interessou a democracia, porque a igualdade de oportunidades não era, para eles, um fim; foram totalitários.
Como é que agora João Galamba vem chamar salazarento ao ministro das finanças? Quando apoiou uma governação que raiou momentos de estalinismo!

2 – Diz Seguro que a “austeridade mina os alicerces da democracia”. Quem a praticou primeiro, mas apenas para alguns? Nessa altura, nesses governos totalitários, manteve-se impávido e sereno, curvado perante a desgraça do país.
Diz agora que não quer ser “muleta” para um problema criado pelos seus (4mil milhões). A ver vamos. Se será pior ser muleta ou bengala!
Os governos socialistas de Sócrates foram os grandes responsáveis por esta austeridade. Em 2004 a divida pública era de 60% do PIB e esses governos duplicaram-na. Tão simples quanto isto. E os casos que a isto nos trouxeram podem bem ser exemplificados com a questão do BPN. À época dizia-se que iria custar 2 mil milhões ao contribuinte, e agora prevê-se que custe cerca de 7 mil milhões!
Ainda há cerca de ano e meio, estava o país a afundar-se e o Eng.º. Sócrates abria a boca para falar de TGV, aeroportos, etc. Os socialistas comportaram-se como aqueles fidalgos do século XIX. Tendo muitas terras e palácios, não tinham dinheiro para quem com eles trabalhava. E como eles, os governos socialistas, financiaram-se com o dinheiro dos plebeus, pobres mas com algumas poupanças.
Também afirma que não aceita qualquer ataque ao Estado Social. Que remédio! Tudo depende da Alemanha e ao que parece a Chanceler já disse que são precisos mais cinco anos de austeridade!


3 – O facto é que o saldo primário estrutural do nosso Orçamento do Estado já não é negativo (dito pelos economistas e financeiros sérios). Já estaríamos numa situação equilibrada se não fossem os juros. O problema é que sendo os juros a 5%, por um lado, numa situação como esta de biliões sobre biliões, são usurários, por outro, podemos dar-nos por felizes porque se fossem ao valor do mercado (15 a 20%) estaríamos bem pior. Por isso, queiramos ou não, ainda teremos de agradecer aos credores por nos emprestarem a 5%. É claro que aqui se poderia ir mais longe. Sobre os empréstimos aos países em dificuldades, e sobre os empréstimos à banca. Ficará para próxima oportunidade.


4- Francisco Assis, aquele que esteve sempre ao lado de quem destruiu o país, diz que é preciso um compromisso histórico entre a esquerda democrática e o centro-direita. Isso já não é novidade para quem tem alguma cabeça. O que é novidade é que nas palavras de Assis, quem deve liderar esse acordo são aqueles que nos levaram à bancarrota!


