terça-feira, 7 de agosto de 2012

Coqueiro no quintal



Portugal, minha terra.


Li algures que a malária, ou paludismo é uma doença infeciosa que dizem mata uma criança africana em cada 30 segundos, transmitida pela picada de um mosquito do género anopheles fêmea. Para durante a noite não se ser incomodado por estes protozoários parasitas são montados nos quartos de dormir de certas zonas tropicais mosqueteiros (redes) como este a envolver o leito para evitar o contacto e a picadela do inseto. Por causa dos tais mosquitos também as portas e janelas de muitas habitações africanas são forradas de rede mosquiteira para impedir a entrada das melgas no interior da casa, assim como também é recomendado o uso de um repelente farmacêutico para quem distraído se expõe sujeito às picadelas. Devido ao rio e baia dos Bons Sinais  a capital da Zambézia é um paraíso para estes parasitas que sem os respetivos cuidados médicos para os combater medram com mais abundância onde têm o seu habitat natural

No meio do mangal que margina o rio, também embarcações como esta, e muito lixo à mistura, têm aqui a sua ultima morada, com os esqueletos à mostra, a provocar mau aspeto e cheiro desagradável que não dão à zona o merecido relevo, nem a Quelimane a melhor imagem. Além de tudo isto contribui para que também os mosquitos cresçam e as vítimas minguem…quando não devidamente medicadas. Daí que tanto os mosquitos, como as palmeiras, merecem especial destaque por abundarem naquelas paragens. Aqui o têm. 
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Os coqueiros são árvores da família Palmae (Arecaceae) que abundam por toda a cidade e cujo fruto consta de um epicarpo, camada fina, que cobre o mesocarpo fibroso, formando a casca do "coco"(com aproximadamente 5 cm de espessura)dependendo da variedade. Por baixo desta, encontra-se o endocarpo lenhoso ou quenga. Li também que Quelimane tem (ou teve)  um dos maiores palmares do mundo. Não posso garantir.
         O que garanto e notei de curioso em Quelimane foi que rara é a moradia que não tenha o seu coqueiro no quintal.

sábado, 4 de agosto de 2012

Investigadoras da Universidade de Aveiro distinguem-se



Sofia Reboleira localiza 12 espécies, a maioria nunca antes vista, a 2140 metros debaixo da terra
Bióloga da Universidade de Aveiro descobre comunidade de invertebrados a uma profundidade nunca vista

A comunidade de invertebrados subterrâneos mais profunda do mundo foi descoberta pela bióloga Sofia Reboleira, da Universidade de Aveiro (UA), a 2140 metros de profundidade, numa gruta localizada no Cáucaso ocidental. Composta por mais de 12 espécies de artrópodes, a maioria das quais desconhecidas até agora, a descoberta da comunidade a mais de 2000 metros de profundidade, «em zonas onde a escassez de alimentos faria supor que a vida fosse inexistente ou pontual, pressupõe uma novidade surpreendente para a ciência», aponta a investigadora. Do grupo de animais descoberto por Sofia Reboleira fazem parte ácaros, aracnídeos, crustáceos e insetos.
A Gruta Krubera-Vorónia, onde decorreram os trabalhos de pesquisa da Bióloga da UA, está localizada perto do mar Negro, na Abkházia, é a única cavidade natural do planeta que ultrapassa os 2 quilómetros de profundidade e «tem temperaturas muitos baixas que vão desde os 0,5ºC a 5ºC, onde o risco de hipotermia é permanente».
O achado ocorreu durante os trabalhos bioespeleológicos de Ana Sofia Reboleira e Alberto Sendra, do Museu Valenciano de História Natural, na expedição espeleológica Ibero-Russa do CAVEX Team, no verão de 2010. Entre as 12 espécies encontradas nas profundezas da cavidade há um pseudoescorpião, um escaravelho, uma aranha, dois crustáceos e outras três espécies.
A gruta é predominantemente vertical, na qual se devolvem poços com lanços de mais de 150 metros e cascadas de água gelada, intercalados com meandros de difícil progressão. A tarefa requer cerca de 30 espeleólogos a trabalhar de forma coordenada, durante cerca de 30 dias.
Já no início de 2012, resultado também dessa expedição, Sofia Reboleira tinha mostrado ao mundo quatro novas espécies de colêmbolos, insetos primitivos sem asas e sem olhos, adaptados à vida subterrânea.
A bióloga e espeleóloga, Sofia Reboleira tem também no currículo a descoberta de novas espécies em grutas portuguesas (quatro escaravelhos, três do género Trechus e um Domene; um Dipluro Litocampa mendesi e um pseudoescorpião cavernícola gigante Titanobochica magna) e o maior inseto subterrâneo terrestre da Europa, o Squamatinia Algharbica, foi descoberto nas grutas do Algarve.



