quarta-feira, 3 de outubro de 2012

GASTRONOMIA - Hotel Casino de Chaves e Comida Indiana por Virgilio Gomes


Sabores Solverde convidam a descobrir diferentes regiões à mesa

GASTRONOMIA TRADICIONAL PORTUGUESA E GALEGA NO HOTEL CASINO CHAVES

Durante o mês de outubro, o Hotel Casino Chaves promove, todos os sábados, uma experiência gastronómica alusiva a diferentes regiões, convidando o paladar a descobrir os mais carismáticos sabores da cozinha tradicional portuguesa e galega.
Do Minho ao Ribatejo, passando pela Beira Alta e até pela Galiza, as diferentes propostas semanais podem ser apreciadas ao jantar, na Sala Península, devidamente acompanhadas pela música ao vivo a cargo da Banda Som Fino
Mantendo a tradição de recriar propostas gastronómicas de diferentes regiões, a Solverde garante, em outubro, os “Melhores Momentos” à mesa do Hotel Casino Chaves.
várias vistas da cidade de Chaves

Hotel Casino Chaves – Sala Península
Gastronomia tradicional – Sabores Solverde
 
Outubro - todos os sábados

Minho – 6 de outubro
Galiza – 13 de outubro
Beira Alta – 20 de outubro
Ribatejo – 27 de outubro

Horário: a partir das 20h30
Animação: Banda Som Fino (acompanhamento musical ao jantar e música para dançar ao serão)
Preço: €30 por pessoa (bebidas incluídas)
Horário: a partir das 20:30
Reservas: +351 276 309 600 | reservashcc@solverde.pt

SOLVERDE
A Solverde - Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde S.A. - foi fundada em 1972 por Manuel Violas. Vocacionada para a área turística, a Solverde detém a concessão do jogo do Casino Espinho, inaugurado em 1982, dos três casinos do Algarve - Vilamoura, Monte Gordo e Praia da Rocha- em funcionamento desde 1996, e do Hotel Casino Chaves, que abriu portas em 2008.
Na indústria hoteleira, o grupo, liderado pelos irmãos Manuel e Celeste Violas, possui o Hotel Solverde Spa & Wellness Center - o único cinco estrelas do Grande Porto junto à orla marítima - na praia da Granja, o Hotel Apartamento Solverde, em Espinho, e o Hotel Casino Chaves, unidade quatro estrelas localizada no interior transmontano. No Algarve, a empresa marca presença na Praia da Rocha com o empreendimento cinco estrelas Hotel Algarve Casino, o primeiro casino-hotel do país.
Ao longo do seu percurso, a Solverde tem contribuído de forma dinâmica para o desenvolvimento da atividade turística, desportiva, social, cultural e artística das regiões onde está implantada. A aposta na cultura tem sido, de resto, uma das grandes bandeiras do grupo e mais do que espaços quase exclusivamente vocacionados para o jogo, as unidades têm-se tornado em valências essencialmente viradas para os setores de animação, do espetáculo, da música e do entretenimento, resultantes da forte estratégia de divulgação e de promoção de artistas portugueses e estrangeiros.

Mais informações
Sofia Figueiras
Tel.: +351 222 003 656


(Vista de Sintra, do restaurante do Hotel Tivoli)
Cozinha Indiana
 
 

Tenho que confessar a minha imparcialidade ao escrever este texto. Primeiro porque a Índia foi o país que eu mais gostei de visitar no Mundo, depois porque sou um fã das suas cozinhas. E afirmo expressamente “cozinhas” porque a Índia é um grande continente, e a sua unificação é recente. Cara região tinha a sua cozinha e em muitas regiões, estados, ainda se mantém. Naturalmente que para o exterior há pratos que quase são considerados pratos nacionais. Eu tinha uma ideia errada da cozinha indiana antes de ter visitado a Índia. Educado a habituado a achar que o caril era aquele pó amarelo servido igual em tantos locais, descobri que o caril é muito mais do que o pó amarelo que começou a difundir-se através da Europa, digamos da Grã-Bretanha. Em muitas casas o caril, para além da receita, é um ritual familiar. O caril que comi na Índia nunca é aquele amarelo que aqui encontramos. Ele é mais avermelhado ou mais acastanhado. O caril resulta da junção de várias especiarias e temperos e que, muitas vezes, são apresentados em separado e cada um faz o seu “lote”.