5- O Primeiro – ministro utilizou uma palavra que originou alguns clamores nos quadrantes políticos da sociedade portuguesa: refundação. Seja em relação ao Memorando, seja em relação ao Estado, foi muito bem aplicada. Neste caso, não concordamos com a argumentação da meia dúzia de comentadores e colunistas sérios.
No que diz respeito ao Memorando, é absolutamente necessário refundá-lo, porque a conjuntura actual é bem diferente daquela em que foi assinado. Até porque os países em que o ajustamento já está em marcha serão prejudicados em relação aos que ainda o não iniciaram. Estes (como a Espanha) irão usufruir de vantagens sufragadas pelo mandato de Mário Draghi no BCE.
No que diz respeito à “refundação” do Estado, é claro que se não fará o que se fez com a França e a Alemanha em 45, muito menos com a Grécia, em 1830, através da revolução declarada em 1828, contra um ocupante estrangeiro que dirigiu o país por mais de cinco séculos: o Império Otomano.
Mas que precisa de ser “refundado”, no sentido de reformas profundas, isso precisa. Seja no Estado Providência, seja na Educação ou na Saúde. O país paralisado como está, não consegue sustentar estes sectores na actual conjectura, da mesma forma como quando foram implementados.
O Governo só fez mal em não avançar com isto assim que foi eleito. Como devia ter avançado com uma auditoria às contas públicas das governações socialistas.
6 - Certos “teóricos”, a propósito da “refundação”, apelam a que a reestruturação “deve ser feita por dentro”; pelos portugueses. Que capacidade negocial tem um povo que se deixou conduzir, por uma governação totalitária (socialista) à bancarrota? Que capacidade criativa tem determinada “elite” para reestruturar o que desestruturou? O que sempre copiou?
A reforma do Estado que agora está a ser aconselhada pelos técnicos do FMI, do Banco Mundial e da Comissão Europeia, tem que ser feita desta forma e não de outra. Ou seja, tem de ser feita por quem sabe e não por quem se deixou conduzir, ou por quem nos conduziu à bancarrota. A independência perdeu-se quando se assinou o Memorando, vergando-nos a um empréstimo astronómico. E só a voltaremos a adquirir quando dele nos livrarmos. Tudo o resto é folclore!
Os credores estão-se borrifando para a Constituição. Se a Constituição o não permite, então que se mude a Constituição. É este o raciocínio deles. Tudo o resto são fantasias!

O cineasta Luís Filipe Rocha, numa carta de despedida a Francisco José Viegas, Secretário de Estado da Cultura, remodelado por questões de saúde, diz-nos sobre os socialistas do consulado de José Sócrates:
  (Publico-28-10-XII)   
          
O que nos diz o cineasta sobre a cultura foi extensivo a todas as áreas da governação. Uma governação perversa que impediu os mais capazes e os de habilitações mais elevadas de prosperar, mantendo-os na pobreza, para favorecer amigos e familiares[8].

Armando Palavras

Post-scriptum

Está na hora da Europa (versus Alemanha) cumprir com o que prometeu há cerca de mês e meio. Ajudar o país a crescer.



[1] Escrever depois de Auschwitz, Dom Quixote, 2008
[2] Memórias, Guerra e Paz, 2007
[3] Responsabilidade e Juízo, Dom Quixote, 2007
[4] Cultura, Dom Quixote, 2004
[5] Sou o último Judeu, Teorema, 2009
[6] Walter Benjamim não foi deportado para um campo de concentração. Morreu aos 48 anos, em Portbou, na província de Girona, depois de acossado pelo avanço dos nazis.
[7] Noite, Texto Editores, 2006
[8] Antes de 1928, levaram o país a um período de quase guerra civil que durou 16 anos (a primeira república). Salazar tomou conta do poder, numa situação de quase bancarrota provocada pelos socialistas. Depois de 74 abriram as portas do país ao FMI por duas vezes (1977/78 - 1983/84), e, finalmente, levaram-no à bancarrota. Já chega deste socialismo!

Espremedor de Limões (Moçambique)



    Por: Costa Pereira

           Não para me alojar no Hotel Polana, desde sempre dos mais luxuosos e caros de Maputo (*****), mas sim para visitar a igreja de Santo António da Polana que sabia, de ouvido, fora projetada pelo Arq. Nuno Craveiro Lopes, e construída em 1962. De modo que troquei, nesse dia, a visita ao Aeroporto e  bairro da Mafalala, por uma meia tarde bem passada a percorrer o aristocrático bairro da Polana e só fiquei com pena de numa das ruas vizinhas da igreja me terem impedido de tirar fotografias só porque o PR de Moçambique, a Graça Machel e o Nelson Mandela têm ali suas luxuosas mansões. Como em Portugal nem no tempo de Salazar era proibido tirar fotos na via publica, fiquei muito admirado. Mas eles lá sabem porquê….
 



De regresso, vindo do lado do Aeroporto, pela rotunda dos heróis da independência, tomei mais adiante, virando à esquerda, a avenida que me conduziu ao bairro da Polana.
 