Projeto decorre em quatro lares para pessoas idosas do Distrito de Aveiro
UA ensina estratégias inovadoras para minimizar sintomas da demência

É, provavelmente, a síndrome que mais exige, física e emocionalmente, de quem cuida de pessoas por ela afetadas. Dá pelo nome de demência, degenera progressivamente as capacidades intelectuais e afeta cerca de 153 mil portugueses. E o número não pára de aumentar. Para melhorar a qualidade de vida dos doentes institucionalizados afetados pela síndrome, a Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) está em quatro lares para pessoas idosas do distrito de Aveiro a ensinar estratégias de estimulação multissensorial e motora a quem deles cuida.
As ações da ESSUA abrangem cerca de 60 auxiliares dessas instituições, todas mulheres, que têm a cargo o dia a dia dos cuidados diretos aos doentes. A estimulação multissensorial e motora são formas de intervenção não farmacológica e inovadoras em Portugal (e um pouco por todo o mundo), que permitem retardar a progressão dos sintomas da demência.
«A investigação na área diz-nos que as intervenções não farmacológicas têm um espaço de intervenção muito produtivo junto desses doentes», aponta a Prof. Doutora Alda Marques, investigadora na ESSUA. A coordenadora do projeto quer, por isso, ver «a estimulação multissensorial e motora, ao contrário do que hoje acontece no país, mais implementada na rotina destes utentes».

Sintomas muito desequilibrantes

A agitação, a agressividade, a deambulação e a desinibição sexual são características das fases mais avançadas da síndrome que tornam cada vez mais difícil a comunicação e a interação entre doentes e cuidadoras. O método que a ESSUA está a ensinar «retarda o avanço dos sintomas» através de estratégias simples que facilmente podem ser aplicadas nas atividades diárias dos doentes. Assim, é possível aplicar estimulação motora durante as atividades, por exemplo, nos cuidados de higiene, nas refeições, no vestir ou no deitar de forma a promover nos doentes o movimento, o equilíbrio, o evitamento de quedas e o desempenho de tarefas.
Nas mesmas atividades a ESSUA ensina também a proporcionar aos doentes experiências sensoriais agradáveis. Os resultados são muito positivos e saldam-se na melhoria da comunicação (verbal e não-verbal), envolvimento (solicitado e voluntário) do doente com o meio que o rodeia, relaxamento e diminuição de comportamentos desafiantes.

Diminuir a tensão das cuidadoras

Ajudar as próprias auxiliares a cuidarem delas próprias é também o objetivo da ação da ESSUA. Sensação de incapacidade, tensão, stress ocupacional, sobrecarga física e risco de exaustão, devido a «um trabalho difícil que é o se interagir com pessoas com demência que manifestam delírios, deambulação, agitação e, por vezes, agressividade», acompanham diariamente estas profissionais. Por isso, «a pensar no equilíbrio emocional dessas trabalhadoras, o projeto pretende também dotá-las de estratégias que lhes permita lidar melhor com elas próprias, com os doentes, com o grupo de trabalho e com a própria instituição empregadora», acrescenta a investigadora Alda Marques.
As ações de formação decorrem em oito sessões psicoeducativas, uma por semana, e são ministradas por um gerontólogo e um fisioterapeuta, ambos bolseiros de investigação do projeto da ESSUA. Nos três dias que se seguem à sessão, os investigadores acompanham as auxiliares para as ajudarem, junto dos residentes dos lares, a colocarem em prática as estratégias.
O projeto, que conta também com a participação das investigadoras Liliana Sousa e Daniela Figueiredo, termina em julho de 2012, mas os trabalhos vão continuar através de uma bolsa de investigação já atribuída pela FCT com o objetivo de alargar o número de instituições  e pessoas abrangidas.

