quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Philipp Roesler, vice-chanceler alemão, afirma que chegou o momento de dar vida económica a Portugal

Álvaro Santos Pereira (Ministro da Economia portuguesa com Philipp Roesler, vice-chanceler alemão

Philipp Roesler diz que Portugal está a dar um exemplo "para a Europa e para o mundo"

Vice-chanceler alemão destaca aplicação "exemplar" do programa de ajustamento português

Vice-chanceler alemão elogiou a maneira como Portugal está a conseguir trilhar "um caminho difícil"

O vice-chanceler alemão e ministro da economia, Philipp Roesler, considerou hoje "exemplar para a Europa e para o mundo" a aplicação do programa de ajustamento financeiro em Portugal, após uma reunião com o homólogo português, em Berlim.
"Apesar de todas as dificuldades, Portugal tem conseguido implementar a consolidação orçamental e as reformas estruturais, um caminho muito difícil, mas que está a ser traçado de forma exemplar para a Europa e para o mundo", disse o político liberal, à margem da Bolsa de Contactos Portugal Plus, na capital alemã, para promover as exportações portuguesas e incentivar os investimentos alemães no país.


Philipp Roesler, vice-chanceler alemão
"Portugal está a percorrer um caminho extraordinário, e chegou o momento de lhe dar vida económica", acrescentou Roesler.

O vice-chanceler alemão comentou também as recentes manifestações contra a 'troika' e a política de austeridade em Portugal, admitindo que "as reformas são difíceis para as pessoas", e mostrando "respeito pela via de concertação social" do governo PSD/CDS.
Convidado pelos jornalistas a comentar o descontentamento que se traduziu nas recentes manifestações, Álvaro Santos Pereira, por seu turno, sublinhou o "espírito de união que tem existido em Portugal", acrescentando que, para ultrapassar as dificuldades atuais "é necessário manter o diálogo social".
"As pessoas estão preocupadas com o seu futuro, o governo mantém o diálogo social, mas só mantendo também a consolidação orçamental e as reformas estruturais conseguiremos sair da crise", disse o ministro luso.

D.R.
25/09/2012 | 12:16 | Dinheiro Vivo

Adriano Moreira homenageado em Lisboa, no ISCSP-UL

 
adriano_moreira_homepage_site_iscsp
 
 
Conferência de Homenagem ao Professor Adriano Moreira – 26 de Setembro, 17 horas
 
Atenção, abrirá numa nova janela.
O Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP-UTL) organizou uma conferência de homenagem ao Professor Doutor Adriano Moreira, por ocasião do seu nonagésimo aniversário. A cerimónia teve lugar no  dia 26 de Setembro pelas 17 horas, no auditório que tem o seu nome (Auditório Adriano Moreira) – ISCSP, Pólo Universitário do Alto da Ajuda, Lisboa.
A Conferência contou ainda com a colaboração de uma Comissão de Honra, cuja composição disponibilizamos abaixo, presidida pelo Professor Doutor António Rendas, Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas.
Esteve ainda presente o Primeiro ministro, Dr. Passos Coelho, que citou Luis de Camões, afirmando que sopram ventos favoráveis nas velas da economia portuguesa. Por seu lado, Adriano Moreira deu o exemplo de Gil Eanes que viveu a tentar. Rematando que o tempo lhe veio dar razão.


Sobre o Professor Adriano Moreira
 
"Professor Emérito do ISCSP, Adriano Moreira, que faz 90 anos na quinta-feira, diz que a sua vida "foi a escola" e a política apenas "uma obrigação cívica”.
Nascido a 06 de setembro de 1922 em Grijó, Macedo de Cavaleiros, Adriano Moreira licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e doutorou-se pela Universidad Complutense de Madrid e pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP).
Foi ministro do Ultramar de 1961 a 1963, no Estado Novo de Salazar, que o chamou, segundo diz hoje o próprio Adriano Moreira, em entrevista à agência Lusa, para "pôr em prática" aquilo que ensinava nas suas aulas, ou seja, um conjunto de reformas para os então territórios ultramarinos quando estalaram as primeiras revoltas em Angola contra a colonização portuguesa.
Passou depois pela presidência da Sociedade de Geografia, onde ficou até 1974, e à frente da qual promoveu o Movimento da União das Comunidades de Língua Portuguesa. E manteve-se à frente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina (hoje ISCSP), escola que ajudou a reformar introduzindo o estudo de diversas ciências sociais, até ser demitido pelo Governo de Marcelo Caetano em 1969. Regressou ao ISCSP em 1983, quando foi eleito presidente do Conselho Científico.
Aos 90 anos, Adriano Moreira, preside à Academia das Ciências e ao Conselho Geral da Universidade Técnica de Lisboa. É considerado um dos "senadores" da sociedade portuguesa. Apesar das suas incursões políticas, diz, no entanto, preferir ser reconhecido como "académico".
"A minha vida foi a escola, sobretudo. A intervenção política foi mais por obrigação cívica", disse à Lusa, a poucos dias de cumprir 90 anos."
Baaseado em informação da Lusa