No curto trajeto pude aperceber-me do contraste que marca a diferença onde as desigualdades sociais são gritantes. Mas tudo isto se deve a uma questão cultural que só com escola, bons metres e fraternidade as novas gerações um dia hão-de  eliminar.









 Numa das ruas do bairro, fica a residência presidencial, onde tirar fotografias se não pode fazer. Eu por ignorância da lei sujeitei-me a ficar aqui… sem máquina.









Mas valeu para marcar as diferenças, assim: no jardim ou adro da igreja de Santo António da Polana, um molde do templo, em cimento, que adorna o espaço fez-me parar e refletir no tipo de comportamento que encontrei em meia dúzia de metros percorridos entre essas duas ruas vizinhas. Numa, só porque uns pobres mortais por lá terem residência se não é livre de colher imagens; e outra, onde Jesus, o Filho de Deus Vivo, tem sacrário a liberdade é plena. Vaidades humanas, só vaidades!

 


Coincidindo com a criação da Paroquia de Santo António, em Julho de 1962, a igreja de Polana festejou este ano o seu quinquagésimo aniversário que foi solenemente assinalado, no passado dia 8 de Julho, com uma solene eucaristia presidida pelo cardeal D. Alexandre Maria dos Santos, onde para além de muitos fieis anónimos, a presença da Ministra da Justiça, Benvinda Levi, em representação do Chefe do Estado, o presidente do Município de Maputo, David Simango e a governadora da cidade de Maputo, Lucília Hama se fizeram notar.
O momento prestou-se não apenas para falar de Fé e de Paz entre os homens, mas também de carências que afetam o bom desempenho da missão social e evangelizadora da Igreja Católica. Como ali lembrou o pároco, frei Amaral Bernardo, sacerdote franciscano, referindo-se à infiltração de águas no topo do edifício, bem como da urgência em substituir vidros, soalho e ladrilho já muito danificados. Ao apelo prometeu corresponder com a sua contribuição, o sr. presidente do Município de Maputo, David Simango, padrinho do Jubileu da igreja, como também na sua intervenção a Ministra da Justiça, Benvinda Levi, recordou “que a igreja da Polana é um símbolo patrimonial da  cidade de Maputo”. E não é favor dizê-lo, dado que foi o ex-presidente da Republica, Joaquim Chissano quem a seu tempo reconheceu: “A Igreja Católica teve um papel importante no esfriar das emoções entre todos os grupos, pois nesta guerra lutaram irmãos que mataram irmãos, filhos que mataram os pais e pais que mataram os filhos. O que a nossa sociedade necessitava era de reconciliação”( in a VV, de 28/10/12).


 



 

Embora com meio século em cima, a igreja da Polana, com certas semelhanças à catedral de Brasília, continua sendo uma construção modernista a honrar a arquitetura portuguesa, e o bom nome de Portugal.





O teto com a sua forma de flor invertida dá ao templo a beleza e originalidade que o torna também popularmente conhecido por “espremedor de limões”









Prémios IPVD em concurso para jovens talentos




Concurso oferece 6.000,00 euros em prémios ipvd jovens talentos desperta a consciência juvenil para o empreendedorismo
 