Sabe sempre bem, variar um pouco:
Para saber mais, clique neste site:

Quando vier a Sintra pode sempre almoçar no Tivoli e visitar o Palácio Nacional de Sintra, onde pode apreciar peças de origem indo-portuguesa.
 
© Virgílio Nogueiro Gomes
Hotel Tivoli Sintra
Praça da República
2710 -616 Sintra
Telefone 219 237 200     
Copyright © 2008 Virgílio Nogueiro Gomes - Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento e manutenção: Jorge Borges

 

ENERGIA - A EÓLICA, a Solar e a eléctrica em EXPANSÃO


Energia
Turbinas eólicas verticais são melhores para o mar
Redação do Site Inovação Tecnológica - 26/09/2012

As turbinas verticais têm várias vantagens em relação às turbinas eólicas tradicionais para a geração de energia no mar.[Imagem: Josh Paquette/Matt Baron]
Custos eólicos
Gerar energia dos ventos nas áreas costeiras, ou mesmo bem longe do litoral, é promissor por pelo menos dois motivos importantes.
Em primeiro lugar, elimina-se um dos maiores elementos do custo de implantação de uma fazenda eólica, que é o custo da terra. Além disso, os ventos marinhos são mais estáveis e constantes do que na maioria das regiões terrestres.
Mas há também inconvenientes, como os maiores custos de instalação e manutenção dos equipamentos
A saída para evitar esses sobrecustos, e ainda utilizar equipamentos mais baratos, pode estar nas turbinas de vento de eixo vertical, segundo um estudo que comparou as vantagens técnicas e econômicas do uso de cada um dos tipos de turbina.
Turbinas eólicas de eixo vertical
"As turbinas eólicas de eixo vertical são elegantes em termos de sua simplicidade mecânica," explica Josh Paquette, dos Laboratórios Sandia, nos Estados Unidos, coautor do estudo.
"Elas têm menos partes móveis porque não precisam de um sistema de controle para apontá-las na direção do vento para que gerem energia," acrescenta o pesquisador.
Além da maior simplicidade mecânica, as turbinas eólicas verticais têm duas outras vantagens que podem ajudar a reduzir o custo da energia: um centro de gravidade mais baixo e maior escalabilidade, permitindo a construção de turbinas maiores.
Um centro de gravidade mais baixo significa que elas flutuam de forma mais estável, dispensando a fixação no leito marinho, o que tem o benefício adicional de um menor impacto ambiental.
Além disso, o gerador propriamente dito fica à flor-d'água, facilitando sua manutenção.
Custo das pá
Segundo os pesquisadores, as pás para as turbinas verticais serão mais caras de fabricar do que as pás das turbinas tradicionais quando se alcançarem dimensões acima dos 300 metros.
Mas, conforme os aerogeradores e suas fundações ficam maiores - na escala dos 10 a 20 MW - turbinas e rotores se tornam uma parte pequena do custo total do sistema, de forma que os outros benefícios da arquitetura vertical mais do que compensam o custo mais elevado dos rotores.

•Maior turbina eólica do mundo

 

Energia Espaço Informática Materiais Mecânica Meio ambiente Nanotecnologia Robótica Plantão
 
As turbinas eólicas vêm evoluindo dramaticamente ao longo das últimas décadas, não apenas em tamanho, mas também em aerodinâmica e nas técnicas de fabricação.[Imagem: Siemens]
 
 
Aerogerador
Está quase tudo pronto para a montagem da maior turbina eólica do mundo.
Cada uma das pás mede 75 metros de comprimento
Três delas formarão o rotor de 154 metros de uma usina-protótipo que está sendo construído pela Siemens no campo de Osterild, na Dinamarca.
A área total coberta pelo rotor alcançará 18.600 metros quadrados, equivalente a quase 2,5 campos de futebol - o diâmetro é quase suficiente para acomodar dois jatos Airbus A380 lado a lado.
Peso do ar
Quando em operação, a super turbina eólica, girando a 10 metros por segundo, extrairá energia de 200 toneladas de ar por segundo.
Devido às forças a que a turbina estará sujeita, cada pá teve que ser feita em um molde único - é o maior componente individual de fibra de vidro já produzido.
As pás incorporam avanços no material utilizado, no projeto aerodinâmico e na técnica de fabricação.
Tudo junto representou uma diminuição de 20% no peso, por sua vez reduzindo as exigências sobre as fundações, a torre e a nacele.
A área total coberta pelo rotor da maior turbina eólica do mundo alcançará 18.600 metros quadrados, equivalente a quase 2,5 campos de futebol. [Imagem: Siemens]
Evolução eólica
As turbinas eólicas vêm evoluindo dramaticamente ao longo das últimas décadas, não apenas em tamanho, mas também em aerodinâmica, nos materiais utilizados em sua construção e nas técnicas de fabricação.
Há 30 anos, uma turbina eólica típica tinha um rotor de 10 metros (cada pá media 5 metros de comprimento) e eram capazes de gerar 30 kW.
A maior turbina do mundo agora terá um rotor de 154 metros (cada pá com 75 metros de comprimento) e deverá produzir 6 MW, uma capacidade 200 vezes maior.
 

