segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Monstros Fabulosos



Alberto Manguel, um dos maiores bibliófilos do mundo, é actualmente o Director da Biblioteca Nacional da Argentina, lugar ocupado antes pelo enorme Jorge Luís Borges – de ascendência transmontana.
Com ilustrações do autor e um «monstro» português: o Mandarim, de Eça de Queirós, Manguel apresenta neste livro,  mais de 30 das suas personagens preferidas, desde o Jim de Huckleberry Finn ao monstro de Frankenstein, passando pela Capuchinho Vermelho ou pelo marido da Madame Bovary.
Um conjunto de «monstros» imortais que emergem em textos de grande humor e erudição.
O volume acaba de sair a público (Setembro de 2019) pela Tinta-da-china.

Concerto comemorativo do Dia Mundial da Música - VILA REAL



Curso de Lingua Mirandesa na CTM LISBOA



Após o Curso de Mirandês ter sido um sucesso nos anos lectivos de 2017-2018 e 2018-2019, graças ao empenho, dedicação e vontade de António Cangueiro, Bina Cangueiro, Adelaide Monteiro e Zé Pedro Ferreira, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Associação da Lhéngua Mirandesa e a CM de Miranda do Douro, estão em conversações para que seja dado mais um curso de Lhéngua Mirandesa a partir de  Novembro de 2019.
Apesar dos horários estarem sujeitos a confirmação, pretende-se que o Curso seja ministrado todas as terças-feiras, das 18h30 às 20h00, a partir do dia 04 de Novembro de 2019 até Junho de 2020.
O Custo Mensal da Inscrição para sócios: 5,00 € por aluno ;
Para não Sócios: 7,5 €/mês ;
O Prazo para as inscrições decorrem entre o dia 30 de Setembro e o dia 25 de Outubro de 2019.
Em caso de interesse deve contatar a CTMAD por e.mail: geral@ctmad.pt ou para o números de Telefone: 217 939 311/916 824 293
Nota: Os Organizadores do Curso apenas podem garantir que se realize mais um ano electivo caso haja uma turma, com um mínimo, de 10 alunos!

A Direção da CTMAD,
Saudações transmontanas,

Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tel: 217939311 Tlm: 916824293
Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.
1000-081 Lisboa

domingo, 29 de setembro de 2019

Aos trauliteiros "socialistas"


Após uma manhã de descanso, Rui Rio responde aos trauliteiros socialistas: o estalinista SANTOS SILVA e o da famyligate CARLOS CÉSAR.

Veja o vídeo AQUI.

O ridículo da questão é que o caso de TANCOS é de uma gravidade tal, em termos de segurança nacional, que em qualquer país europeu (mesmo nos latinos) teria originado de imediato a queda do governo. E estes trauliteiros nepotistas querem fazer do caso um caso de lana caprina!

A razão pela qual eu emigrei

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A razão pela qual eu emigrei

Deixei esta terra que me viu nascer,
ANTÓNIO   MAGALHÃES
(Em  Sheffield )
Os amigos, a família, a vida que era dura,
Fiz as malas e parti mesmo sem saber,
Se iria ganhar, se iria perder,
Nesta penosa e difícil aventura.

Foram muitas as batalhas a travar,
Algumas difíceis de vencer é verdade,
Mas a que nunca consegui superar,
A que tanto me fez chorar,
Foi a dor triste e sofrida da saudade.

Do medo e da incerteza fiz-me forte,
Arregacei as mangas e nunca deixei de lutar,
Crendo que com o trabalho e alguma sorte,
Sem nunca perder o norte,
As dificuldades haveria de superar.

A persistência da atitude que se toma
Faz a diferença entre vencer ou perder,
Por isso, país novo aprendo o idioma,
Porque se é certo que com boca se vai a Roma,
Só lá chegaremos se nos fizermos entender.

E nas minhas preces não é demais o que peço,
A não ser forças para continuar esta vida,
Há festa e há alegria no dia do meu regresso,
Mas Deus sabe o quanto me entristeço,
quando é chegado o dia da partida.
Longe estou dos que trago no pensamento,
Por isso os alojei no meu coração,
Para que estejam comigo a todo o momento,
Como quem da tempestade acalma o vento,
Como quem os tem sempre à mão.