De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Visitas a monumentos em Freixo - Douro em selos - Museu do Douro- Mondim de Basto


Programa de Visitas Guiadas a Monumentos da D.R.Cultura-Norte- igreja de Freixo de Espada à Cinta -  dias 28 e 29 de Julho  -
No âmbito das visitas a Monumentos da região que a Direcção Regional de Cultura do Norte está a promover durante este Verão, foi visitada, nos dias 28 e 29 de Julho  a igreja matriz de Freixo de Espada à Cinta, onde estão patentes, em Exposição, os famosos painéis do século XVI atribuídos à escola do pintor Grão Vasco- ver aqui:http://static.publico.pt/docs/Cultura/retabuloquinhentista/
Para mais informação, ver AQUI: http://culturanorte.pt/destaques,0,586.aspx
Considerando a relação de proximidade em relação ao nosso concelho, e considerando a importância do património a ser visitado, o PARM associa-se naturalmente a esta iniciativa e convida os seus associados a participarem.



Paisagens do Douro retratadas em selos
Os CTT – Correios de Portugal celebram as paisagens durienses, património da humanidade, com a emissão filatélica Rio Douro.
A emissão integra quatro selos, com valores faciais ente os 0,32 e os 0,80 euros e o bloco filatélico, com o preço de 3 euros. Com design do atelier Whitestudio e fotografias de João Paulo Sotto Mayor, os selos reproduzem as paisagens durienses de Miranda do Douro, Peso da Régua, Pinhão e Folgosa. O bloco apresenta o Douro no Porto.
A capa da Pagela que acompanha a emissão reproduz a vista do Douro em S. João da Pesqueira, com a Ferradosa ao fundo. A emissão é apoiada pela Delegação do Norte e Douro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos.
As obliterações do 1.º dia decorrem nas estações de Correio Restauradores, Lisboa, Município, Porto, Zarco, Funchal, e Antero de Quental, Ponta Delgada.
www.ctt.pt 
www.viactt.pt
Gabinete de Imprensa CTT – Correios de Portugal                    
Fernando Marante – 21 047 18 00/ fernando.marante@ctt.pt
Pedro Rodrigues – 21 047 18 02  jlm001@ctt.pt


O verão no Museu do Douro

O programa ‘O verão no Museu do Douro’ tem um tema por semana com diferentes abordagens de sessão para sessão. Neste verão, os dias grandes são dedicados: à construção de um filme curto de animação; à procura e deteção dos sons que escondem as paisagens bem como a percorrer lugares do território conhecendo outros lugares.
SEMANA 1: FAZER IMAGENS À MÃO
07,08 e 09 de agosto
A partir de princípios básicos da imagem animada é construído pelos participantes um filme com objetos reais e construídos. A manipulação e o registo bem como a sonorização fazem parte das etapas de construção das imagens feitas à mão.
Público-alvo: 6 aos 12 anos
SEMANA 2: ‘SINTONIZAR O OUVIDO E COMPOR OS SONS
DO MUNDO’
21 e 22 de agosto
Em colaboração com a Binaural - Associação cultural de Nodar, realizam-se dois dias de sensibilização para o papel da audição na compreensão e conhecimentos dos lugares e paisagens que nos envolvem. Nesta oficina procura-se os mundos sonoros, cheio de segredos e subtilezas.
Público-alvo: 6 aos 12 anos
DESLOCAÇÃO À BARRAGEM DE BAGAÚSTE
23 agosto
Esta deslocação e visita propõe conhecer as barragens como estruturas que mudam e mudaram as paisagens neste território e para, aí poder registar e encontrar outros sons que não os que se ouvem “à primeira”.
Público-alvo: a partir dos 6 anos
SEMANA 3: PERCORRER PAISAGENS - SAÍDAS DE CAMPO
28, 29 e 30 Agosto
Caminhar, andar, passear, olhar, parar, fotografar, descansar, dormir uma sesta, olhar com uma lupa… são ações para realizar em cada um destes três dias.
Para cada dia um local diferente; com características mais urbanas, outras mais rurais permite o confronto e o contraste de ver, com mais pontos de vista, os lugares que se começam a conhecer melhor.
Público-alvo: a partir dos 6 anos
Lamego | Percurso e sabores
28 de agosto
Deslocação em autocarro até Lamego. Visita à Tipografia Voz de Lamego e Sé de Lamego. Percurso pela cidade passando pelo Castelo, Igreja de Almacave, entre outros pontos de interesse. Merenda na Mata dos Remédios.
Ferradosa - Valeira | Percurso “Lagoa das Tartarugas”
29 de agosto
Viagem de comboio até à estação da Ferradosa. Realização do percurso “Lagoa das Tartarugas” com demostração de aves de rapina. Obrigatório levar braçadeiras ou colete insuflável para deslocação de barco até à zona de merendas.
Favaios – Alijó | Núcleo Museológico Favaios, Pão e Vinho
30 de agosto
Deslocação em autocarro até Favaios. Visita ao recém-inaugurado Núcleo Museológico Favaios, Pão e Vinho e à Quinta da Avessada. Merenda e percurso no centro de Alijó.
INFORMAÇÕES ÚTEIS
INSCRIÇÕES
Receção do Museu de segunda a domingo, das 10h00 às 18h00.
Correio – pagamento efetuado por cheque à ordem de Fundação Museu do Douro.
A inscrição deverá ser efetuada no máximo até 2 dias úteis antes da realização da oficina.
LOTAÇÃO
Lotação mínima por Oficina/Saída de Campo: 6 participantes
Lotação máxima por Oficina: 15 participantes
Lotação máxima por Saída de Campo: 20 participantes
Idades Oficinas: 6-12 anos
Idades Saída de Campo: a partir dos 6 anos
Orientação: As oficinas são orientadas por elementos e colaboradores da Equipa do Serviço Educativo do Museu do Douro.
HORÁRIO
Oficinas: 10h00 - 12h30 | 14h30 - 17h00
Oficina ‘sintonizar o ouvido e compor os sons do mundo’: 10h00 - 13h00 | 14h30 - 17h30
Saída de Campo: 09h00 - 19h00 (a confirmar em cada saída)
Todas as oficinas implicam, se as condições meteorológicas o permitirem, saídas ao exterior do Museu e a vários pontos da cidade.
INDICAÇÕES E CONSELHOS
> As atividades são concebidas em função das faixas etárias a que se destinam. É fundamental que o limite mínimo e máximo das idades sejam respeitados.
> No final de cada sessão os responsáveis devem vir buscar os participantes ao local onde se realiza a
atividade (edifício sede do Museu do Douro – Serviço Educativo do Museu do Douro).
> Pedimos o máximo rigor no cumprimento dos horários de início e de encerramento de cada atividade.
> As crianças deverão trazer roupa confortável e que possam sujar.
> As crianças deverão trazer um pequeno lanche para o intervalo da manhã e da tarde.
> As crianças deverão trazer chapéu, protetor solar e algum valor em numerário para os percursos.
> Todas as atividades são registadas em fotografia ou vídeo para arquivo e divulgação.

