quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Jantar de Natal de Transmontanos - CTMAD


 Pelas 19h00, no Restaurante Real Fábrica, na Rua da Escola Politécnica, n.º 275, 1º andar.
LISBOA

"Contos Durienses" de João Araújo Correia

Esta semana saiu o último livro da colecção "Médicos escritores", lançada em Fac-símile pelo jornal Público.




Trata-se de "Contos Durienses" do médico escritor duriense, João de Araújo Correia. Nasceu em Canelas, Peso da Régua, a 1 de Janeiro de 1899 e faleceu no Peso da Régua (onde o homenagearam com uma escola secundária com o seu nome), a 31 de Dezembro de 1985.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Nadir Afonso é nome de avião da TAP

Cara(o) Consócia(o),

Durante a manhã do dia de hoje a TAP batizou um dos seus novos aviões da TAP com o nome de Nadir Afonso!

A partir de hoje os céus passam a divulgar um dos nossos maiores artistas da Região!

Nadir Afonso, Natural de Chaves, deixa uma obra ímpar e inigualável, pelo que esta homenagem da TAP é mais do que justíssima!
Parabéns à família por tal reconhecimento!
Parabéns a todos os Transmontanos por mais este reconhecimento.

Veja aqui o baptismo:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2585350888252579&id=551887971598891

Boas Festas do Grémio Literário Vila-Realense


Mensaige - A to ls mius familiares, parientes i amigos . Mensagem - A todos os meus familiares, parentes e amigos



(An  Mirandés)

Esta ye la temporada más mágica de l anho.
Las ruas anféitan-se de lhuç, las moradas de paç i harmonie, i ls coraçones de generosidade.
L miu mundo queda cheno d’alegrie, nun solo porque ye Natal, mas tamien porque tengo ls melhores familiares, parientes i amigos.
A todos bós you quiero desear l melhor de ls melhores.
Que todos ls buossos deseios biren rialidade i la felecidade reine an buossas bidas.

Un Santo Natal

……………………………………………………………………………….
(Em Português)
  
Esta é a época mais mágica do ano, as ruas enchem-se de luz, as casas de paz e harmonia, e os corações de generosidade.
O meu mundo fica cheio de alegria, não só porque é Natal, mas também porque tenho os melhores familiares, parentes e amigos.

A todos vocês eu quero desejar o melhor dos melhores.
Que todos os vossos desejos se tornem realidade e a felicidade reine nas vossas vidas.
Um Santo Natal.

 FAUSTINO    ANTÃO

A Flor do jornalismo murcho


Antes que a Flor murchasse, surge-nos mais uma pérola no Portadaloja.



A direcção de informação da RTP , de dona Flor e seus apaniguados,, finou-se. Antes de murchar houve uma tentativa de reanimação com rega intensiva por mais de uma centena de colegas de profissão que asseguraram que a dita dona Flor era uma profissional sem tempo e exemplar a todos os títulos.
Alguns dos que tentaram evitar que a Flor murchasse:
No abaixo assinado, com quatro pontos, os jornalistas - de várias redações, entre eles, diretores de outros canais televisivos - apontam que "Maria Flor Pedroso é jornalista há mais de 30 anos, sem mácula", uma "jornalista exemplar" e "reconhecida e respeitada pelos pares".
Entre os subscritores estão Sérgio Figueiredo, diretor de Informação da TVI, Ricardo Costa, diretor de Informação da SIC, entre vários nomes históricos dos media portugueses, como Adelino Gomes, Cesário Borga, Bárbara Reis, Fernando Alves, Francisco Sena Santos, João Garcia, João Paulo Guerra, José Silva Pinto, José Carlos Vasconcelos, Rui Pego, Nicolau Santos, entre outros.
Entre vários jornalistas da TVI, como Vasco Rosendo, Paula Costa, Simões, Filipe Caetano; Joana Reis ou Alexandra Monteiro, estão também nomes da SIC como o de Cristina Ferreira, Fernanda de Oliveira Ribeiro, Joana Latino, entre outros.
Os subscritores defendem que a diretora de informação da RTP "é uma das mais sérias profissionais do jornalismo português", tendo chegado "por mérito ao cargo que atualmente ocupa".
Estamos conversados sobre o jornalismo nacional...com estes exemplos e estes "modelos".
Estes jornalistas, para mim, estão definidos e qualquer coisa que escrevam será para deixar de ler ou quando muito fazê-lo com todo o cuidado, porque é possível que seja falso. 
Não foi apenas uma Flor que murchou mas todo uma estufa de jornalistas sem estofo verdadeiro.
É uma tristeza, antes de ser mais uma vergonha.