Investimento deve rondar os 120 milhões de euros, de acordo com a imprensa romena.
A Energias de Portugal chegou a acordo para adquirir um conjunto de projectos de energia solar na Roménia, com uma capacidade total de 60 megawatts (MW), de acordo com o jornal romeno Ziarul Financiar, que cita Monica Cojocaru, a advogada responsável pela operação.De acordo com os cálculos do jornal, citado pela Bloomberg, a EDP pode investir até 120 milhões de euros nos projectos.Além dos projectos de energia solar, a EDP também adquiriu um projecto de energia eólica na Roménia, com uma capacidade de 28 MW. A EDP, através da sua participada para as energias renováveis, a EDP Renováveis, está já presente na Roménia. O Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD) indicou em Julho que estava a considerar um empréstimo de 58,2 milhões de euros para financiar a construção e a operação de dois parques eólicos da Renováveis neste paísA par da Polónia e do Brasil, a Roménia é um dos três países onde a EDP Renováveis pretende reforçar a aposta nos próximos anos.Em declarações recentes ao Negócios, o CEO da empresa, João Manso Neto, explicou que a Roménia era um dos mercados mais promissores, pois é o país onde a EDP Renováveis recebe a mais alta tarifa pela venda de energia: são 138 euros por megawatt hora, que comparam, por exemplo, com 106 euros em Portugal e 89 euros em Espanha.

In: Negócios online

 

Energia: Empresa de Abrantes está a desenvolver gerador eólico para instalar em meio urbano
 
Santarém, 27 set (Lusa) -- A STI, Sistemas e Técnicas Industriais, apresentou hoje, em Abrantes, um gerador eólico que está a desenvolver para poder ser usado em meio urbano.
Designado Boreas, o gerador, que apresenta pás verticais ao invés das habituais pás horizontais, está a ser desenvolvido desde 2009 em colaboração com o Laboratório Industrial do Instituto Politécnico de Tomar.
A empresa apesenta como vantagens deste gerador o menor custo de produção, o menor impacto visual e a "ausência de ruído ofensivo", o que, sublinha em nota enviada à agência Lusa, permite a sua colocação em meio urbano.

O tamanho de uma torre eólica e o ruído que gera torna a instalação para produção própria, principalmemte nas cidades, no mínimo, impossível. Foi por isso que a STI, uma empresa de engenharia de Abrantes, decidiu desenvolver um novo gerador eólico - o Boreas - cuja principal característica é não ter pás.
Estranho? Nem por isso. Trata-se de uma eólica de eixo vertical - um conceito já existente nos EUA - que é mais pequena em altura e largura e também mais silenciosa porque não tem a rotação das pás. Como tal, pode ser montada na esquina de um edifício, num telhado ou cobertura ou então no topo de um poste.
Neste momento, a STI está na fase final de investigação do Boreas, ou seja, já desenhou o protótipo e agora está a analisar o comportamento ao vento e a sua eficiência energética. O processo custou 400 mil euros, metade dos quais foram apoio do QREN.
O passo seguinte é a produção e comercialização, que deverá arrancar “em janeiro de 2013” com “séries de 50 unidades”, adiantou ao DN/Dinheiro Vivo, Carlos Lopes. Estas podem ser vendidas ao cliente final, para instalar em casa, ou em grandes empresas, como um centro comercial, que queiram fazer instalações de mini-geração para produzir energia para consumo próprio.
“Já temos contatos preliminares com países de língua portuguesa, mas o nosso mercado é o mudo”, disse Carlos Lopes, esclarecendo que não estão a contar muito com Portugal para vender o gerador.
O preço do Boreas é outra das vantagens do equipamento. “Colocámos o custo à frente de tudo. Pode ser menos eficiente, mas custa metade do preço, ou seja, entre 10 a 15 mil euros conforme a turbina”, avançou Carlos Lopes, explicando que haverá geradores de 2 e de 5 KW. Já o retorno do investimento será de sete a dez anos.