O Instituto Português de Venda Direta (IPVD) promove pela primeira vez um concurso nacional dirigido a todos os estudantes do ensino secundário, do 10º ao 12º ano, e do ensino técnico-profissional, que tem inicio hoje, em todo o país.
A iniciativa intitulada ipvd jovens talentos decorre até ao final do ano e pretende estimular o espírito empreendedor e criativo desta comunidade. É um projeto pedagógico, sem qualquer fim lucrativo, que vai decorrer em todas as escolas secundárias nacionais.
O concurso arranca oficialmente com ações de sampling nas escolas, com distribuição de material informativo e brindes no âmbito do concurso e, terá o apoio e animação das equipas Forum Estudante.
Neste concurso serão atribuídos três prémios aos três melhores trabalhos, dos quais o primeiro terá o valor de 3.000,00 euros, o segundo prémio, o valor de 2.000,00 euros e o terceiro, o valor de 1.000,00 euros.
A inscrição no concurso é gratuita e para participar será apenas necessário preencher a ficha de candidatura e enviar juntamente com o trabalho editado eletronicamente para concurso@ipvd.pt. Os estudantes terão que apresentar um trabalho onde foquem essencialmente as vantagens no sistema de venda direta, assim como os principais produtos e serviços à venda neste canal de distribuição, em Portugal.
“O ipvd jovens talentos pretende essencialmente alertar os jovens para começarem a pensar no seu futuro e na hipótese real de terem um apoio monetário alternativo, sem estarem dependentes de uma entidade empregadora. Para além de terem a possibilidade de ganhar até 3.000 euros neste concurso, para realizarem os seus desejos a curto prazo, é também um convite para conhecerem as vantagens deste canal de distribuição, que está a crescer cada vez mais em Portugal” – declara Gertrudes Soares, presidente do Instituto Português de Venda Direta.
Esta iniciativa pretende sensibilizar os jovens para a importância da criação do próprio emprego, uma tendência que está a crescer em Portugal, principalmente junto das faixas etárias mais novas. A possibilidade de conciliar a vida familiar e social, com as atividades de lazer e a carreira profissional, é uma opção que tem atraído muitos adolescentes e jovens adultos, que apresentam atualmente uma atitude muito positiva perante o empreendedorismo.
“O IPVD pretendia há algum tempo aproximar-se dos estudantes e desenvolver um projeto de âmbito nacional com esta dimensão. Este concurso é importante para abolir preconceitos e para a comunidade mais jovem perceber que a venda direta oferece inúmeras vantagens, quer a nível profissional e económico, como familiar” afirma Luís Nandin de Carvalho, provedor de cliente do IPVD, acrescentando: “Ter o apoio de reconhecidas entidades governamentais como a Secretaria de Estado da Administração Local, a Secretaria de Estado do Desporto e Juventude, assim como da Associação Nacional de Municípios Portugueses, é para o instituto motivo de grande orgulho e garantia de reconhecimento e credibilidade da nossa missão e da atividade comercial dos nossos membros”.
Os estudantes poderão participar até ao dia 31 de dezembro de 2012, sendo os dez trabalhos finalistas divulgados no final de março de 2013. A listagem será comunicada no site oficial do IPVD e na página de Facebook do concurso: ipvd jovens talentos.
A cerimónia oficial de entrega de prémios está agendada para 15 de abril de 2013, em local a comunicar oportunamente. Para informações adicionais e consulta do regulamento do concurso consulte o site do IPVD em www.ipvd.pt e a página de Facebook da iniciativa em http://www.facebook.com/ipvdjovenstalentos.
Sobre o IPVD
O Instituto Português de Venda Direta, impulsionador do concurso nacional “ipvd jovens talentos”, foi criado em 2001 com o objetivo de unir as empresas de venda direta que operam em Portugal, de forma a promover elevadas normas na prática comercial deste canal de distribuição e, na proteção do consumidor.
O instituto tem como missão clarificar compromissos comerciais realizados entre os agentes de venda direta e os consumidores, através da formação profissional dos agentes, do código de ética do seu trabalho e do provedor do cliente/ consumidor.
O IPVD é uma instituição sem fins lucrativos, como tal, os seus colaboradores são membros das empresas pertencentes ao instituto e os seus órgãos sociais são eleitos de acordo com os seus estatutos. Presentemente, a direção do Instituto Português de Venda Direta é constituída pela Herbalife, pela Avon e pela MaryKay. Para além destas três empresas, os restantes membros do IPVD, são a Amway, a Oriflame e a LR Health & Beauty Systems.
O Instituto Português de Venda Direta é igualmente membro da Federação Europeia de Associações de Venda Direta (SELDIA), assim como da Federação Mundial de Associações de Venda Direta (WFDSA).
Mais informações em www.ipvd.pt.
Para informações adicionais contate por favor:
Ariana Pires | Ipsis Emirec
ariana.pires@ipsisemirec.com
919.304.387 | 213.923.020
De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Provadia - Cidade pré-histórica mais antiga da Europa é descoberta na Bulgária