Este lamento, esta triste melancolia,
É dor, é sofrimento de verdade,
Tanto que nem mesmo eu sabia
O quanto um emigrante sofria,
O quão profunda era a dor da saudade.

Deixei para trás o meu país, a minha gente,
Levei comigo o desejo de regressar,
E agora que conheci outra cultura tão diferente,
Não é que mudasse de opinião assim de repente,
Mas aos dois países quero sempre voltar.

No meu coração há um cantinho,
Para estes dois países eu acomodar,
Um porque com o tempo lhe ganhei carinho,
Acolheu-me quando me fiz ao caminho,
O outro no meu coração sempre há de ficar.

Do meu país fica uma enorme saudade,
Os amigos, a família que sempre tanto amei,
Mas no fundo a grande verdade,
Foi a procura de vida melhor e felicidade,
A grande razão pela qual eu emigrei.
António Magalhães
(Possivelmente Poemas)


É bom que fique claro que o Presidente da República não é um criminoso.


Mário Adão Magalhães


Lapidar.
Isto de Tancos é pior que deus-mo-livre.
Na altura de tão ridículo que foi, dei-lhe pouca atenção porque qualquer importância que se lhe pudesse dar, e porque aquilo não era assim tão paroquial nem assunto de caserna, como de resto as devidas entidades estavam a fazer crer, o melhor era ficar aquém; bem distante daquela dimensão.
Tratava-se de segurança do Estado, do povo português. Logo estávamos todos em causa, com a nossa (in)segurança.
Havia contornos - digo-o com toda a humildade, que parecem haver tido inspirados na "Ida à Guerra" do imenso Raúl Solnado.
"No limite podia não ter havido furto nenhum" - verberava com ar categórico o senhor Azeredo Lopes. O valor fiduciário era de xis - agora nem vale verificar, como se fossem esses valores mais em causa, e também apareceram materiais que eram "deste tamanho" - gizava o senhor chefe maior de estado, com o competente sorriso triunfal. A televisão tem-no reiterado de tal modo que quase tenho a sensação as minhas teclas, estas que dígito aqui, aqui e assim, se inserem num aclive sonoro.
- Creio que precisava que as teclas do computador deviam transmitir para vocês que leem, o mesmo som emitido amiúde na televisão.
Isto é tão importante - foi desde o primeiro minuto, tão interessante, que me custa compreender que quase todos os agentes que superintendem, e os outros que por esta ou aquela razão haviam pronunciar-se, não o fizeram.
Com o tempo, ao sabor e à oportunidade do calendário político e demais interesses, foi sendo mexido, até que por fim se consuma a exoneração do senhor Azeredo e as respectivas descendências e circunferências. Faz-se luz, mas porque o calendário - os calendários, assim o exigiam - exigiram até à data fatal.
As eleições.
De modo algum estou a dizer que o assunto não mereça tratamento - oportunamente escrevi-o.
Lembro: Devia ter sido encarado desde o primeiro minuto, como um assunto gravíssimo de Estado.
Mas a política... Bem! As eleições...
E então quando o senhor Presidente da República tem que vir dizer: "É bom que fique claro que o Presidente da República não é um criminoso"...
É uma vergonha.
O senhor Presidente da República não é um criminoso. Criminosos somos nós elementos que compomos o Estado.
Cada povo tem o(s) governo(s) que merece.
Batemos... Portugal bateu outra vez no fundo.

Quem terá roubado a vela?

Este poema fazia parte do miolo do livro de leitura da minha terceira classe. Ainda hoje, em períodos de descanso, vou ali buscar refrigério que me alimenta a alma!
Pergunto: Quem terá roubado a vela?


sábado, 28 de setembro de 2019

Juiz Ivo Rosa e o caso "Marquês"


Ivo Rosa é acusado de reter os recursos interpostos pelo MP junto do Tribunal da Relação no caso da Operação Marquês, a qual tem como principal arguido o ex-primeiro-ministro José Sócrates.
O juiz Ivo Rosa está a ser acusado pelos procuradores Rosário Teixeira e Vítor Pinto, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), tendo em conta o debate instrutório da Operação Marquês, de reter recursos interpostos pelo Ministério Público junto do Tribunal da Relação, escreve este sábado o jornal Público
A acusação feita pelos procuradores consta de uma reclamação enviada para o Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) a 20 de setembro, na qual Ivo Rosa é acusado de “relegar a subida dos recursos [do Ministério Público] para o que se interpuser da decisão final, acabando por violar objetivamente a lei, e deixar o processo seguir para o julgamento completamente “minado!”.