In: Dinheiro vivo

 
 

Capacidade eólica da UE chega a 100GW
Geração é o equivalente a 39 usinas nucleares.

“Passamos a algumas semanas da marca de 100GW de capacidade total instalada na Europa”, declarou Christian Kjaer, presidente da Associação de Energia Eólica Europeia (EWEA).
“Nós adicionamos cerca de 10GW ao ano nos últimos tempos e faremos o mesmo novamente em 2012. Mas não posso confirmar que essa tendência irá se sustentar, existem muitas incertezas políticas”, disse.
A indústria eólica, altamente dependente de investimentos de capital, está enfrentando um desafio depois que os bancos diminuíram a quantidade de empréstimos e aumentaram os juros, explicou Kjaer.
O setor está agora buscando investidores de longo prazo, incluindo fundos de pensão e seguradoras, para minimizar os efeitos da nova postura dos bancos.
Para piorar, a crise econômica europeia está resultando em mais medidas de austeridade e, por consequência, em mudanças nas políticas para financiar energias renováveis.
Apesar de a maior parte dos 100GW ser resultado de projetos em terra firme, o crescimento da geração eólica neste ano se deveu muito a projetos offshore, como os desenvolvidos pela DONG Energy na costa da Dinamarca (400MW) e pela EDF Energies Nouvelles Polska na Polônia (48MW).
A expansão offshore deve acelerar o alcance dos próximos 100GW, se for possível vencer os obstáculos de financiamento e de integração à rede.
Os custos estimados para as instalações offshore são da ordem de €3 a €4 milhões por megawatt, enquanto projetos em terra precisam de €1,2 a €1,4 milhão por megawatt.
Para ajudar a levantar recursos, a EWEA deseja que a Comissão Europeia e seus estados membros concordem em elevar a meta de 20% de participação renovável na matriz energética do bloco até 2020. A entidade também defende um maior investimento na rede, para que fornecedores possam trabalhar a partir de qualquer país, criando assim um mercado único de energia.
“Precisamos de uma infraestrutura melhor se quisermos explorar todo o potencial eólico”, explicou Kjaer.
A Comissão já teria afirmado que pretende estabelecer o mercado único de energia na União Europeia (UE) até 2014, porém salientou posteriormente que talvez não consiga cumprir este prazo.
Um documento deve ser divulgado nas próximas semanas com as estratégias para acelerar o progresso e as discussões neste sentido, de forma que sejam incluídos no orçamento da UE recursos para melhorias na rede
Crescimento Offshore no Reino Unido
O setor eólico offshore registrou um enorme crescimento na Grã-Bretanha, onde subsídios atraíram investimentos que devem multiplicar por seis a capacidade dos projetos até 2020.
As empresas norueguesas Statoil e Statkraft inauguraram nesta quinta-feira (27) a fazenda offshore de Sheringham Shoal (317MW), em Norfolk, aumentando ainda mais a liderança britânica no setor, com um total de 2670MW.
Também no Reino Unido, no começo deste mês, a sueca Vattenfall inaugurou a fazenda de Ormonde (150MW) e a parceria SSE e RWE deu início ao funcionamento do projeto Greater Gabbard (500MW).
Segundo a associação de energia limpa do Reino Unido (RenewableUK), a capacidade instalada offshore britânica representa 60% do total europeu e é mais de três vezes maior do que o segundo maior mercado, a Dinamarca.



EDP Brasil inaugura primeiro posto elétrico de carregamento rápido
Estrutura que permite carregamento em 30 minutos dá origem a estudo de avaliação de impactos no sistema de distribuição de energia