AGRADECIMENTOS
Câmara Municipal de Peso da Régua | EDP - Centro de Produção Douro | Núcleo Museológico Favaios, Pão e Vinho | Tipografia Voz de Lamego
Museu do Douro
Rua Marquês de Pombal
5050-282 Peso da Régua
Tel.: +351 254 310 190
Fax: +351 254 310 199
www.museudodouro.pt
geral@museudodouro.pt




 comemorações do Dia do Município, que se celebrou a 25 de Julho, ficaram marcadas pela homenagem a personalidades e instituições Mondinenses que ao longo dos anos se notabilizaram pelos méritos pessoais ou nas diferentes atividades que desenvolveram em favor das comunidades do concelho de Mondim de Basto.
Associou-se a esta Sessão Solene o Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Eng.º Paulo Simões Júlio, que elogiou o carácter e os méritos alcançados por estes cidadãos, que refletem, acima de tudo, o orgulho de serem Mondinenses.
Nesta cerimónia foram agraciadas pelo Município as seguintes individualidades e instituições do concelho: Alfredo Augusto Ferreira Pinto Coelho de Mendonça (Medalha de Honra Municipal); Vilarinho Futebol Clube (Medalha Municipal de Mérito); Associação do Grupo Cultural e Recreativo de Santa Luzia de Vilar de Viando (Medalha Municipal de Mérito); Rancho Juvenil de Vilar de Ferreiros (Medalha Municipal de Mérito) e Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho (Medalha Municipal de Mérito).
Mereceu ainda o reconhecimento do Município, o Monsenhor José da Costa Selas (Medalha Municipal de Mérito); o Reverendo Padre Américo de Carvalho (Medalha Municipal de Mérito) e o Reverendo Padre Carlos Alberto Aires de Matos (Medalha Municipal de Mérito).
Foram também distinguidos com a Medalha Municipal de Mérito, Luís Jales de Oliveira, escritor, Eduardo Paulo Pereira Teixeira Lopes, escritor, José Alberto dos Santos Pereira de Faria, médico e Joaquim de Carvalho, autodidata.


O Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Humberto Cerqueira, e o Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Paulo Simões Júlio, inauguraram no passado dia 25 de julho a recém-concluída obra do Nó do Valinho.
A correção rodoviária do Nó do Valinho era uma obra muito desejada pelos Mondinenses que tinham grandes dificuldades em aceder à parte alta do concelho, devido à existência de um grave estrangulamento rodoviário no acesso ao centro urbano, cujo traçado e reduzido perfil transversal impediam o cruzamento de viaturas de transportes públicos com trânsito de passageiros.
Esta obra insere-se num conjunto de ações de beneficiação de espaços públicos que o município tem vindo a desenvolver um pouco por todo o concelho, representou um investimento de €199.651,37 e foi comparticipada em 85% pelo QREN.

De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Histórias que fazem História

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Orquestra do Norte apresentou noites de ópera no Douro




A Associação de Amigos da Orquestra do Norte (AAON) apresentou, no dia 30 de julho, às 20h00, em conferência de imprensa, o projeto Noites de Ópera no Douro (NOD). Trata-se de um ciclo de espetáculos, cujo denominador comum é a ópera, com ancoramento em diversos espaços marcados pela cultura do vinho.
A sessão, a bordo de um barco rabelo, iniciou com a interpretação do Quarteto de Cordas N.º2 em Ré Maior de Alexander Borodin pelos solistas da Orquestra do Norte (ON).
Estiveram presentes os promotores do ciclo de espetáculos: Santa Casa da Misericórdia do Porto, Câmara Municipal de Amarante, Município de Vila Nova de Foz Côa e Agri-Roncão. O Coliseu do Porto não se fez representar, devido à ausência do país do seu presidente, José António Barros. Estiveram também presentes os representantes das instituições apoiantes do projeto, Douro Azul, jornal Vida Económica e Turismo Porto e Norte.
O maestro José Ferreira Lobo, diretor artístico da ON, começou por lembrar que, tendo sido a ópera o género musical abordado no primeiro concerto, que a orquestra realizou em 1992, as Noites de Ópera no Douro são um natural desenlace de uma experiência adquirida, aperfeiçoada e sustentada.
Luís Pedro Martins, porta-voz da Santa Casa da Misericórdia do Porto (SCMP), salientou a ligação histórica da entidade ao Douro e à cultura, destacando a enorme importância da Orquestra do Norte no panorama cultural português. “A SCMP tem uma relação consolidada com a Orquestra do Norte e está de pedra e cal neste projeto.”
Armindo Abreu, presidente da Câmara Municipal de Amarante e da AAON, lamentou que em tempo de crise, nomeadamente no que aos municípios diz respeito, os primeiros cortes sejam efetuados na área da cultura. A Câmara de Amarante pretende ir em sentido contrário. Até porque considera a Orquestra do Norte um instrumento cultural de enorme importância na região Norte. “Temos muitos visitantes que nos procuram, mas há dificuldade em retê-los. A solução é dar uma oferta cultural que permita completar aquilo que a paisagem natural oferece. O edil referiu ainda a evolução que o público de Amarante sofreu com a presença continuada das apresentações da Orquestra do Norte na cidade. “Nos primeiros concertos ali realizados, tínhamos sempre muita dificuldade em explicar às pessoas que o silêncio era fundamental para se ouvir um concerto de música erudita. Hoje, mesmo ao ar livre, ouvem-se os concertos da ON em silêncio absoluto.” Armindo Abreu terminou a sua intervenção, dizendo que, “em tempo de dificuldades, devemos aproveitar aquilo que temos de melhor.”
A Câmara Municipal de Foz Côa fez-se representar pelo seu presidente, Gustavo de Sousa Duarte, que manifestou a sua “enorme satisfação” por estar presente no projeto. Afirmando sentir-se em casa, lembrou as similitudes entre o Porto e Vila Nova de Foz Côa: “Temos rabelos a navegar no Douro, temos Património Mundial e temos o vinho. Não podia sentir-me melhor”.
Gustavo Duarte disse ainda que o projeto NOD tem potencialidades para agregar mais promotores, pois constitui uma forma de potenciar e desenvolver o turismo da região Norte. “O maior elogio que posso dar ao Douro é dizer que é único! E como é único merece um projeto como este.”
Ana Maria Ribeiro, diretora-executiva da empresa Agri-Roncão, aceitou o desafio de integrar as Noites de Ópera no Douro, “porque a região não deve servir apenas para a prova de vinhos e fotografar os socalcos. Somos uma empresa recente, com 10 anos, que tem como principal objetivo colocar os nossos vinhos no mercado externo e os concertos que temos realizado com a Orquestra do Norte têm-nos permitido mostrar aos nossos clientes um Douro cheio de potencialidades. Este será o terceiro espetáculo que a ON irá apresentar na adega da Quinta da Levandeira do Roncão. Um cenário insólito, com música de muita qualidade, seguida de uma prova de vinhos e a degustação de algumas iguarias. É um esforço, mas se cada um de nós não se esforçar por valorizar o que temos de melhor, não iremos a lado nenhum.”
Melchior Moreira, presidente do Turismo Porto e Norte, disse-se “apaixonado” pelo projeto. Afirmou ainda que a “Orquestra do Norte é do melhor que temos na região. Uma referência. Graças à ON, hoje a ópera não é só para alguns, mas para todos.”
Deixou vincada a intenção de fazer da orquestra ”a grande embaixadora do Porto e Norte de Portugal”.
Rui Saraiva, diretor da empresa Douro Azul, que apoia o NOD, pretende aprofundar a relação com a ON e deixou a promessa de, em conjunto, “fazerem coisas inovadoras e emblemáticas para a região”.
João Luís de Sousa, diretor do Jornal Vida Económica, também parceiro do NOD, afirmou estar muito honrado por participar no projeto, sobretudo pela admiração que tem pela Orquestra do Norte.