Em causa estão as decisões tomadas por Ivo Rosa em junho deste ano — referentes ao processo no qual o principal arguido é o ex-primeiro-ministro José Sócrates –, que considerou que os depoimentos do banqueiro Ricardo Salgado, no âmbito do processo “Monte Branco” e no caso do Banco Espírito Santo, e as declarações de Hélder Bataglia não podiam ser usados como prova na Operação Marquês. O magistrado lembrou, então, que, segundo o Código do Processo Penal, as declarações dos arguidos embora possam ser valoradas em julgamento, mesmo que eles não queiram falar, só podem ser usadas nos processos em que foram proferidas.
Os procuradores Rosário Teixeira e Vítor Pinto recorreram de ambas as decisões de Ivo Rosa, mas, esclarece o Público, os recursos não foram logo enviados para o Tribunal da Relação, que tem como função apreciá-los, e sim para o fim da fase instrutória. Segundo os procuradores, Ivo Rosa “vem decidindo oficiosamente nestes autos, a pouco e pouco, tipo ‘conta-gotas’, pela invalidade ou pela impossibilidade de utilização de provas deste tipo, em vez de guardar essa decisão para o momento oportuno ou adequado, que é o da decisão instrutória”.

Tancos e corrupção nas páginas dos jornais






CORRUPÇÃO - os crimes que "nunca existiram".





Do blogue Portadaloja retira-se:

Eduardo Dâmaso não pertence à oligarquia dos proenças e quejandos figueiredos. Mas é empregado da Cofina. E tem que suportar tais custos com as limitações inerentes. Ou seja, não pode dizer tudo, não pode contar tudo nem pode investigar tudo porque no fim de contas as investigações que estão no seu livro são todas decorrentes de processos judiciários.
E isso é ainda pouco para se atingir a verdade dos factos e a realidade que nos rodeia, actualmente.
Em Portugal praticamente não há jornalismo de investigação, incluindo algumas tentativas da Sábado através de António José Vilela, nomeadamente.
Falta a independência e poder económico para tal e ainda o conhecimento suficiente, desapoiado das muletas das autoridades judiciárias que evidentemente trazem a matéria-prima para os processos que depois são aproveitados pelos media da Cofina, (...).

António Costa nem sabia onde ficava TANCOS...

Plausible deniability

por João Sousa - Delito de Opinião
António Costa, jura-o, não sabia de nada.
Uma quantidade não negligenciável de material bélico foi roubada de Tancos; foi montada uma encenação para justificar a sua devolução (e com juros, uma espécie de campanha "roube 4 e devolva 5"); o ministro da Defesa, que antes, durante e depois multiplicou-se em declarações atabalhoadas sobre o assunto, sabia da encenação e nem teve, pelos vistos, pejo em confirmá-lo por SMS a um badameco deputado do PS; mas o mesmo ministro não achou por bem informar o seu chefe de governo dos progressos em assunto tão melindroso.
António Costa diz que não sabia de nada, não viu nada, não ouviu nada e ninguém lhe disse nada. E o aparelho de propaganda do PS, que não brinca em serviço, já fez chegar às redes sociais esta pequena gravação de um Conselho de Ministros da época na qual vemos Costa a dizer, explicitamente, isso mesmo - que não sabia de nada do que iria acontecer:

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Rui Rio quer apurar caso de Tancos



Rui Rio diz que o PSD vai avançar com a diligência parlamentar de pedir a convocação da Comissão Permanente da Assembleia da República.
Aos críticos das suas declarações, lembramos que o presidente do Partido Social Democrata nunca se referiu ao aspecto judicial do caso. Incidiu sempre no aspecto politico - Se Costa (a ocupar o cargo de Primeiro-ministro) sabia ou não sabia. Nada mais do que isto.