 

Sófia - Arqueólogos anunciaram a descoberta da cidade pré-histórica mais antiga da Europa no leste da Bulgária, onde foi encontrada também uma arcaica produção de sal, que teria sido a origem de grandes riquezas encontradas no local.
Escavações feitas no sítio, próximo à cidade moderna de Provadia, até agora revelaram os vestígios de um assentamento de casas de dois pavimentos, uma série de buracos no chão usados em rituais, assim como pedaços de um portão, estruturas de uma fortaleza e três muros de fortificação posteriores, todos com datação de carbono referente aos períodos Calcolítico (Idade do Cobre) médio e tardio, entre 4.700 e 4.200 anos antes de Cristo.
"Não estamos falando de uma cidade como as cidades-estado gregas, assentamentos antigos romanos ou medievais, mas do que arqueólogos concordam que tenha sido uma cidade no quinto milênio antes de Cristo", afirmou Vasil Nikolov, pesquisador do Instituto Nacional de Arqueologia da Bulgária, após anunciar as descobertas no começo do mês.
Nikolov e sua equipe trabalham desde 2005 em escavações do assentamento Provadia-Solnitsata, situado perto do resort de Varna, no Mar Negro. Uma pequena necrópole também foi encontrada, mas ainda precisa ser estudada mais a fundo e poderá manter os cientistas ocupados por gerações.

O arqueólogo Krum Bachvarov, do Instituto Nacional de Arqueologia, afirmou que sua última descoberta é "extremamente interessante" devido às posições peculiares de sepultamento e dos objetos descobertos nas sepulturas, que são diferentes dos de outras sepulturas neolíticas encontradas na Bulgária.
"Os enormes muros no entorno do assentamento, que foram construídos muito altos e com blocos de pedra, também são algo que até agora não tinha sido visto em escavações de sítios pré-históricos no sul da Europa", acrescentou Bachvarov.
Bem fortificada, com um centro religioso e, mais importante, um grande centro de produção para uma commodity específica que foi comercializada por toda parte, o assentamento de cerca de 350 pessoas encontrou todas as condições para ser considerada a mais antiga "cidade pré-histórica" conhecida na Europa, afirmou a equipe.
"Em uma época em que não se conhecia a roda e a carroça, estas pessoas arrastaram enormes rochas para construir muros enormes. Por quê? O que escondiam atrás deles?", questionou Nikolov. "Sal" é a resposta.
-- Tão precioso quanto ouro --
A área é rica em grandes depósitos de sal rochoso, uns dos maiores no sul da Europa e o único a ser explorado até o sexto milênio antes de Cristo, disse Nikolov. Isto é o que faz de Provadia-Solnitsata um local tão importante.
Atualmente, o sal ainda é extraído lá, mas 7.000 anos atrás, tinha uma importância completamente diferente. "O sal foi uma commodity extremamente valorizada em épocas antigas, por ser necessário tanto para as vidas das pessoas e como um método de comércio e moeda a partir do sexto milênio a.C. até o ano 600 a.C.", explicou o cientista.
A extração de sal no local começou em 5.500 anos a.C., quando as pessoas começaram a ferver salmoura de uma fonte vizinha em estufas encontradas dentro do assentamento, disse Nikolov, citando os resultados de datação de carbono de um laboratório britânico em Glasgow, Escócia.
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"Esta é a primeira vez no sul da Europa e no oeste de Anatólia que os arqueólogos encontraram traços de produção de sal em uma época tão remota, o fim do sexto milênio a.C., e conseguiram prová-la com dados arqueológicos e científicos", confirmou Bachvarov.
A produção de sal saiu do assentamento por volta do fim do sexto milênio e a produtividade aumentou gradualmente. Após ser fervido, o sal era cozido para formar pequenos tijolos.
Nikolov disse que a produção cresceu de forma permanente a partir de 5.500 a.C., quando uma carga das estufas de Provadia-Solnitsata rendia cerca de 25 quilos de sal seco. Por volta de 4.700 a 4.500 a.C., este volume tinha aumentado para 4.000 a 5.000 quilos de sal.
"Em uma época em que o sal era tão precioso quanto o ouro, você imagina o que isto significou", afirmou. O comércio de sal deu à população local grande poder econômico, o que poderia explicar os bens em ouro encontrados em seputuras da Necrópole de Varna e que remontam a 4.300 a.C., sugerou Nikolov.