De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

IX Bienal de Pintura em vila Real - Exposição "Origens" em Mondim - Verdes no Vale do Tua - Dolce Vita em promoção


VILA REAL - Paços do Concelho

IX Bienal de Pintura/Prémio Eixo Atlântico 2011-2012

Agosto, Galeria Átrio dos Paços do Concelho

A cultura, nas suas diferentes manifestações, é o meio privilegiado para o estreitamento dos laços de amizade entre os povos. Foi com a perspetiva de união de tendências pictóricas de diferentes artistas, representativos das várias comunidades do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, que surgiu o Prémio “Bienal de Pintura do Eixo Atlântico”, já na sua nona edição. Depois da inauguração em Carballo (Galiza), em fevereiro de 2011, a exposição está agora patente ao público, durante o mês de agosto, na Galeria Átrio dos Paços do Concelho, em Vila Real. O êxito deste evento cultural revela o muito talento existente na euro-região e desponta uma simbiose de ideias e expressões artísticas comuns.
Nesta edição foram premiados oito trabalhos, entre prémios de melhor obra do certame, melhor obra portuguesa e galega, jovens talentos luso-galaicos e menções especiais do júri:
1º Prémio – Melhor obra do certame – Montserrat Frieiro Dantas, (Pontevedra, 1974), Camiño, 2010, Mixta, 100x100 cm
2º Prémio – Melhor obra portuguesa – Miguel Vasconcelos, (Fafe, 1967), 20 cabeças, 2010, Mista sobre tela, 110x100 cm
2º Prémio – Melhor obra galega – Joseba Muruzábal Pérez, (Cambre, 1984), Chevy. Momento de reflexión, 2008, Óleo/lienzo, 119x84 cm
1º Prémio – Jovens talentos luso-galaicos – Raquel Iglesias Gándara, (Pontevedra, 1988), Manadas paseando nun centro comercial, 2010, Acrílico e cera sobre lenzo, 81x65 cm
Menções especiais do júri:
- Mingos Teixeira, (Vigo, 1955), Refreado contido, 2010, Mixta/fenólico, 120x120 cm;
- Marisa Ferreira, (Guimarães, 1983), Homage to Fibonacci I, 2010, Lascaux acrílico s/madeira, 90x90 cm;
- Gerit Hein de Visser, (Landedo, 1964), No. 164, 2009 Acrílico (seringa), 100x100 cm;
- Liliana Claro, (Porto, 1986), Rapaz com cesto de frutas, 2010, Óleo sobre tela, 80x80 cm.
Como em edições anteriores, as obras concorrentes, após uma seleção, percorrem as cidades membro da Associação do Eixo Atlântico, encerrando em dezembro, em Riveira (Galiza). Integram o Eixo, para além de Vila Real, as cidades de A.Coruña, Barcelos, Braga, Bragança, Carballo, Chaves, Ferrol, Guimarães, Lalín, Lamego, Lugo, Macedo de Cavaleiros, Matosinhos, Mirandela, Monforte de Lemos, O Barco de Valdeorras, O Carballiño, Ourense, Penafiel, Peso da Régua, Pontevedra, Porto, Riveira, Santiago de Compostela, Sarria, Verín, Viana do Castelo, Vigo, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vilagarcía de Arousa e Viveiro.
Mais notícias em www.cm-vilareal.pt
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Exposição “Origens” de Domingos Oliveira para visitar nos Paços do Concelho
Inaugurou no passado dia 25 de julho, nos Paços do Concelho de Mondim de Basto, a exposição “Origens”, de Domingos Oliveira.
Neste espaço estão agora reunidas alguns dos seus mais importantes trabalhos de escultura e pintura.
Domingos Oliveira é natural da freguesia de Atei, concelho de Mondim de Basto, e é um artista que transporta para as suas peças a relação próxima que mantém com a sua terra, com as suas raízes e com a sua gente.
Este artista, atualmente a residir em Lisboa, tem várias esculturas reconhecidas.
A exposição “Origens” está patente ao público até ao dia 5 de agosto, das 09:00h às
17:00 horas, no Salão Nobre do edifício dos Paços do Concelho.