Lisboa, 28 de setembro de 2012 – A EDP Brasil, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal, com a Fundação Instituto de Administração (FIA), o Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (IEE/USP) e a Sinapsis estabeleceram uma parceria para a execução de um projeto de Pesquisa & Desenvolvimento que avaliará os impactos dos veículos elétricos nos sistemas de distribuição de energia elétrica. Esta sexta-feira, dia 28, foi inaugurado o primeiro posto de recarga rápida de veículos elétricos no Brasil com sistema de billing e ferramentas de planeamento elétrico, dando início aos testes da primeira fase do projeto, que serão concluídos no final de 2012.
A iniciativa tem como objetivo realizar um estudo prospectivo  para avaliar os possíveis cenários, experimentação e medição dos impactos da introdução do veículo elétrico na rede de distribuição da EDP no Brasil, nomeadamente nas áreas de atuação da EDP Bandeirante e EDP Escelsa, permitindo que as concessionárias estudem a infraestrutura, produtos e serviços mais adequados e que permitam responder às necessidades crescentes deste mercado.
O posto de carregamento rápido está disponível no IEE em São Paulo para testes de veículos elétricos. O projeto está também aberto a parcerias com instituições públicas que queiram abastecer os seus veículos elétricos nos três postos instalados no IEE (recarga rápida, lenta e residencial). O serviço será oferecido a organizações públicas da cidade de São Paulo que estejam atualmente a usar ou operar veículos elétricos.
Os três postos foram fabricados pela Efacec, empresa fornecedora de carregadores elétricos para o projeto de mobilidade elétrica em Portugal. O posto de carga rápida segue especificações da Europa, Japão e EUA e tem 50kW de potência de saída em corrente contínua. Neste ponto de abastecimento, os veículos com uma autonomia à volta de 180km levam até 30 minutos para recarregar a bateria, que é normalmente limitada em 80% de sua capacidade máxima, a fim de prevenir danos às mesmas. Os postos de carregamento lento, em corrente alternada com 3,7kVA de potência, levam até oito horas para realizar a mesma tarefa.
 
De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Reunião Luso Africana de Oftalmologia (São Tomé) - Recolha de Sangue no Hospital José de Mello - Bruno Silva UA- Casino Estoril lança livro de Licinio Cunha - Catálogo da Livraria Académica (Porto)


SÃO TOMÉ E PRINCIPE



5 e 6 de Outubro | S. Tomé e Príncipe
4ª Reunião Luso-Africana de Oftalmologia

Sociedade Portuguesa de Oftalmologia promove formação de clínicos gerais em S. Tomé e Príncipe
Lisboa, 27 de Setembro de 2012 – A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) vai dar formação a cerca de 30 médicos de clínica geral de S. Tomé Príncipe durante a 4ª Reunião Luso-Africana, que este ano terá lugar no arquipélago, nos dias 5 e 6 de Outubro.
A formação dos clínicos de medicina geral e familiar “é uma prioridade para um país que não tem oftalmologistas”, como explica a presidente da SPO, Manuela Carmona, que refere também que os temas da formação irão incidir nos problemas que mais afetam a população são-tomense como “os traumatismos oculares, o glaucoma, a catarata congénita, a toxoplasmose e a retinopatia diabética”.
As Reuniões Luso-Africanas de Oftalmologia realizam-se anualmente, desde 2009, em países de língua oficial portuguesa e visam estimular a cooperação entre clínicos de Portugal e dos países africanos lusófonos. As reuniões anteriores realizaram-se em Cabo Verde (2009), Moçambique (2010) e Angola (2011) e contaram sempre com a presença dos ministros da Saúde dos respetivos países. Na reunião deste ano espera-se a presença de vários representantes do Governo de S. Tomé e Príncipe. A embaixada de Portugal no país apoia a organização desta reunião.
Manuela Carmona, presidente da SPO, frisa que “partilha de experiências entre oftalmologistas de língua portuguesa é, para nós, uma prioridade. As reuniões luso-africanas são exemplo da importância que atribuímos a essa colaboração”.

Para mais informações/contactos médicos:
Guess What PR
Susana Viana
Telefone: (+351) 218 446 391
Telem: 91 09 33 693

 







Iniciativa decorre de 1 a 11 de Outubro
Hospitais e clínicas da José de Mello Saúde promovem colheita de sangue

A José de Mello Saúde, em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, vai promover uma campanha a nível nacional de colheita de sangue nos seus hospitais e clínicas, de 1 a 11 de Outubro, de forma a contribuir para o aumento das reservas de sangue nos hospitais portugueses.
Na zona de Lisboa, as sessões de colheita de sangue serão realizadas, entre as 9h e as 19h30, no hospitalcuf infante santo (1 de Outubro), hospitalcuf descobertas (2 de Outubro), clínicacuf belém (3 de Outubro), clínicacuf cascais (8 de Outubro), clínicacuf torres vedras (10 de Outubro) e clínicacuf alvalade (11 de Outubro).
No norte do País, as colheitas serão realizadas, das 14h às 19h, no institutocuf (Porto) (8 de Outubro) e no Hospital de Braga (11 de Outubro).
Qualquer pessoa pode dar sangue se tiver bom estado de saúde, hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50kg e idade compreendida entre os 18 e os 65 anos. 
Os homens podem dar sangue de 3 em 3 meses (4 vezes/ano) e as mulheres de 4 em 4 meses (3 vezes/ano) sem qualquer prejuízo para si próprios. O sangue doado é rapidamente reposto pelo organismo.
Esta iniciativa integra-se na política de responsabilidade social da José de Mello Saúde, numa linha de atuação socialmente consciente.
 