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

QREN - Portugal é o País que melhor executa os fundos estruturais


De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Bento da Cruz na TSF - Turismo - Restaurante Zembeze - Adega do Machado vista por Virgilio Gomes - Loja "Sumo pontifice"



 O escritor transmontano (também médico) Bento da Cruz, natural de Montalegre, foi ontem entrevistado na TSF, no programa Receitas de vida










TURISMO


 
 
Conferência “Reinventar o Turismo – Portugal mais sustentável”
26 de setembro | Auditório da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa

Os melhores exemplos da sustentabilidade ambiental e energética do setor do turismo em Portugal vão estar em discussão esta quarta-feira, 26 de setembro, na conferência “Reinventar o Turismo – Portugal mais sustentável”.
Promovida pelo Turismo de Portugal, esta conferência reúne alguns dos mais reputados especialistas nas áreas da construção, arquitetura, agricultura, energia, água e território e pretende motivar os empresários a introduzirem boas práticas de sustentabilidade nos seus negócios, tornando-os assim mais competitivos.
A conferência decorre na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa (Rua Saraiva de Carvalho, 41) e tem como principais destinatários técnicos das áreas de ambiente, agricultura, arquitetura, turismo, professores e estudantes, colaboradores de empreendimentos turísticos. Enquadra-se ainda no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Turismo, este ano sob o mote “Turismo e sustentabilidade energética: propulsores do desenvolvimento sustentável".

Programa

09:15_Receção dos participantes
09:30_Sessão de Abertura
Presidente do Turismo de Portugal, Frederico Costa
Vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, Maria de Lurdes Vale
10:00_Painel I Sustentabilidade ambiental efetiva
Moderação: Vice-presidente da Quercus, Susana Fonseca
_A perceção dos valores ambientais no Turismo, Associação de Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira
_ Açores - Destino Sustentável, Direção Regional de Turismo dos Açores, Cristina Ávila
_Chave Verde - Programa internacional de Boas Práticas Ambientais em Hotelaria, ABAE, Fátima Vieira
 Casos Práticos:
Herdade de São Lourenço do Barrocal, José Antonio Uva
Herdade do Freixo do Meio, Alfredo Cunhal Sendi
Cooking and Nature, Emotional Hotel, Rui Anastácio
11:30_Debate
Intervalo para Café
12h00_ Painel II Sustentabilidade energética
Moderação: Vice-presidente da Quercus, Susana Fonseca
_A importância da energia para os empreendimentos turísticos sustentáveis, Prof. Doutor do IST-responsável do programa Líder A, Manuel Duarte Pinheiro
_Abordagem à eficiência energética no Grupo ANA, ANA – Aeroportos de Portugal, Arlindo Brito
_ O Environmentally Friendly como nova forma de gestão, Green Growth, Daniel Frey
12:45_Debate
13:00_Encerramento
Mais informações e inscrições em:
 
 
 
 

Visabeira Turismo aposta num conceito trendy e cosmopolita  

ZAMBEZE: GASTRONOMIA BEIRÃ E AFRICANA

NA 8ª EDIÇÃO DO LISBOA RESTAURANT WEEK

O ZamBeZe Restaurante associa-se à 8ª edição do “Lisboa Restaurant Week”, uma iniciativa gastronómica que decorre até Domingo, em mais de sessenta restaurantes da capital.
Por 20 euros por pessoa, os clientes e visitantes deste novo e charmoso espaço lisboeta podem degustar um menu de fusão que combina gastronomia portuguesa e sabores moçambicanos: uma entrada, um prato e buffet de sobremesas.
Cogumelos salteados com linguiça é a sugestão de entrada do Chef João Paulo Varela, que convida os apreciadores de aromas e sabores intensos a provar o “Peixe ao Lumbo”, uma das especialidades moçambicanas mais apreciadas do restaurante, ou para quem tem preferência por pratos de carne, o arroz de cabrito com castanhas, numa homenagem aos travos fortes da Beira. A terminar a refeição, um buffet de doces e iguarias tradicionais promete desafiar os paladares mais exigentes.
O ZamBeZe Restaurante integra pela primeira vez esta iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Lisboa, associando-se a um evento que tem como objectivo proporcionar experiências gastronómicas em alguns dos melhores restaurantes da capital e, ao mesmo tempo, apresenta um cariz solidário, já que dos 20 euros de cada refeição, um euro reverte a favor de uma instituição de solidariedade social.
Aberto ao público desde Junho, no topo do antigo Mercado Chão do Loureiro, hoje parque de estacionamento da EMEL, este projecto da Visabeira Turismo com três operadores moçambicanos, é já um espaço de eleição na rota dos restaurantes lisboetas. Com uma vista privilegiada sobre a cidade e com facilidade de estacionamento, incluindo duas horas de oferta aos clientes, o restaurante ZamBeZe é um espaço de características únicas e com uma oferta gastronómica muito variada, quer na esplanada quer no interior do espaço.
Aberto todos os dias, entre as 10 e as 23 horas, o restaurante ZamBeZe está totalmente decorado com elementos emblemáticos da cultura portuguesa, privilegiando no interior peças de faiança Bordallo Pinheiro, distribuídas de forma harmoniosa e peculiar por todo o espaço, e, no exterior, dois painéis de azulejos da autoria do artista plástico Paulo Ossião.