“OsVerdes” contrariam declarações do Presidente da Agência do Vale do Tua - Beleza naturaldo Vale do Tua e do Alto Douro Vinhateiro ainda é recuperável
O Partido Ecologista “Os Verdes” nãopode deixar de comentar as declarações proferidas ontem à comunicação socialpor José Cascarejo, presidente da Agência de Desenvolvimento do Vale do Tua, em nome Presidentes de Câmara do Vale do Tua, à saída da reunião com a Missão daUnesco que decorreu na Régua.
Para “Os Verdes”, contrariamente ao que foi afirmado “a beleza natural e selvagem do Vale do Tua”, tal como a Linha do Tua, ainda são, não só possíveis de recuperar, como é fundamental para o bem da região e do país, que isso venha a acontecer.
O Gabinete de Imprensa de “OsVerdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769-  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)




Compras nos DolceVita valem refeições gratuitas
De 1 a 31 de Agosto, não vão faltar motivos para fazer compras nos Centros Comerciais Dolce Vita. Ao longo deste período, porcada 30 euros em compras, os Dolce Vita vão oferecer vouchers, no valor de seis euros,para serem utilizados na área da restauração, num total de mais de 25 mil euros em vales ao longo de um mês.

Ana    Margarida Torres
Técnica Comunicação Dolce Vita Douro
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De "Jornal do Norte" para "Tempo Caminhado"

Festas no Felgar (Moncorvo) - Nossa Senhora do Amparo


Fonte:TORRE.moncorvo


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Saúde no Verão





Orientações alimentares para quem sofre de insuficiência renal

Médicos alertam: marisco, conservas e sal em excesso proibidos para insuficientes renais
A época do verão é uma altura em que as pessoas têm mais tendência para os excessos como a alimentação desequilibrada que se leva para a praia, o consumo excessivo de gelados e marisco e os churrascos compostos por carne ou peixe repleta de sal. É por isso que a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) alerta os doentes com insuficiência renal crónica para a necessidade de terem cuidado com a alimentação, e também cautela para não correrem riscos de desnutrição.
“A tendência de maior consumo de sal pode afectar a saúde do sistema cardiovascular e consequentemente do rim. A escolha da dieta por parte do médico é sempre feita de uma forma individualizada, pois uma boa alimentação é fundamental para reduzir as complicações no doente renal e melhorar a sua qualidade de vida”, refere Fernando Nolasco, presidente da SPN.
A perda da funcionalidade dos rins faz também com que o potássio se acumule no sangue. “Quando os níveis ficam muito altos, o doente tende a sentir debilidade muscular, tremores e fadiga e pode correr risco de vida”, alerta o nefrologista. Uma alimentação saudável e regrada é parte fundamental do plano de tratamento dos doentes com insuficiência renal crónica, além da terapia farmacológica e dos tratamentos convencionais (diálise, hemodiálise e transplante renal).
Em Portugal, estima-se que 800 mil pessoas sofram de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.
Todos os anos surgem mais de 2 mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca 2 mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

Recomendações da SPN para o verão:

·                     Comer lentamente, mastigando bem;

·                     Procurar estabelecer horários regulares para as refeições, comendo todos os dias à mesma hora.

·                     É importante que se pese os alimentos para conhecer a quantidade que se pode ingerir.