Fonte : Correio Braziliense
France Presse
Publicação: 01/11/2012 18:50

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Walter Benjamin e o bacalhau de Falerno. A fruta de miguel Esteves Cardoso - Virgilio Gomes em Santarém





Memorial a Walter Benjamion
em Portbou
Portbou
Walter Benjamim não foi deportado para um campo de concentração. Morreu aos 48 anos, em Portbou, na província de Girona, depois de acossado pelo avanço dos nazis. Não conseguiria chegar a Portugal, depois de atravessar os Pirenéus a pé. Ainda hoje os pormenores do que aconteceu não são claros. Hannah Arendt (Homens em tempos sombrios, Relógio d’Àgua, 1991), contudo, acredita que se tenha suicidado porque não havia ninguém mais isolado do que Benjamin, ninguém tão absolutamente só. O trágico deste episódio é que um dia antes Benjamim teria passado a fronteira sem dificuldade. Só naquele dia era possível a catástrofe, diz-nos a filósofa.

 
 


 




(Juramento de novos Confrades)


Virgilio Gomes
Tenho alguma dificuldade em selecionar, ou dar prioridade, a algumas crónicas. A oportunidade da notícia, e eu não quero um site noticioso, é por vezes uma questão atual e que contém outros conteúdos que vão para além da notícia. Em anos anteriores tive o cuidado de manter uma espécie de relatos diários do que ia acontecendo no Festival Nacional de Gastronomia de Santarém mas, este ano, por razões diversas tal não foi possível. Assim inicio hoje, e com esta crónica, alguns relatos do que por aqui vai acontecendo. Lá vou ser, mais uma vez, acusado de proteger o “transmontanismo” ao iniciar com o Capítulo da Confraria dos Enófilos e Gastrónomos de Trás-os-Montes e Alto Douro. Desta vez, o XXXVIII Capítulo Geral da CEGTAD, o XVII Capítulo Geral de Outono, realizou-se dia 27 de outubro de 2012, em Santarém, no âmbito do 32º Festival Nacional de Gastronomia. Uma forma de visitar este certame que é o maior e mais antigo evento de gastronomia que se realiza, sem interrupções, em Portugal.
Para saber mais:
Um passeio até Santarém:


Lançamento de livro de Nadir afonso - Almada, exposição - Seminário de gestão e energia - Protocolo de farmacêuticos Moçambicanos e portugueses - Congresso Nacional dos farmacêuticos - Aldeia histórica em Mondim de bastos- Verdes reunem em Vila Real






 



A Câmara Municipal de Mondim de Basto apresentou, recentemente, junto da Associação de Turismo de Aldeia, a candidatura da aldeia de Atei para integrar a marca “Aldeias de Portugal”.
“Aldeias de Portugal” é um título que visa a potenciação do turismo no espaço rural e o aumento das taxas de ocupação, a fixação e rejuvenescimento das populações rurais, a valorização e intercâmbio cultural, a recuperação e promoção do património cultural local e a construção de uma rede europeia de alojamento em turismo de aldeia.
A autarquia de Mondim considera que a aldeia de Atei, quer pelas características naturais que apresenta, quer pela sua valorização resultante de algumas intervenções realizadas, reúne os requisitos necessários para ser classificada como um produto de excelência para integrar a marca “Aldeias de Portugal”, e aguarda agora um parecer positivo por parte da entidade avaliadora.
 