Download das fotografias em alta resolução: http://wtrns.fr/SKRglak63jihHUn
ZAMBEZE RESTAURANTE
Lisboa Restaurante Week – Até 30 de Setembro

Ementa:
Peixe ao Lumbo
ou
Arroz de cabrito com castanhas
Buffet de sobremesas

Preço:

20 euros por pessoa (sem bebidas)
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 10 às 23 horas.
Tipo de gastronomia: Tradicional Beirã e Moçambicana
Capacidade:
80 lugares no interior da sala
100 lugares na esplanada

Morada:
Calçada Marquês de Tancos
Edifício EMEL
Mercado Chão do Loureiro
São Cristovão
1100-340 Lisboa
Reservas: zambeze@visabeiraturismo.com; Telef. 218 877 056

 
 
 

Virgilio Gomes
ADEGA MACHADO reabriu
 
No passado dia 3 de julho reabriu a Adega Machado, uma das mais emblemáticas casas de fado de Lisboa. Nascida nos anos trinta, 1937, e fundada pela fadista Maria de Lurdes Machado e pelo compositor e guitarrista Armando Machado, depressa ganhou fama. Todos os grandes fadistas passaram por esta casa, incluindo Amália Rodrigues que também gostava de frequentar este local como cliente.
Encerrada há mais de três anos, foi alvo de grandes obras de remodelação, dando-lhe um ar moderno mas sóbrio. Para além da sala de restaurante com fados, dispõe ainda de um espaço para petiscos e alimentação ligeira, na cave, e um terraço. Houve grande preocupação de dotar o estabelecimento de uma excelente cozinha e correspondentes áreas de serviço. O projeto de arquitetura e decoração esteve a cargo do Arquiteto Luis Candeias. No espaço de ligação aos dois ambientes principais foram utilizadas 117 imagens que relatam a história desta casa, nas quais se reconhecem os grandes valores, e interpretes musicais e de Fado, que estão ainda nas nossas memórias. No entendimento, e muito bem, dos empresários está subjacente a preocupação de que, para além de espetáculos de qualidade de fado, também seja um local de referência gastronómica. Chefia a cozinha o Chefe Alexis Gregório que elaborou uma lista de especialidades portuguesas com uma nova apresentação.
Esta é uma nova casa, moderna e atrativa, que irá por certo ajudar a que o Fado se reconheça como Património Imaterial da Humanidade. E por outro lado criar atrativos para as camadas mais jovens e com a preocupação de que a gastronomia esteja em paralelo com a dimensão do Fado.
O Bairro Alto, Lisboa e o Fado ficam a ganhar. Um aplauso para os empresários em apostar neste tipo de empreendimento.
Arroz Cremoso
Do elenco permanente de fadistas destacam-se: Marco Rodrigues, Isabel Noronha, Joana Veiga e Pedro Moutinho. Dos músicos: Marco Rodrigues, viola, Pedro Viana, guitarra portuguesa, e Didi, baixo.
© Virgílio Nogueiro Gomes
Horário 19h00 às 02h00, encerra 2ª feira
Tlf (+351) 213 422 282
Rua do Norte, 91
1200-284 Lisboa
Um espaço de culto do Fado:


Outros sites a consultar:

Novidades em Trancoso

Um desafio para visitar Marrocos:

“Comer bem não faz mal a ninguém” (*)

Uma bebida que se tornou imprescindível:

De volta ao ritmo de trabalho:

Andamos todos a precisar de uns doces:

Para lembrar algum quotidiano:
 
 



CONSUMER TRENDS: Sumos Naturais – mercado maduro com Player inicial que se pretende instalar no sector