ANIVERSÁRIO DO PERECIMENTO DO MEU PAI



27/07/1920   15/12/1977

ANIVERSÁRIO DO PERECIMENTO DO MEU PAI



Mário Adão Magalhães
O meu pai,
homem de Fé
em toda a sua vida
só faltara uma vez à missa.
Veja-se a ironia - à hora de sair
os sapatos em que era mestre
magoavam-lhe os pés.
Homem de Fé,
tenho aí como não podia deixar de ter
a sua Bíblia que lia avidamente,
tinha Fé que naquele Domingo
não lhe apetecendo levantar
para ir à "missa das sete"
a minha mãe estranhou, o pai continuava com Fé de se levantar
para a "missa das nove".
A mãe estranhando o facto, começou
a ficar preocupada e a lembrar-lhe que
chegava a hora da "missa das onze".

Às tantas o meu pai diz:
- Oh! Hoje não vou à missa.

Tudo se desabou.

- Queres que te chame um médico?!
Indagou a minha mãe.

- Oh! Não.
Deixa estar.

Continuou com a sua Fé.
- Terça feira tenho consulta
marcada com o doutor Dias Cunha...
- Está bem. Mas não vais esperar até lá.
Falava a alma da minha mãe apoquentada
pela estranheza dos factos.

Domingo à tarde, começam a chegar
os irmãos, seus filhos,
e foram à procura
do doutor Dias Cunha. Nunca desistira do Dias Cunha
que durante dezenas de anos
não detectou o seu problema.

Os meus irmãos não o encontraram.
Encontraram o doutor Mendonça
quem, por sua vez, havia tido uns negócios
com os meus avós, e o pai
começava a contar histórias que terão ocorrido
nesses terrenos - quintas, sei lá.

O médico de pronto diz que o caso era grave.
Assim mesmo. Que não adiantavam as conjecturas
do pai.

E diz que "tem que ir já para o Hospital de Guimarães".

Foi o guinchar por todo o lado dos meus irmãos,
mesmo aqueles que haviam ido à Guerra.

Nunca da família alguém tinha ido a um hospital.
O seus nove filhos nasceram todos em casa.

- E vai de ambulância. Caustica ainda mais o médico.

- Então senhor doutor, nós temos aí os carros,
levámo-lo amparadinho.

- Não. Vai de ambulância e já.
Assim foi.

Em casa não sei ainda hoje dizer o que se passou
Sei lá.
Vários acontecimentos, eu ainda lembro. Assisti.
Vários outros ouvi ao longo da vida lamentar.

Ao fim de três dias lá veio a notícia.
E o diagnóstico.
Uma úlcera péptica no estômago.

Uma enfermeira contara: coitadinho. Pediu tanto para falar com os filhos.
E especialmente o Manuel...

Depois levaram-no para um buraco fundo e frio.
Eu tinha doze anos. Nem fui ver o buraco. Fiquei em casa
a ver o cortejo fúnebre pela janela.
Mas tive a infeliz experiência de ver mais vezes.


Mário Adão Magalhães
2013/12/15

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

A propósito da “vergonha” de Ferro Rodrigues


Eis que nos acabam de chegar (quentinhas) estas duas cartas abertas (ilustradas) a Sua Exª o Presidente da Assembleia da República.  Já não nos bastava a técnica fascista utilizada por Maria Flor Pedroso (na RTP), para termos agora que aturar a mesma no Parlamento, vinda de quem vem!

