sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Um pouco de asco

Ontem, a dona Catarina foi entrevistada na SIC. Confrontada por Clara de Sousa sobre os números da anterior governação e os desta, engasgou-se. Depois foi a conversa fiada do costume, passando-se o tempo a falar do mesmo. Pensões para aqui, reformas para acolá. Ainda por cima, apropriando-se duma ideia lançada por Jerónimo e pelo PCP! Os problemas do país, para esta senhora, resolviam-se subindo as pensões e as reformas.
Já mete um pouco de asco, essa conversa fiada. Que lhe convém, porque, enganando-os, procura nesses milhões, uma sacada de votantes. Pois a dado passo, repete o disco. A tal outra conversa fiada de o Bloco não ser governo! É sim senhora. E essa história das negociações para aprovar o Orçamento, tanto da parte da Catarina, quanto da de Jerónimo, não passa de conversa fiada. O Orçamento há muito que está aprovado.
Note-se que quanto mais baixa é a pensão, mais lenta é a subida!
A austeridade desta governança de Catarina, Jerónimo e Costa, em nada se diferencia da de Passos e Portas, com uma pequena diferença. Na de Passos e de Portas era absolutamente necessário tirar o país da BANCARROTA, local para onde o PS o havia levado.
Começou no governo de Durão Barroso, com Manuela Ferreira Leite, então ministra das finanças, quando congelou os salários da função pública. Mas congelou-os a todos. José Sócrates iniciou, em 2005, o congelamento das carreiras da função pública. Das carreiras, não dos salários, o que quer dizer que nem todos os funcionários foram sujeitos a esta medida, só alguns, à maneira socialista portuguesa. E agora Costa, Jerónimo e Catarina recongelaram-nas.
Triste fado, o deste país, com gente desta a “governá-lo”. O poder pelo poder, nada em favor do bem geral.
Das carreiras nem piam, das reformas fartam-se de alardear. Jerónimo a pensar nos netos, a Catarina nos filhos e as Mortágua na Boa-vai-ela.

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