A primeira loja “Sumo Pontífice” no Centro Comercial Alegro Alfragide

A “Sumo Pontífice” é uma marca que se distingue por oferecer Sumos de fruta naturais “gourmet”, sem adição de açucar, de água, gelo, ou outros elementos para além da própria fruta, raizes, ervas e vegetais. O factor diferenciador reside em que toda a preparação é efectuada no momento da compra, permitindo um valor nutricional num ponto ótimo e sem óxidação dos elementos. Em paralelo, na confecção da Sumo Pontífice recorrem a ingredientes “verdadeiros” e saudáveis, sem recurso a aditivos, corantes e/ou preservantes. Arranca este dia 25 no Centro Comercial Alegro Alfragide, tem como Quiosque a criação dos Arquitectos Hugo Gerreiro e Paulo Street do atelier Coma, e logotipo do Designer João Campos . A marca tem o objectivo de se instalar no mercado como uma opção de alimentação inteligente, e atendendo ao preço acessível, assumir a democratização de um “way-of-life saudavel” a todos os segmentos-alvo. Os produtos são desenhados sazonalmente por uma equipa de criativos e engenheiros alimentares, permitindo abordar uma multiplicidade de sabores, texturas, aromas e benefícios. Os sumos apresentam a particularidade de serem criados para suprir determinada carencia do nosso corpo, existindo uma palete inicial de 8 produtos, sendo eles identificados por: Mente, Energia, Fitness, Digestivo, Antioxidante, Imunidade, Zen e Coração (...) cada um dos quais, como o próprio nome indica, é focado na necessidade que satisfaz.

Caso deseje aparecer e provar, está convidado em qualquer dia da semana!!! Das 10h ás 23h e fins de semana até ás 24h. No Centro Comercial Alegro de Alfragide, venha esperamos por si!

 De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Opinião de Silvio Teixeira (politica) e Joaquim de Carvalho (A ponte de Bilhó-Travassos)




terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ivan Deníssovitch de Aleksandr Soljenítsin - Revista egoista (Casino Estoril) - Jornadas Culturais em Balsamão - Homenagem do compositor Domingos Bomtempo - Programa cultural do Museu do Douro



Título: Um dia na vida de Ivan Deníssovitch
Autor: Aleksandr Soljenítsin
Tradutor: António Pescada
Págs.: 176
PVP: € 15,50

Acaba de ser lançado pela Sextante editora, Um dia na vida de Ivan Deníssovitch, romance de Aleksandr Soljenítsin. Escrito enquanto o autor cumpria pena num campo de trabalho forçado por críticas a Estaline, tornou-se um símbolo da literatura russa por ter sido o primeiro romance publicado na União Soviética a relatar a vida num gulag. Soljenítsin narra aí a sua própria experiência (é, alias, uma fotografia sua que está na capa), e a de outros prisioneiros que conheceu. Todas as personagens são reais, à escepção de Ivan Deníssovitch, o protagonista.
Em 1962, embora causando grande polémica interna, a obra foi saudada em todo o mundo como símbolo da nova literatura russa e da abertura krutcheviana. Mas em 1974 Soljenítsin viria, depois de expulso da União dos Escritores, a ser detido e deportado. Um dia na vida de Ivan Deníssovitch relata um dia de um prisioneiro num gulag do Cazaquistão. Narrativa brilhante e densa, herdeira das grandes tradições da literatura russa.
Soljenítsin combateu na Segunda Guerra Mundial e esteve preso e internado em campos de trabalho forçado de 1945 a 1953, após críticas privadas a Estaline. Ilibado na sequência da «abertura» criada pelo famoso discurso de Krutchev denunciando os crimes estalinistas. Foi professor e iniciou o seu percurso de escritor nos anos 50. Um dia na vida de Ivan Deníssovitch, classificado por Aleksandr Tvardovski, seu editor na revista Novy Mir, em 1962, como um «clássico», teve a sua publicação expressamente autorizada por Krutchev e foi estudado nas escolas. Mas a vida de escritor de Soljenítsin viria a ser atribulada e reprimida na sequência da recusa pela União dos Escritores da publicação de Pavilhão de cancerosos e da atribuição do Prémio Nobel da Literatura em 1970.
Foi expulso da União Soviética em 1974, vivendo na Suíça, em França e nos Estados Unidos até à queda do Muro de Berlim. Regressou a Moscovo, em 1994, onde foi recebido triunfalmente. As suas obras marcaram indelevelmente a literatura russa do século XX, inserindo-se na grande tradição narrativa de nomes como Tchekov, Tolstoi e Dostoievski.

 

Edição especial da “Egoísta”
é dedicada ao “Altruísmo”

Em edição especial, a revista “Egoísta” (Director Mário Assis Ferreira) escolheu uma nova temática, sugerindo aos seus leitores uma oportuna reflexão sobre o “Altruísmo”. A prestigiada publicação da Estoril Sol reservou, para a edição de Setembro, uma criteriosa selecção de textos e de imagens que se distingue pela sua invulgar qualidade.
Numa edição especial, a “Egoísta” dá a mão a uma ideia melhor do mundo e apresenta ficções e portfólios de António Costa Santos, Carlos Câmara Leme, Cláudia Clemente, Fernando Luís Sampaio, João Noutel, José Luís Peixoto, Patrícia Fonseca, Rodrigo Prazeres Saias, Rui Cóias, Vergílio Ferreira.
A revista “Egoísta”, lançada em 2000, detém um excepcional elenco de 41 prémios, nacionais e internacionais, tornando-a uma revista de referência no meio editorial português.
A “Egoísta” é editada pela Estoril Sol e encontra-se à venda nas melhoras livrarias do país, tem uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt
Gabinete de Imprensa - Tel: 214667791 * Fax: 214667970-Gabimprensa.cestoril@estoril-sol.com
 