Bruno Silva, investigador do Departamento de Engenharia Mecânica da UA, desenvolve nanofluído ‘super’ refrigerante

«A nossa tinta preta» a caminho de Marte

O Bruno Silva tem uma visão. Uma nave levanta voo a caminho de Marte. Pela primeira vez o Homem vai pisar o planeta vermelho. As altas temperaturas na descolagem e as enormes oscilações térmicas que o vaivém sofrerá durante os meses de viagem até ao distante objetivo não são problema já que o sistema de refrigeração da nave funciona na perfeição. O segredo que baixa e sobe as violentas temperaturas, e as mantém ao gosto das máquinas e dos astronautas, é um nanofluído desenvolvido pelo Bruno no Centro de Tecnologia Mecânica e Automação da Universidade de Aveiro (UA).
A visão futurista do investigador pode não estar muito longe da realidade. O fluído que está a desenvolver já ganhou o adjetivo de inovador pois, em relação a outros líquidos que alimentam os atuais sistemas de refrigeração, permite melhorias enormes na performance dos equipamentos.
Afinal que fluído é esse? «Nós não inventámos a pólvora, simplesmente estamos a melhorá-la», diz o investigador membro da equipa de cientistas do DEM que, nos últimos anos, sob coordenação da investigadora Mónica Correia, se tem dedicado ao desenvolvimento do prometedor sistema. Com pormenores irreveláveis ainda fechados no segredo do laboratório, Bruno Silva explica que o fluído tem um material base constituído por água e etilenoglicol, usados em qualquer sistema de refrigeração. A essa mistura são adicionadas nanopartículas, constituídas por nanotubos de carbono. O aspeto final da mistura tem como resultado, pelo menos o visível a olho nu, um líquido escuro ao qual, carinhosamente, a equipa de investigadores chama «a nossa tinta preta».
 

“Turismo em Portugal: Sucessos e Insucessos” apresentado na Galeria de Arte
Casino Estoril acolheu o lançamento de novo livro de Licínio Cunha

O Casino Estoril acolheu o lançamento do livro da autoria de Licínio Cunha, intitulado “Turismo em Portugal: Sucessos e Insucessos”. Em cerimónia realizada na Galeria de Arte, a obra foi apresentada por Mário Assis Ferreira, Presidente da Estoril Sol, pelo Prof. José da Silva Lopes e pelo Prof. Manuel Damásio, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Lusófona.
Recorde-se que, Licínio Cunha dedicou-se, durante 17 meses, à elaboração do livro “Turismo em Portugal: Sucessos e Insucessos”. Foi em 2010, que concluiu uma obra que se distingue por uma cuidada análise de seis períodos em que dividiu o seu trabalho: "Os Primórdios" (1900 - 1950), "O Despertar" (1950 - 1962), "A Explosão" (1963 - 1973), "A Crise" (1974 - 1980), "A Euforia" (1980 - 1992),  "Os Incertos Caminhos da Mudança" (1992 - 2000) e "O Presente e o Futuro" (2000 - 2009).

Gabinete de Imprensa
Tel: 214667791 * Fax: 214667970
Agradece-se a divulgação desta notícia

De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"


 


Jornal do Ardina Regional - 4ª conferência Brands Like Bands


                                             http://wwwapcoi.pt/video2012/

(clique para aumentar)

(clique para aumentar)

(clique para aumentar)

                                                                  
                                                                 www.amarcax.com

Comunicado do Museu do Douro - Pulido Valente opina sobre as Fundações




Público - 28-9-XII
Sobre a Fundação Gulbenkian, Pulido Valente rectificou o comentário a 29 e 30 do mesmo mês, no mesmo jornal
 
 
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

De Oliveira Salazar à Taxa Social Única (TSU)