Veja AQUI o vídeo.

forças politicas sem representação parlamentar foram ouvidas pela VISÃO


Hirondino Isaías
No centro é que está a virtude! Esta semana na revista Visão os diversos partidos, sem assento parlamentar, foram ouvidos e deram a sua opinião sobre as Eleições de 2019!


Curso de língua Mirandesa na CTMAD - LISBOA

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Língua Mirandesa 

Cara(o) Consócia(o),

Após o Curso de Mirandês ter sido um sucesso nos anos lectivos de 2017-2018 e 2018-2019, graças ao empenho, dedicação e vontade de António Cangueiro, Bina Cangueiro, Adelaide Monteiro e Zé Pedro Ferreira, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Associação da Lhéngua Mirandesa e a CM de Miranda do Douro, estão em conversações para que seja dado mais um curso de Lhéngua Mirandesa a partir de  Novembro de 2019.
Apesar dos horários estarem sujeitos a confirmação, pretende-se que o Curso seja ministrado todas as terças-feiras, das 18h00 às 20h00, a partir do dia 04 de Novembro de 2019 até Junho de 2020.
O Custo Mensal da Inscrição para sócios: 5,00 € por aluno ;
Para não Sócios: 7,5 €/mês ;
O Prazo para as inscrições decorrem entre o dia 30 de Setembro e o dia 25 de Outubro de 2019.
Em caso de interesse deve contatar a CTMAD por e.mail: geral@ctmad.pt ou para o números de Telefone: 217 939 311/916 824 293
Nota: Os Organizadores do Curso apenas podem garantir que se realize mais um ano electivo caso haja uma turma, com um mínimo, de 10 alunos!


A Direção da CTMAD,
Saudações transmontanas,
Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tel: 217939311 Tlm: 916824293
Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.
1000-081 Lisboa

Verdadeiro modelo de São Francisco


Por: Costa Pereira Portugal, minha terra      

Hoje Carnide prestou homenagem a um sacerdote franciscano que foi pároco da freguesia e conquistou a admiração de todos com quem se cruzou enquanto vivo. O Padre Filipe que há uns oito anos nos deixou. A um espaço, ao lado do portão de acesso à igreja de São Lourenço, que tantas vezes ele cruzou, entre a Estrada da Correia e a Rua Neves Costa, foi colocado uma lapida com a designação de Largo Padre Filipe Carreira Rosário.
Trata-se de um pequeno espaço, mas o gesto é muito significativo e honra quem se lembrou materializa-lo. Os católicos, os amigos das diversas tendências e cores, a Junta de Freguesia de Carnide, Camara Municipal de Lisboa, e todos quantos se dignaram recordar este saudoso amigo que muito bem conheci e visitei quando já internado e consciente da sua irremediável situação. Sem nunca se lamentar, soube sofrer em silencio, para não encomendar ou espalhar sofrimento á sua volta. Um grande sacerdote e servidor da Igreja, verdadeiro modelo de São Francisco.

Vale sempre a pena


Por: Costa Pereira Portugal, minha terra    
  
Quando hoje desci à Baixa Chiado deparei com um grupo de operários (uns três) a trabalhar naquele elemento avariado da escada rolante a que fiz referência em artigo que divulguei em Tempo Caminhado e que dizia: “Já desde meados de Agosto que um dos elementos da escada rolante do METRO da Baixa Chiado que dá acesso à Rua da Vitória, deixou de funcionar, obrigando os utentes com dificuldade de se movimentar a ter de subir a custo, de se sacrificar”. E acrescentava: “Mas como estes, também os muitos turistas que nos visitam estão na calha, obrigando-os a alancar com as malas às costas, ao ombro ou à mão. O que para uma cidade que se diz virada para o turismo, em nada a dignifica, mas pelo contrário a reprova”. Nem de propósito, precisamente no dia em que saiu o dito artigo logo surgem os desfazedores das críticas corriqueiras. Se não fora ter confiança no Redator de Tempo Caminhado até me levava a desconfiar que estava feito com os mandões do Metro ou da Câmara alfacinha. Mas não. O certo e verdadeiro é que vale sempre a pena não calar aquilo que está mal feito.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Hirondino Isaías à Visão: António Costa é uma fraude politica.