                        BALSAMÃO - Macedo de Cavaleiros


 

 



 João Domingos Bomtempo - Sessão de Homenagem do compositor
 
 
 

programa de expressão artística e cultural

Entre Margens 2012 -O Douro em Imagens
5 Junho – 28 Outubro | Amarante, Vila Nova de Gaia, Santa Marta de Penaguião, Porto, Vila Real, Mirandela, Peso da Régua e Lamego
Uma das principais atribuições do Museu do Douro consiste na dinamização e valorização do papel da cultura na sua articulação com o território e com o vinho da Região Demarcada do Douro, consagrada com o estatuto de Património Mundial pela UNESCO em 2001 como paisagem cultural, evolutiva e viva.
A internacionalização de uma das suas iniciativas, o evento“Entre Margens”, um projeto de intervenção artística e criativa em espaços urbanos e centros históricos das cidades marcadas pela cultura da vinha e do vinho, com o objetivo não só de promover a região do Douro como uma nova centralidade da criação cultural e forte atratividade turística, como também estimular novas leituras sobre criação contemporânea, a preservação ambiental e o desenvolvimento local sustentável, mostra também o empenhamento e a conjugação de esforços que tem vindo a desenvolver na preservação e na valorização deste excecional legado.
Depois da presença no evento de abertura da “Fête de L'Europe” em Bordéus, a II Edição do Entre Margens, na sua vocação de juntar tradição e contemporaneidade à volta do trabalho de memória e olhar atual de fotógrafos consagrados e emergentes, apresenta exposições em oito cidades entre o Douro e Porto até 28 de outubro.
As exposições integram três grandes núcleos. Há os fotógrafos convidados a produzir uma nova leitura sobre a região: Céu Guarda, Inês d’Orey, Luísa Ferreira, Nelson D’Aires, Pauliana Valente Pimentel e Paulo Catrica. Há as Imagens Emergentes: fotógrafos da região Norte selecionados através do Concurso Entre Margens e da Master Class de fotografia coordenada pela Kameraphoto: Ana Costa, Armindo Dias, Marcos Oliveira, Miguel Schreck, Rita Almendra, Vera Carmo, Alexandre Sampaio, Eduardo Santos, Luís Filipe Santiago, Hugo Maia, Joana Castelo, João Lopes Cardoso, José Ferreira, Marcos Oliveira, Miguel Vasconcelos, Nuno Brito, Ricardo Raminhos, Rui Manuel Fonseca e Vasco Rafael. E a Memória: fotografias de arquivo produzidas ao longo dos anos sobre o Douro.
Além deste trabalho de documentação cruzado com os novos olhares sobre a Região, o Entre Margens promove vários eventos que seguem a mesma filosofia de cruzamento de tradição e contemporaneidade. São exemplos a música tradicional de Las Çarandas & Pauliteiros de Miranda, uma colaboração inédita do único conjunto de gaiteiras com uma seleção de pauliteiros de vários agrupamentos; Omiri, que é a cultura do século XXI a convocar práticas musicais já esquecidas, com Tiago Pereira e Vasco Ribeiro Casais; o Karrossel, uma viagem pelo mundo da música tradicional, em que o público é convidado a participar, num rodopio de danças, pelo Vira do Minho, o Fado Batido, ou a Troika da Rússia, passando pela Bretanha, Roménia, Lituânia, e tantas outras culturas; ou o ensemble Al Madar – New York Arabic Orchestra, um projeto liderado pelo aclamado músico árabe Bassam Saba, do Líbano, multiinstrumentista virtuoso (no oud, saz, nay, na flauta e no violino).
Para mais informações do Programa: http://www.entremargens.org/pt
mirandela - programa de exposições
Exposição de João Pedro Marnoto «Nove Meses de Inverno e Três de Inferno»
Até 30 Setembro | Parque do Império, Mirandela
Partindo duma expressão popular oriunda do Douro e Trás-os-Montes, o trabalho reflete sobre as gentes que se perdem para lá das encostas do rio, enraizadas na terra que lhe sustenta a fome e na fé que lhe aponta aos céus.
Envolto numa ideia mítica de uma região com história, consagrada e celebrada pela aristocracia no néctar que produz - louvado vinho do Porto, denuncia do mesmo modo um dos últimos redutos de vida rural na Europa ocidental, persistindo um vincado carácter onde os laços estreitos com a natureza e a religião ainda são por demais evidentes.
Mais do que um retrato geográfico, é uma representação visual de uma viagem pessoal numa pesquisa interior que pretende refletir sobre a experiência e vivência do território assente sobre três vértices: a relação do Homem com a Terra, a Fé e o Desenvolvimento.
Exposição de João Lopes Cardoso: «Las stórias de l praino/ As estórias do planalto»
Até 30 Setembro | Parque do Império, Mirandela