 

Amanhã em Vila Real
Balanço da atividade do Partido Ecologista “Os Verdes”
O Coletivo Regional de Vila Real do Partido Ecologista “Os Verdes” reúne amanhã, sábado, dia 3 de Novembro, em Vila Real, para fazer um balanço da atividade do PEV no distrito, no último ano, numa iniciativa que contará com a participação do Deputado ecologista, José Luís Ferreira.
“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas para uma conferência de imprensa em que darão conta das conclusões desta reunião, que se realizará amanhã, dia 3 de Novembro, pelas 16.15h, no Café “Nova Vila”, situado no Centro Comercial com o mesmo nome, no centro da cidade de Vila Real.
Para mais informações sobre este assunto, poderão contactar “Os Verdes” através do número 966 892 533 (Júlio Sá – dirigente nacional do PEV e também do Coletivo Regional de Vila Real).
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
www.osverdes.pt
Lisboa, 2 de Novembro de 2012
 
 de "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"


Hospital distinguido com certificasção de excelência - CTT lançam seguro de poupança - União Artistica Vilarealense comemora 102º aniversário- Silvio em paz - - 4ª maratona de fotografia FNAC em Viseu




Hospital recebe certificação de excelência
European Union of Medical Specialists

O Serviço de Gastrenterologia do Centro Hospitalar do Alto Ave, em Guimarães recebe certificação na vertente da formação por parte da prestigiada European Union of Medical Specialists (UEMS), a mais antiga organização médica na Europa, com mais de cinco décadas de existência.
A certificação das boas práticas na formação traduz-se no reconhecimento de que este Serviço tem os seus padrões de formação ao nível máximo da União Europeia, para formar e acompanhar internos desta especialidade ou ministrar formação continua a médicos especialistas. É assim um passo para a quebra das barreiras que ainda existem na formação médica europeia, para a livre circulação e formação de médicos noutros países e para a uniformização da prestação de cuidados médicos ao nível da Europa.
Esta certificação é o resultado do trabalho das equipas deste serviço de Gastrenterologia nos últimos anos, que têm procurado reunir todas as condições de exigência da UEMS, estabelecer práticas de atuação e normas de qualidade que cumpram todas os requisitos da União Europeia.
O Centro Hospitalar do Alto Ave – Guimarães recebe assim uma certificação que, até á data era exclusiva, em Portugal, do Serviço de Gastrenterologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
A UEMS estabelece padrões para a prática de cuidados de saúde de alta qualidade que são transmitidos para as autoridades e instituições da União Europeia e para as Associações Médicas de cada país europeu afiliado, estimulando e encorajando-os a implementar as suas recomendações.
A UEMS representa mais de 1,6 milhões de especialistas médicos em todas as especialidades diferentes. Tem fortes ligações e relações com instituições europeias (Comissão e Parlamento) e com Organizações médicas independentes, no espaço europeu.
A União Europeia não tem poder para unificar a formação e o treino médico, mas os profissionais da medicina podem atuar de forma concertada como um corpo europeu para harmonizar as diferenças e assegurar padrões de ensino por toda a União Europeia. 