O doutor Oliveira Salazar, com o país no estado em que agora se encontra, mais coisa menos coisa, a 27 de Abril de 1928, rematou o seu célebre discurso de tomada de posse com estas palavras: “ Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses”.
Uma semana após a posse expôs a sua estratégia, concentrando a potência financeira nas mãos do Estado, aproveitando-a para fins predominantemente de serviços públicos. Apontava como objectivo, um saldo positivo já no Orçamento de 1928/29.
A 14 de Maio (de 28) faz publicar dois decretos. No primeiro pisca o olho ao funcionalismo, suavizando o imposto de salvação pública que incidia sobre os seus vencimentos. No segundo agrava a contribuição predial, e o imposto complementar.
A 20 desse mês convoca todas as comissões de todos os ministérios, entretanto formadas para estudar uma redução drástica das despesas.
A 1 de Junho publica um decreto sobre incompatibilidades e acumulações de cargos (a tal moralização que falta no presente).
A 13 de Abril de 1929 é publicado um decreto a complementar a reforma tributária iniciada no ano anterior (contribuição predial, industrial, unificação do imposto directo sobre os lucros, imposto indirecto sobre transacções, modifica o imposto profissional, o imposto de capitais, o imposto sobre sucessões e doações e a Siza). E reorganiza o contencioso das contribuições e impostos para tornar mais eficaz a cobrança fiscal.
A 24 de Agosto de 1929 (precisamente um ano e quatro meses depois) anuncia ao País o seu triunfo: a execução do seu primeiro orçamento produzira um superavit. Para quem vinha da bancarrota, as contas, à época, apresentavam um saldo positivo de cerca de 300. 000 contos!
Por essa altura confidenciou ao amigo Mário de Figueiredo: “Agora que já começamos a ter algum dinheiro, já podemos começar a fazer alguma politica”.
 
 
Gráfico
(clique para aumentar)
É certo que o actual governo tenta dar rumo a um país na bancarrota como se ilustra no gráfico (e quadro[1]) ao lado. E é também certo que tem estado amarrado a um memorando elaborado pelos credores e assinado pela governação socialista.
O ministro Vítor Gaspar, ao que parece, não incluiu 500 milhões no O.E. É aceitável, para quem tinha que resolver um problema de tão elevada emergência em meses, para receber a segunda tranche. Até porque essa quantia, se comparada com a divida herdada da governação socialista, equivale a um rebuçado num saco com 350! Ou seja, não representa nada, é irrisória.
Também não errou as contas como alguma opinião pretende insinuar. Não acertar a previsão não é o mesmo que errar as contas. Previa que as receitas fossem umas, mas foram outras.
Quadro - Não se apresentam os
valores atribuidos às fundações
(clique para aumentar)
Como um dia disse Churchill “ A habilidade politica é a capacidade de prever o que vai acontecer amanhã, na próxima semana, no próximo ano; e é a capacidade de depois explicar porque é que assim não sucedeu”. Esta capacidade de explicar porque razão a receita não foi a prevista, é que o governo não teve.
O que era de prever é que em democracia, baixar o défice de uma forma tão brusca era missão quase impossível. Porque a forma como funciona o sistema económico e o poder dominante na Europa do presente, nada tem que ver com a cultura económica e com o quotidiano do povo português. Ou seja, a cultura da Europa do Norte, nada tem a ver com a da Europa do sul.
Além do mais, será sensato pedir que se corrijam, em três anos, os erros cometidos em 35?
Para se conseguirem os objectivos do memorando, que estabelece tempos, das duas, uma. Ou se alargam os prazos e a divida aumenta, tornando-se sustentável o seu pagamento se os juros não forem usurários como até aqui, ou então, como um dia a doutora Ferreira Leite desassombradamente disse, terá que se suspender a democracia por tempo indeterminado (se é que a este regime pantanoso se ainda pode chamar democracia). Há ainda uma terceira. O perdão de parte da divida porque os juros agiotas já pagos dariam para pagar mais de 1/3 da mesma.
Ora se o doutor Salazar, mesmo com todas as condições que exigiu, se precaveu dizendo “mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses”, como é que este governo sem as mesmas condições teria alguma possibilidade?
 