Exmo. Sr. Dr. Ferro Rodrigues,

Escrevo-lhe enquanto cidadão comum deste país e que foi seu aluno há muito anos atrás na decorrência de um mestrado em Políticas de Gestão de Recursos Humanos no ISCTE.
Como o devido respeito, confesso que, enquanto meu ex-professor, não guardei do Dr. Ferro Rodrigues a melhor das impressões.
Eu fiz o meu percurso académico a pulso, sempre a trabalhar e a estudar em simultâneo, e na altura em que os nossos caminhos se cruzaram eu já tinha uma maturidade profissional considerável na área antes mencionada, pelo que achei a sua intervenção docente pouco rica, tipicamente livresca, de alguém que nunca tinha passado pela vida prática naqueles domínios. Enfim, um mal sistémico tão típico e pernicioso da academia em Portugal, em que os docentes, na maioria dos casos, se limitam ao longo da sua vida útil activa a reproduzir os seus estudos/investigações de doutoramento.
Mas ontem, Sr. Dr. Ferro Rodrigues, a sua imagem perante este cidadão aqui signatário caiu a um nível que nem me atrevo, por pudor e respeito, a classificar.
A sua reprimenda ao deputado André Ventura roçou os limites do non sense, da arrogância e do medo!
Sim, do medo, Sr. Dr. ferro Rodrigues. V.Exa  tem medo do deputado André Ventura, medo das verdades que ele, politicamente incorrecto (e ainda bem que assim é) vai debitando. E nesse sentido, o Presidente da Assembleia da República  não foi imparcial como o cargo que ocupa exige, antes totalmente parcial, vestindo a camisola de militante do partido a que pertence.
O Sr. Dr. Ferro Rodrigues deu um péssimo exemplo de (falta de) democracia e prestou um mau serviço ao país.
Acusou V.Exa o deputado André Ventura de colocar em causa as supostas virtudes da casa da democracia, quando se referiu à mesma da forma como ontem o fez.
Mas nunca vimos V.Exa manifestar-se tão agastado e  indignado perante inúmeras situações, essas sim muitíssimo graves, e que justificam plenamente a atitude do Dr. André Ventura, tais como:
                - Deputadas  a pintar as unhas no hemiciclo;
                - Deputados a assinarem presenças por outros que faltam;
                - Deputados que dão moradas falsas para receberem subsídios;
                - Deputados que utilizam esquemas para que viagens de avião lhes sejam pagas e aos seus familiares;
                - Deputados que brincam com as redes sociais no hemiciclo;
                - Deputados que desenvolvem a sua própria actividade profissional no hemiciclo, utilizando as ferramentas informáticas colocadas ao seu dispor pelos contribuintes portugueses;
                - Deputados que estão no parlamento para fazer negócios e defender interesses ínvios ao país.

                - Deputados a fazerem "corninhos" para alguém na Assembleia (o Autor que me desculpe)
Perante tudo isto, nunca ouvimos uma posição a este nível veemente do Sr. Dr. Ferro Rodrigues. LAMENTÁVEL!
O Sr. Dr. Ferro Rodrigues, obviamente, deve um pedido de desculpas público ao deputado André Ventura, bem como a todos os restantes deputados do hemiciclo, incluindo aqueles que estupidamente aplaudiram a sua intervenção.
Mais, V.Exa deve um pedido de desculpas público a todos os portugueses, à Nação portuguesa!
E, naturalmente que, de seguida, só lhe resta assumir com humildade e dignidade a única decisão possível: renunciar ao cargo que exerce e demitir-se.
Os 2 milhões de portugueses que vivem miseravelmente com pensões  abaixo de 400 euros mensais vão-lhe ficar agradecidos, tal como os outros 2 milhões de portugueses que vivem no fio da navalha com o salário mínimo nacional. E ainda as muitas centenas  de milhares de jovens (muitos qualificados) que têm sido obrigados  a sair do país nos últimos anos para terem uma vida condigna!
https://www.youtube.com/watch?v=53dqcGNltpA
O parlamento a que o Sr. Dr. Ferro Rodrigues preside, se não é exactamente uma casa da vergonha, é, sem qualquer sombra de dúvida, uma casa de mordomias. Mordomias chocantes perante a realidade da vida dos cidadãos comuns que esse mesmo parlamento e V.Exa incluído, deveriam estar apostados em defender.
Concluo, Sr. Dr. Ferro Rodrigues, sugerindo-lhe, a mero título de refrescamento democrático, que volte a ouvir José Afonso, especialmente o seu álbum "Vampiros", cuja imagem aqui lhe deixo:
Certo de que V.Exa não deixará de honrar a Pátria, apresento os meus melhores cumprimentos.
José Coelho Martins