 

CTT Correios de Portugal
30 de Outubro  de 2012

Dia Mundial da Poupança, 31 de Outubro
 Correios lançam novo seguro de poupança

Os CTT – Correios de Portugal associam-se ao Dia Mundial da Poupança, que se assinala no dia 31 de Outubro, com o lançamento do seguro de poupança Postal Dia da Poupança 2012 (ICAE).
O novo produto financeiro garante uma rentabilidade ímpar no mercado, com uma taxa anual bruta garantida de 4,1% e rendimento adicional em função da valorização do fundo de investimento associado. Com um prazo fixo de 3 anos e 343 dias, o Postal Dia da Poupança 2012 está disponível nas estações de Correio, até dia 2 de novembro, para entregas a partir de 500 euros.
Paralelamente ao lançamento, os CTT promovem no Dia Mundial da Poupança a visita de escolas a 13 estações de Correio de diferentes pontos do País. A iniciativa, que junta mais de 500 crianças e convidados, visa a sensibilização para a importância da poupança, com oferta de brindes alusivos ao tema.

Gabinete de Imprensa CTT – Correios de Portugal                    
Fernando Marante – 21 047 18 00/ fernando.marante@ctt.pt
Pedro Rodrigues – 21 047 18 02  jlm001@ctt.pt


Comemorações do 102ºAniversário
Quinta-feira, 1 de Novembro 2012

08h00 - Alvorada
Salva de foguetes - Vila Velha
Hastear das Bandeiras, ao som da “Marcha de Vila Real” - Salão Nobre
Café e Chá – Bar Associativo
09h00 - Santa Missa
- Sé Catedral
10h15 - Romagem aos cemitérios
Homenagem à benemérita, D. Rosa Virgínia Teixeira Brouillard e outras habituais homenagens
- Cemitérios de São Dinis e de Santa Iria
11h00 –
Torneio de Sueca – 1.ª Fase –
12h45 - Almoço Convívio (inscrição obrigatória até 30 de Outubro)
- Restaurante Zé dos Frangos
15h10 –
Torneio de Sueca – Final –
Torneio de Damas
16h30 – Lanche Convívio
Intermédio Musical
Entrega de Diplomas e Brinde ao Aniversário
19h00 – Fecho das Comemorações
Descerrar das bandeiras


União Artística Vilarealense «Socorros Mútuos»
Filiada n.º 347 da Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio
Avenida Carvalho Araújo, n.º 4 a 10 - 5000-657 Vila Real


 EXPOSIÇÃO
4ª Maratona Fotográfica FNAC Viseu _ Premiados
EXPOSIÇÃO NO PALÁCIO DO GELO SHOPPING (PISO 0)
03.11.12 – 11.11.12
4ª Maratona Fotográfica FNAC Viseu
Exposição de trabalhos premiados

A 4ª edição da Maratona Fotográfica FNAC Viseu decorreu no dia 22 de setembro pelas ruas da cidade. A FNAC Viseu apresenta a Exposição das fotografias premiadas e as distinguidas com Menções Honrosas, no piso 0 do Palácio do Gelo Shopping.
A edição de 2012 conseguiu a sua maior participação de sempre com 50 participantes e 2000 fotografias registadas durante o evento.
A iniciativa que a FNAC Viseu organiza desde 2009,pretende promover o convívio, a partilha de experiências, estimular o espírito criativo de todos os participantes, bem como promover a cidade de Viseu através de olhares mais atentos e incomuns sobre espaços quotidianos. Os trabalhos resultantes foram avaliados por um júri independente, composto por profissionais da área da fotografia e programação cultural, segundo os parâmetros de qualidade técnica, criatividade, consistência do conjunto e consonância com o tema proposto. Os três premiados da efeméride em 2012, com o 1º, 2º e 3º prémio, são respetivamente, Carla Santos Costa, Inês Gabriela Paiva e Miguel José Lopes Matos.
A edição deste ano contou com os apoios à divulgação da Câmara Municipal de Viseu e da Delegação de Turismo do Centro e Palácio do Gelo Shopping, da insígnia Viseu com Gosto da Visabeira Turismo, Expovis e com o patrocínio da insígnia SONY.

 De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"