Diogo Dias Reis -  Hirondino Isaías,  RIR é política à séria!  Reagir Incluir Reciclar 👌🏼
O secretário-geral do Reagir-Incluir-Reciclar (RIR) participou no Pitch Eleitoral da VISÃO, no qual os candidatos das forças sem assento parlamentar explicam aos portugueses por que devem dar-lhes uma primeira oportunidade. Veja o video.

PEDRO RAÍNHO
ANDRÉ MOREIRA

Vitorino Silva é a figura do partido. E o RIR - o partido que fundou em maio deste ano - é o meio com que o antigo presidente de junta e candidato presidencial pretende chegar à Assembleia da República. Tino de Rans (é assim que todos o conhecem) andava por Braga e pelo Porto em campanha e, por isso, foi o secretário-geral do RIR, Hirondino Isaías, quem veio ao Pitch Eleitoral que o cabeça de lista pelo Porto para dizer que Tino "só quer um cantinho na Assembleia da República onde possa ser o porta-voz do povo".
Para isso, é preciso uma candidatura. Check. Um programa eleitoral também não é desprezível. No documento, o RIR defende o fim do "negócio dos incêndios" e a extinção daquilo que consideram ser "serviços públicos obsoletos". Também quer um corte nos impostos sobre o combustível, mas a medida surge entre um conjunto de propostas para o combate às alterações climáticas. É tudo uma questão de "frota" automóvel.
De tema em tema, até ao ataque frontal. Hirondino Isaías foi candidato pelo PS à Junta de Freguesia do Parque das Nações, em 2013. Desentendeu-se com o atual secretário-geral socialista e bateu com a porta. Hoje, guarda as maiores críticas para o líder do PS. "António Costa enganou-me bastante e é a maior fraude política dos últimos anos", diz o responsável do RIR. Costa, acrescenta, "está a premiar um poder absoluto" no Governo - veja-se o chamado caso do familygate, ilustra Isaías.
O Pitch Eleitoral da VISÃO é uma rubrica em video em que os candidatos dos partidos sem assento parlamentar explicam por que devem ser eleitos numa entrevista cronometrada, de dez minutos, com mais um de tolerância para concluírem a sua ideia.rma proibida.


Ex-ministro Azeredo Lopes acusado no caso Tancos


Acusação

O ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes foi acusado pelo Ministério Público de abuso de poder, denegação de justiça e prevaricação no "caso de Tancos" e proibido do exercício de funções.
O ministério Público acusou no total 23 arguidos no caso do furto e da recuperação das armas do paiol da base militar de Tancos.Os arguidos foram acusados de crimes como terrorismo, associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, abuso de poder, recetação e detenção de arma proibida.

IV CONCURSO DE FOTOGRAFIA DA CTMAD

Cara(o) associada(o)


 
Após as comemorações  do 114º aniversário da nossa CASA, aproxima-se a passos largos novo evento que é a festa da fotografia.
Com efeito, recorda-se que está a decorrer desde Abril p.p.,  o IV Concurso de Fotografia da CTMAD  sendo que o prazo de entrega das fotografias foi adiado para o dia 7 de Outubro.
Sugere-se a leitura atenta do Regulamento do Concurso que aqui se reproduz.
 
 
 Depois de apreciadas e classificadas pelo júri, terá lugar na nossa sede  a exposição de todas as fotos recebidas e  na 2ª quinzena  de Outubro em dia anunciar teremos  a FESTA DA FOTOGRAFIA, durante a qual se fará a entrega de diplomas a todos os participantes, a atribuição dos prémios aos vencedores, seguindo-se momentos de convívio num beberete que será abrilhantado por elementos do conjunto Maranus.
Apelamos, por isso à sua participação, de familiares e amigos  em mais esta atividade da CTMAD!
Com as melhores saudações TMAD
A Direção da CTMAD
Saudações transmontanas,
Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tel: 217939311 Tlm: 916824293
Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.
1000-081 Lisboa