Carta aberta a uma vergonha.
Caro presidente da Assembleia da República, no último plenário apontou o dedo a André Ventura por abusar da palavra “vergonha”, algo que, para si, era ainda mais vergonhoso.
O Ferro Rodrigues que fala agora sobre vergonha, embora agora a segunda figura mais importante de Estado, foi implicado por uma das vítimas no processo Casa Pia, que envolveu pedofilia e favores sexuais. Foi mais do que um caso de polícia, colocando Portugal gravemente em causa.
O Ferro Rodrigues que exige a outros respeito democrático é o mesmo que disse convicto num telefonema com António Costa se estar “cagando para o segredo de justiça”.
Não pretendo defender André Ventura, mas não vou permitir que a sua hipocrisia perfaça a imagem que o senhor sempre teve. A imagem de alguém que, sem qualquer vergonha, nunca se importou de usar os cargos que ocupou para colocar a nação em causa.
Não me esqueço do Ferro Rodrigues que defendeu a reposição das subvenções vitalícias para ex-deputados e ex-governantes, que com apenas oito anos de serviço publico teriam direito a um cheque mensal até ao fim das suas vidas (a duplicar aos 60 anos de idade) enquanto há portugueses que trabalham 30 e 40 anos para terem uma reforma miserável. Teve o desplante de afirmar que “os ordenados que os deputados recebem são maiores que os de muitos portugueses mas inferiores aos de deputados de outros países da Europa”.
O Ferro Rodrigues que evoca moralidades ilibou, em abril de 2018 os deputados ilhéus que cruzaram na comunicação uma campanha de desculpabilização por terem recebido em duplicado os apoios públicos para as viagens que faziam entre os arquipélagos e o continente. Embora não tenham “cometido nenhuma ilegalidade” não hesitou em perdoar a falta de ética que agora faz questão de defender, porque está habituado ao tempo em que cada um, deputados e partidos, viviam com éticas próprias e deixavam as consequências para os contribuintes.
O Ferro Rodrigues que criticou a justiça por investigar o caso Galpgate, onde três secretários de Estado aceitaram viagens pagas pela Galp para assistir a um jogo de Futebol, considerando a investigação absurda. Acabou na demissão dos três governantes que mais uma vez considerou não terem feito nada de errado. Nesse mesmo ano, a Galp teve um perdão fiscal acima dos 100 milhões de euros.
Faz alertas, quase como se tivesse autoridade para a repreensão, mas quando ainda era líder da bancada parlamentar do partido socialista, em 2014, não evitou a visita ao grande amigo e ex-primeiro ministro José Sócrates, no estabelecimento prisional de Évora.
Foi o deputado que em plena discussão sobre o Orçamento de Estado para 2015, fez questão de elogiar José Sócrates e salientou que este “resistiu até ao fim”. Chamou de “enganados” aqueles que “atrelaram o PS ao comboio da austeridade”, embora fosse o seu partido, nas mãos de José Sócrates através da assinatura do memorando de entendimento, que oficializou a rispidez dos anos que se seguiram.
Termino com a certeza de que Eduardo Ferro Rodrigues, atual presidente da Assembleia da República, é a desgraça anunciada que coloca a democracia em causa. Uma vergonha, entre outras tantas, que ainda pensa que pode apontar o dedo.
  G M  

As escutas telefónicas entre o Ferro, o Costa e o Pedroso( SIC):

JANTAR DE NATAL da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro - LISBOA

CTMAD vai realizar o seu tradicional Jantar de Natal no dia 19.12.2019, pelas 19h00, no Restaurante Real Fábrica, na Rua da Escola Politécnica, n.º 275, 1º andar.


Preços:
Casal: € 37,50

Individual: € 20,00

Criança: € 10,00



Durante o Jantar o Autor João Canto e Castro irá fazer a imitação de vozes de figuras públicas com textos de Francisco Queirós.

Será também entregue o Prémio Literário Professor Doutor Adriano Moreira 2019 ao autor/escritor do Livro que tenha sido apresentado na CTMAD ou com o apoio da CTMAD.  O Prémio será entregue pelo próprio Professor Doutor Adriano Moreira, ao já conhecido vencedor deste ano, Manuel Veiga. E será entregue o Prémio carreira a João de Deus Rodrigues.
Durante o jantar serão entregues os Prémios aos vencedores do Concurso de Fotografia 2019.

O Jantar será abrilhantado pelo GRUPO MARANUS;

As inscrições para o Jantar de Natal já estão abertas!

A Direção da CTMAD

Saudações transmontanas,
Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro

Tel: 217939311 Tlm: 916824293

Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.

1000-081 Lisboa

http://ctmad.pt/


Mensageiro de Bragança- 12/12/2019, p. 32