Primeiro-ministro e Ministro das Finanças
A TSU (Taxa Social Única)

Quando o Governo anunciou esta medida ficamos perplexos, mas, com prudência aguardamos. Os clamores de certas pessoas (porque especialistas na matéria), mais confusos nos deixaram. Porém, alguma reflexão e algumas leituras, mudou-nos a opinião (de cidadão comum, não de especialista na matéria que não somos).
O que o governo tentou fazer foi o que antes se fazia com a desvalorização da moeda em tempos difíceis. Como o caso de Hernâni Lopes num governo do Dr. Soares em 1984. Desvalorizava-se a moeda e os salários dos trabalhadores reduziam 20%, sem que eles percebessem (Krugman explica-o muito bem). Como isso agora é impossível de fazer porque o País não tem moeda própria (escudo), o governo, de forma criativa, lançou essa medida. É claro agora que os trabalhadores não iam perder 7% do seu salário para os entregar “de mão beijada” aos patrões, como se insinuou à má-fé. Iriam apenas ajudar as empresas para que estas não fechassem. Sempre será melhor descontar 7% do salário (temporariamente) e manter o emprego do que não descontar e ficar desempregado.
Auto Europa - Linha de Montagem
O que o Governo tentou fazer foi qualquer coisa idêntica ao que se passou na Auto Europa, que estas pessoas tanto elogiaram à época. João Proença e a UGT que se tem comportado com elevada responsabilidade, vai ter que analisar a medida com cuidado.
A posição do Banco Central Europeu, da União Europeia e do Eurogrupo ao aceitarem a medida como uma solução criativa, mais razão deram ao Governo. O tempo se encarregará de o confirmar quando essas empresas começarem a fechar . O pior é que não sendo então a medida um disparate, a Europa exige outra com resultados semelhantes. Não é difícil perceber o estado de espírito do Primeiro-ministro e do ministro das Finanças. A paciência tem limites. E pensamos que a deles está no limite.
O Governo, porém, quer queiram, quer não queiram os fazedores de opinião, tem um contrato (assinado pelo partido socialista, é bom não esquecer) para cumprir. Se este governo falhar, falha o regime e aí tudo tem de mudar. Porque não é com duas cantigas (embora certas sondagens com um certo tipo de motivação procurem demonstrar outra coisa) que os cidadãos vão aceitar (num espaço tão curto) que sejam governados por quem os levou à bancarrota.

ISLÂNDIA - [ http://youtu.be/lNt7zc6ouco ].

 
Nessa altura o regime cai. E aos cidadãos não lhes restará se não seguir o caminho dos islandeses

Armando Palavras


 

Nota: É injusto baixar os salários. A este tema havemos de tornar. Ninguém se sente motivado com um salário baixo, ou miserável. Mas neste caso de emergência, o importante é conservar o emprego.





[1] Estes números foram recolhidos em vários órgãos de comunicação social e missivas recebidas via internet. Porque não existe nenhuma auditoria. São números dispersos e alguns não serão rigorosos. Contudo, julgamos que se aproximam da realidade. A titulo de exemplo: os números que consultamos por estas vias apresentam 90.000 milhões de divida socialista, mas na realidade são 85.000 milhões.

Porto - Teoria essencial da música - V Xornadas de Literatura de Tradicion Oral


De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"






BES lança Linha de Crédito de apoio à aquisição de equipamentos agrícolas com financiamento até 100%



 

O Banco Espírito Santo (BES), no seguimento da sua estratégia de apoio ao sector empresarial português, celebrou com várias empresas líderes no fornecimento de equipamento agrícola (tractores, alfaias agrícolas e sistemas de rega) um protocolo que permite a reposição de equipamento agrícola em condições de crédito muito favoráveis com possibilidade de financiamento até 100% do investimento, prazo máximo de pagamento de 7 anos e carência de capital até 2 anos.
As marcas que fazem parte da Linha de Crédito são a New Holland, Massey Ferguson, Entreposto, Herculano, Expansão, Lagoalva, Irricampo, Hubel e Sulregas.
As Linhas Protocoladas BES fazem parte das Soluções BES Agricultura, que, com o objectivo de garantir a sustentabilidade do negócio das empresas agrícolas, apresentam a oferta mais completa de produtos e serviços financeiros para as empresas que operam no sector.
O sector Agrícola apresenta-se actualmente como estratégico para a recuperação da Economia Portuguesa principalmente pelo seu potencial de crescimento e consequente impacto na Balança Comercial nacional, quer por via das exportações de produtos agrícolas, quer por via da substituição das suas importações, e na criação de emprego.

 
 
Contactos:
 
Banco Espírito Santo
Departamento de Comunicação
Paul o Tomé: paulo.tome@bes .pt
 (+ 351 21 3597141)

 





De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"