Num momento em que as transformações culturais e tecnológicas avançam a um ritmo frenético, nem sempre temos a capacidade para parar e dialogar com o que nos rodeia, confrontando o tradicional com o moderno, recuperando memórias e histórias.
Há uma herança cultural que por vezes é-nos desconhecida e acaba por passar despercebida. É esta memória coletiva que deve ser partilhada e estimulada, pois ela forma uma identidade cultural própria, que segue determinadas tipologias, onde muitas vezes ganha forma através das artes e ofícios de uma região.
No trabalho aqui apresentado, fica uma pequena amostra de pessoas que ainda se dedicam, com paixão, a estas artes tradicionais. Elas seguem um ritmo próprio, compassado, contemplativo, ligados a um corpo cultural rico, representativo de um lugar, como é o planalto Mirandês.
Exposição de Luís Filipe Santiago «Os comboios passaram por aqui...»
Até 30 Setembro | Parque do Império, Mirandela
A ideia parecia de início arrojada. Pegar numa mochila, colocar lá dentro itens básicos, preparar-me mentalmente para dormir onde calhasse e partir rumo ao desconhecido por uns dias. Era tentador mas ao mesmo tempo um pouco louco e súbito...Contudo foram as reticências que ficaram a perder. Fiz-me à estrada. E agora, ei-las diante mim. Quais testemunhas simultaneamente poderosas e silenciosas, estas imagens atestam os lugares percorridos, as poucas pessoas encontradas ao longo do percurso e sobretudo a absurda beleza do abandono e da solidão. Uma viagem entre o Pocinho e Barca d'Alva, que revelam locais perdidos no tempo e no esquecimento. Outrora nobres e aprazíveis, ou não estivessem na zona do Douro, as antigas estações choram um pranto de lamento e saudade em uníssono com os trilhos cobertos de silvas e os comboios que já não existem. De vez em quando o Douro espreita, distante e soberbo.
E é esta história que as imagens nos contam. Se as quisermos ouvir. Porque a fotografia fala. Em especial quando as palavras se esgotam ou não bastam.
peso da régua - programa de exposições e artes performativas
Exposição de Nelson D’Aires «Pedras»
21 Setembro -21 Outubro | Ponte Pedonal, Peso da Régua
No Douro há algo que transforma o homem e que o faz regressar continuamente à mais pequena das pedras. A pedra do solo do Alto Douro é a raiz de duas enormes forças, a da terra e a do homem. A transformação é árdua, mas de uma beleza secular que inebria o homem e dá-lhe visões para partir e escavar a pedra, erguer a sua arte, a casa, o leito do seu sangue, imitando o rio e o seu temperamento de trepador, geração após geração, até desaguar no mar e exportar nas correntes marítimas a sua riqueza, o seu património.
O homem aprendeu a observar este solo inteligente feito de xisto. Viu que na forte inclinação podia agarrar-se a uma videira e sustentar-se. O xisto absorve a valiosa humidade para lugares profundos onde as raízes das videiras vão beber apenas a quantidade necessária, fortalecendo os terrenos inclinados, segurando, assim, o homem à memória, aos sentimentos e à transformação contínua de uma região com fluxos definidos pelo pulsar das colheitas. O vinho é a natureza desta região feita de caminhos curvilíneos que desdobram a distância, num tempo incerto de deslocação. As distâncias não se calculam em quilómetros, mas sim em tempo de duração. Para um fotógrafo o tempo é quase tudo.
Exposição de Nuno Brito «As Pontes do Douro»
21 Setembro -21 Outubro | Ponte Pedonal, Peso da Régua
Ao longo dos séculos as populações ribeirinhas terão tido a necessidade e o desejo de comunicar entre si, de trocar bens e serviços. Circunstâncias especiais terão levado à construção de passadiços assentes sobre barcaças, isto é de pontes das barcas.
No início do século XIX é construída uma primeira ponte das barcas com carácter permanente que apenas em época de cheias era desmontada. A Ponte Pênsil foi a primeira ponte permanente e de todas a mais efémera, começou a funcionar em meados do século XIX mas não chegou a resistir meio século. No último quartel do século XIX surgem finalmente as primeiras pontes de dimensão e grandiosidade impar, a maior parte delas resistem até aos dias de hoje. Rodoviários, ferroviários, pedonais, a maior parte delas encontram-se na ligação entre Porto e Gaia, sendo que a primeira ponte em território nacional sobre o Rio Douro situa-se junto a Barca D’alva e dá pelo nome de Ponte Almirante Sarmento Rodrigues e a última junto ao Oceano Atlântico que é a Ponte da Arrábida. A maior parte destas pontes foi projetada por prestigiados Engenheiros Portugueses sendo que algumas delas foram dotadas à altura da sua execução de pormenores de engenharia pioneiros a nível mundial. A beleza e o arrojo são fatores que fazem destas pontes excelentes motivos fotográficos quer por turistas quer por transeuntes.