·                     É aconselhável a prática diária de exercício físico, de acordo com as suas possibilidades.

·                     Para além disso, alguns alimentos devem ser proibidos na sua alimentação de um de um doente em tratamento: queijo salgado e rico em potássio e fósforo; produtos de charcutaria (presunto, carnes salgadas e fumadas); conservas ou concentrados de carne e peixe; peixe salgado ou fumado, mariscos e crustáceos; sopas instantâneas, purés instantâneos, pratos comercializados; cacau, chocolate e gelados, não abusar dos chamados açúcares simples como o açúcar, caramelo, mel, compotas; gorduras salgadas como a manteiga salgada, banha e toucinho.

·                     Relativamente ao consumo de sal, tente tirar o saleiro da mesa; substitua o sal por condimentos e ervas como a salsa, alecrim, orégãos, e outros; leia o rótulo dos alimentos para verificar a quantidade de sódio porque alguns alimentos processados concentram tanto sódio que uma única porção tem uma quantidade superior à recomendada para a ingestão diária.
Com a simples alteração dos hábitos de vida, é possível minimizar um conjunto de complicações associadas à patologia. 


Associação Portuguesa de Psoríase aconselha exposição solar moderada
Doentes com psoríase temem ir à praia por vergonha
“Apesar da exposição solar induzir melhorias na psoríase, muitos doentes inibem se de ir à praia para não sofrerem com o preconceito de mostrar a sua doença às outras pessoas, que a confundem erradamente, com uma doença contagiosa”, alerta Vitor Baião, presidente da PSO Portugal.
E acrescenta: “É importante saber que o sol traz algumas melhorias nas lesões na pele e pode mesmo ajudar na regressão da doença. Por isso, os doentes de psoríase devem ir à praia, sem esquecer os horários adequados e aplicar um hidratante corporal depois da exposição solar”.

PSO Portugal – Associação Portuguesa de Psoríase – recomenda:

  • O sol é bom para a psoríase porque ajuda a pele a cicatrizar e a reduzir a inflamação. Uma curta exposição diária ao sol, evitando as queimaduras solares, é suficiente para fazer desaparecer as placas. Por isso tenha cuidado quando vai para o sol: proteja a sua pele, evite a exposição ao sol entre as 10h00 e as 15h00, expondo-se ao sol por períodos graduais. Não se esqueça que os raios do sol passam através do vidro, nuvens, água e da roupa fina, sendo reflectidos pela água e pela areia. 
  • Apesar do sol poder ser bom para a pele psoriática, as pessoas com psoríase devem proteger-se contra os efeitos nefastos dos raios UVA e UVB. Encontram-se disponíveis protectores solares formulados para pele atópica, que hidratam a pele e protegem-na do sol, o que é essencial na psoríase. É uma boa ideia procurar um protector solar à prova de água.
  • A roupa que esteja demasiado apertada pode irritar a pele e tende a agravar os sintomas. Aproveite o tempo quente para usar roupas leves, largas e confortáveis que irão fazê-lo sentir-se mais relaxado e confiante. Escolha fibras naturais e macias como o algodão para todas as suas roupas, incluindo a roupa interior.
Não se esqueça daqueles acessórios tão úteis: um chapéu ao seu tamanho e um par de óculos escuros.
  • As pessoas com psoríase podem gozar os prazeres do verão como o nadar, mas devem tomar algumas precauções: aplicar um hidratante antes, limitar o tempo que está na água e tomar um duche para se livrar de qualquer cloro, químicos ou sal que possam irritar a pele sensível. Apesar de dever evitar nadar quando as suas lesões estão gotejantes, a água do mar tem muitas vezes um efeito benéfico na psoríase. Muitas pessoas dizem que tomar banho no mar ajuda a desfazerem-se das escamas e também a relaxarem.
A psoríase é uma doença auto-imune que se manifesta no maior órgão – a pele, não sendo contagiosa é crónica e pode surgir em qualquer idade. O seu aspecto, extensão, evolução e gravidade são variáveis, caracterizando-se pelo aparecimento de lesões vermelhas, espessas e descamativas, que afectam sobretudo os cotovelos, joelhos, região lombar, couro cabeludo e unhas. Cerca de 10 por cento dos doentes acabam por desenvolver artrite psoriática. Em Portugal esta doença afecta mais de 250 mil pessoas e cerca de 125 milhões em todo o mundo.

De "Jornal do Norte" para "Tempo caminhado"

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