Exposição de Rui Manuel Fonseca «Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo – Régua»
21 Setembro -21 Outubro | Ponte Pedonal, Peso da Régua
O ensino profissional, na cidade do Peso da Régua, inicia-se na década de 70 com a implementação da Secção Agrícola da então Escola Técnica da Régua.
Em 1992, no advento do Ensino Profissional, é criada a Escola Profissional Agrícola do Rodo que ministra os cursos profissionais de Gestão Agrícola e Vitivinicultura. Em finais da década de 90 (1998) diversifica a oferta formativa. Decorrente da necessidade de responder aos desafios da ruralidade em que se integra, visando uma diversificação da oferta formativa tendente à criação de uma escola de carácter regional, nacional e internacional (alunos provenientes de 40 concelhos de todo o país, de Cabo Verde, Brasil e S. Tomé, disso são prova), multidisciplinar e multinível, altera a sua denominação para a atual. Em pleno 2012, numa era de Globalização, os alunos dos cursos de Termalismo, Viticultura e Enologia, Animação Sociocultural, Apoio à Infância e Cozinha – Pastelaria aqui retratados são o exemplo desta Universalidade e Multiculturalidade num Interior que muitos dizem envelhecido e esquecido.
Brass Band - ESPROARTE
21 Setembro | 21h30 | Ponte Pedonal; Peso da Régua
A Brass Band faz parte da ESPROARTE - Escola Profissional de Arte de Mirandela que tem como objetivos principais promover a formação profissional e artística, e garantir a fixação de músicos na Região.
Banda às Riscas – Animação de Rua
22 Setembro | 18h00 | Biblioteca Municipal de Peso da Régua
A Banda às Riscas é um grupo Musical de Animação da Rua, que nasceu na cidade do Porto. Desde então, a Banda às Riscas tem vindo a animar as ruas, festas, casamentos, discotecas e todo o tipo de eventos em Portugal, espalhando risos e boa disposição por onde quer que passe, nomeadamente nas ruas de Vila do Conde, Aveiro, Porto, Bragança, Coimbra, Lisboa, Faro, Tomar, Cantanhede, Setúbal, Torre de Moncorvo, Viana do Castelo, Abrantes, Braga, Valença, Lamego, entre muitos e muitos outros locais.
O repertório do grupo é de cariz tradicional, temas do imaginário coletivo e circense.
A animação da Banda às riscas assenta na importância de despertar, na sociedade em que vivemos, o lado mais simples da vida: o sorriso!
Ensemble de Saxofones da Orquestra Metropolitana de Lisboa
22 Setembro | 21h30 | Biblioteca Municipal de Peso da Régua
Quando se exploram todas as possibilidades tímbricas de um só instrumento, como no caso do saxofone, o resultado pode ser surpreendente. Uma sonoridade fresca e fluída pode transformar-se inesperadamente numa cadência romântica e envolvente ou num ritmo contagiante. Este agrupamento parte assim à descoberta da genialidade dos compositores, e de peças que foram escritas em diversas épocas da criação musical, dando conta das mil potencialidades de um único instrumento de sopro.
O Ensemble de Saxofones da Metropolitana, dirigido pelo professor João Pedro Silva, é uma das formações surgidas no seio do projeto Metropolitana, que faz uma ponte inédita, tanto em Portugal como no plano internacional, entre a prática artística e a pedagogia musical. Este grupo tem-se apresentado em diversos palcos e festivais, com reportórios que vão do período clássico ao contemporâneo, tendo também feito várias experiências na área do jazz e músicas do mundo.
Volta ao mundo em 10 instrumentos
26 Setembro | 21h00 | Biblioteca Municipal de Peso da Régua
Espetáculo interativo onde o público, auxiliado por um enorme globo, escolhe o trajeto de uma viagem musical à volta do mundo. Matilde e Pepe apresentam em cada um desses destinos extraordinários instrumentos desse local.
O xafoon do Hawai, o berimbau brasileiro, o washboard norte-americano, a kalimba africana, etc. Aceite o convite para viajar, com muita imaginação, através do didático, mas muito divertido mundo dos instrumentos!
Gigantes pela própria natureza
27 Setembro | 21h00 | Biblioteca Municipal de Peso da Régua
Gigantes pela própria Natureza é uma orquestra de rua sobre pernas de pau, é formada por artistas integrantes da Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades e por jovens aprendizes atores/músicos identificados em comunidades de baixa renda.
Sob a direção geral de Lígia Veiga e coordenação musical de Tato Taborda, Gigantes pela própria Natureza está inspirado nas músicas tradicionais indígenas, africanas e europeias, referenciadas na obra do modernista Mário de Andrade que transposta para a realidade urbana, vincula tradição e contemporaneidade resultando em apresentações de espetáculos de rua.
A Orquestra Itinerante de Rua mostra sua arte através de um repertório musical popular com suas danças dramáticas e seu teatro musicado.
A Cia de Mystérios, criada pela diretora Lígia Veiga, vem afirmando o Teatro de Rua como importante veículo de manifestação popular.
Las Çarandas
29 Setembro | 21h30 | Biblioteca Municipal de Peso da Régua
Com espírito de festa, este grupo formado por quatro raparigas oriundas de vários sítios do país, tem como objetivo pôr as pessoas a dançar com a mesma espontaneidade de outros tempos em que os bailes no terreiro eram a única forma de divertimento das aldeias do Planalto mirandês. “Las Çarandas” são um grupo tradicional ou nem por isso, tocam repertório mirandês e não só, temas de uns, de outros, de todos e criações suas também. Porque o objetivo é pôr toda a gente a dançar, o ensino das danças mais bailadas em terras de Miranda está assegurado mas sempre com espaço para inventar, pois é disto que se fazem os bailaricos, de trocas, baldrocas, de voltas, agarrados, desagarrados, sempre ao som da gaita-de-foles, da caixa e do bombo.
peso da régua – programa da conversa/debate
Conversa/Debate: Fotografia – Direitos de Autor e Normalização dos Processos Expositivos
19 Outubro | A partir das 15h00 | Museu do Douro e Ponte Pedonal de Peso da Régua
Participação do IPF (Instituto Português de Fotografia), ADDICT (Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas) e Dear Sir – Agência de Fotografia de Autor.
Esta conversa/debate é complementada por uma visita orientada pelos fotógrafos convidados - Nelson d’Aires, Nuno Brito, Rui Manuel Fonseca e pelos formadores da Kameraphoto - à Exposição Entre Margens patente na Ponte Pedonal da cidade da Régua, por uma visita ao Museu do Douro acompanhada por uma degustação de vinhos do Douro e Porto, e finalizando com um jantar.
lamego – programa de exposições e artes performativas
Exposição de Paulo Catrica «Vistas do Alto Douro & Guia de Portugal 2012»
28 Setembro -28 Outubro | Largo da Sé, Lamego
Estas fotografias descrevem os lugares como paisagens, vistas de longe ou de perto, pela arquitetura e os objetos. Olham para uma parte do território urbano e rural do Alto Douro, ensaiando um périplo que parte de Mesão Frio, demora-se pela Régua, por Santa Marta de Penaguião, e pelas aldeias vizinhas do rio Corgo, viajando na margem esquerda do Douro até Lamego e Pinhão.
Exposição de Ricardo Raminhos «Entre…»
28 Setembro -28 Outubro | Largo da Sé, Lamego
A zona vinhateira do Douro é conhecida pelas suas paisagens em socalcos considerado como o mais belo anfiteatro agrícola.
É no meio desta paisagem quase natural que existe uma vila – Favaios -, com uma tradição longínqua na arte da representação que inicialmente terá iniciado com peças religiosas de rua (existe uma fotografia de 1908). Em 1919 foi construído o teatro António Augusto Assunção onde o Grupo de Teatro de Favaios fazia as suas representações. Em 2006 um grupo de cidadãos retoma essa atividade criando a“Oficina de Teatro de Favaios – Ofitefa” habitando a sala do Teatro.
Exposição de Eduardo Santos «Olhares D’Ouro»
28 Setembro -28 Outubro | Largo da Sé, Lamego
Douro é história, mistério por desvendar. São vinhedos de cor que se transformam ao longo do ano. Estados de alma que transbordam sentimentos a quem o visita. É cultura de uma história feita pelas mãos do homem. É um rio que alimenta as margens de uma paisagem sem precedentes. Douro é um clima marcado por inconstâncias que fazem dele um lugar único. É gastronomia e gentes que o tornam num momento simbólico de bem receber! É sentir emoção de um olhar que deixa saudade. É visão permanente de quem o visita. Douro é afirmação aos olhares do Mundo!
Drumming
28 Setembro | 21h30 | Teatro Ribeiro da Conceição, Lamego
Criado em 1999 e vocacionado para a música contemporânea e de portas abertas a todos os mundos sonoros, o Drumming Grupo de Percussão afirma-se como um dos mais importantes coletivos do género a nível internacional. A singularidade do seu papel na cena musical portuguesa revela-se pelos trabalhos que tem realizado e no variado repertório que apresenta. Os seus espetáculos viajam da percussão erudita ao jazz, passando pela eletrónica e o rock. Desenvolve ainda música de cena para teatro, ópera e bailado. Neste espetáculo foram convidados alunos do Conservatório de Vila Real, que fizeram uma formação prévia com o grupo, e irão atuar em conjunto com os Drumming.

De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"